A sensação mais estranha que me lembro de experienciar. É familiar e é distante, parece certo e parece a coisa mais errada e fora de tempo. É confortável e é desconhecido ao mesmo tempo.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Ah! E no meio de tanta coisa, diz que já defendi a tese e me saí bem. Foi um dia de nervos, mas já está e agora *só* tenho de ir pedir papéis... Ah...maravilha! A versão definitiva está entregue, já está tudo despachadinho, já houve um convite bem bom e surpreendente (e aceite, claro!) e diz que no próximo ano letivo vamos ver o que acontece.
(e presentinhos que eu também mereço!)
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
I'm back #1
A coisa mais importante de outubro e do início de novembro: defesa da tese. Diz que na quarta feira lá vou estar eu com um camadão de nervos a dizer de minha justiça. E para isso...de volta aos livros. Let's go.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Nível de cansaço ou este post chama-se mesmo "F*d*-s*, estou cheia de m*rd*s pra fazer"
chamar "carrinhos de condução" aos carrinhos do supermercado, achar que foi magia ter aparecido um cacho de uvas na mão da minha mãe, dizer coisas sem sentido, olhar para as pessoas que correm ao fim do dia e pensar que se der mais um passo caio pro lado. Entretanto aqui acorda-se todos os dias às 7h pra ir trabalhar - e os horários estão uma confusão - , a tese já acabou e levou com uma revisão de 3 horas que me deixou os olhos em bico, falta escrever um texto de 10 páginas, ler umas 30, entregar livros, redigir documentos, acabar o programa, esperar emails, arranjar capas. Eu ...eu...não tarda desfaleço. E só daqui a 15 minutos é que posso ir dormir e já sei que vai ser o forrobodó dos últimos dias: os nervos que me levam a um nível de excitação/agitação horroroso não me deixam dormir. (mais a alegria idiota que assoma quando um certo moço bem jeitoso e de quem já tenho algumas saudades me surge no pensamento, confesso).Já disse que às 7h acordo, não já?
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Paradoxo
Eu juro que quero terminar - voltei àquela coisa do "o pior é começar" - mas a verdade é que me custa largar esta coisa que dá pelo nome de tese. E só falta acabar a introdução, mandar-me à conclusão, ao resumo e aos agradecimentos. Tudo o resto está prontinho. Ai que medo.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Aquele momento...
...em que estão dois capítulos escritos. 54 páginas; faltam 35 (25+ 5 + 5). Está quase!!!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Tópicos da semana
*Já está!!! O capítulo demoníaco está pronto!!! Quer dizer, ainda vai levar com correções em cima, mas o que me interessava está: a estrutura. Yeeeey!! Agora é avançar pro segundo que aposto que escrevo num instante!
*A saga dos telemóveis parece não ter fim: depois do 'avaria telemóvel-perde números' e da demora do cartão novo, eis que o cartão velho, a manter por umas semanas, decide deixar de dar. Lá vou eu pra operadora trocar o cartão (culpa minha, já o devia ter feito há mais tempo).
*Descobri que perdi a minha pen de trabalho. Provavelmente em casa, já que a usei ontem à noite. Já revirei tudo e não está. Outros sítios prováveis: café e trabalho. Espero bem encontrá-la... Não é que não tivesse cópias, mas... baaaahhhhhh Nem quero pensar.
*Por falar em telemóveis, o meu deveria tocar e nada. Diz que alguém foi ao mar e perdeu o lugar. Oooooohhhhh que pena.
*Descobri que The Borgias vai acabar na 3ª temporada. Whyyyyyy? Eu gosto tanto daquilo, a série tem tanto pano pra mangas. Parece que me resta começar a ver Scandal, Bates Motel, Suits e Mad Men - isto eu quero mesmo ver. Como é que vou ter tempo? Não sei.
*Finalmente as vitaminas estão a fazer efeito e já não me dão sono. Agora dão-me fome. Sinto que todo um caminho para me tornar uma lontra está aberto.
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Há dias em que não posso ver a tese à frente. E não faço nada. Fico horas a pensar no que escrever, como escrever, a pilha de bibliografia volta a assustar-me. Put@ da tese, às vezes apetece-me deitá-la ao lixo, às vezes apetece-me ir para outra área qualquer que não me obrigue a isto. Mas depois penso que estou no sítio certo e que a vou escrever nem que me custe horrores e que em setembro ela está revista, imprimida, entregue e eu vou estar à espera de provas. Entretanto não sei o que fazer da vida depois disto. Mas isso agora não interessa nada que eu tenho mesmo de acabar este capítulo dos diabos, put@ que pariu os capítulos teóricos, só me apetece deitar esta merd@ ao lixo e ter uma profissão que não me faça pensar nem usar as capacidades intelectuais.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Os dias correm à velocidade de sempre, estou cansada - exausta, pra ser sincera - e ainda falta tanto para fazer. As vitaminas ainda não chegaram, adio a escrita porque, no fundo, tenho um bocado de medo de escrever uma merda, de ser posta à prova. Escolhi um caminho difícil: o trabalho nunca acaba e, se parece que acaba, arranjo sempre mais uma coisa para fazer e assim prolongo o efeito bola de neve. Mas, por outro lado, é bom quando os itens são riscados da lista e as coisas estão feitas e têm sucesso.
Já reescrevi uma parte de ontem, completei outra, esquematizei a que supostamente já devia ter escrito. Vá, são duas páginas e meia - sim, porque eu sou uma rapariga que divide e organiza as coisas - e amanhã era escrever a parte da poesia e as conclusões e terça, quarta e quinta o 1.2 da tese. Sim, estou fora do tempo que defini, mas não atrasada. Já disse que sou resistente, demasiado. Não sei se já disse que sou exigente comigo, demasiado. E exigente com os outros. E por isso é que não me serve qualquer pessoa para se tornar uma amiga, qualquer homem para se tornar um amor. Claro que esta merda de ser resistente, exigente e às vezes obstinada é complicada por uma simples razão: pressão. Lidar com a pressão é das piores coisas que me acontecem. Trabalho bem com e sem ela. Mas preciso de reiniciar o sistema se a pressão não é no trabalho, mas em mim. Isto faz-se, vai-se fazendo. Há-que dividir o tempo. Que saudades dos exames, quando era tudo simples: trabalhar durante o semestre, ler, resumir, estudar, relacionar. Aqui é tudo em grandes proporções: 25 páginas, 30 páginas, 30 páginas, introdução, conclusão, bibiliografia, agradecimentos. Queria tanto não ter nada para me preocupar. Já não me bastava o trabalho todo e agora mais um problema. Andei o fim de semana preocupada, a torcer para que corra tudo pelo melhor, para que o miúdo se aguente e que o coração não lhe falhe. Ficar sem chão é tão fácil. E não acontece só aos outros.
domingo, 2 de junho de 2013
E depois há aqueles textos que uma pessoa demora a conseguir começar e afinal é um dos que dá mais prazer escrever. Parte 1 de 4 escrita, amanhã seria tão bom escrever o restinho (de 8 ou 9 páginas!!)... Ai a preguiça, estou a precisar tanto de tomar umas vitaminas, 'balha-me' Deus, que é uma soneira que se apossa de mim... A parte boa é que veio o calor e não me custa nada pegar no portátil, besuntar-me de protetor solar e pôr-me a escrever numa esplanada. Há-que trabalhar: pra escrita e pro bronze.
Meanwhile...o resto da vidinha está em segundo plano. Por tempo indefinido.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
maio
Este coiso anda parado, é certo. Aconteceu tanta coisa desde o início deste mês que eu nem sei bem como processar as coisas. No fundo maio foi e está a ser um mês de avanços e retrocessos. Ora eu sei uma coisa, ora já não sei mais nada, ora é uma coisa, ora já é outra totalmente diferente. Já não me sentia assim tão instável há muito tempo. Quer dizer, balançar as estruturas é bom, é positivo...mas não ter sítio onde meter o pé já não. E valha-me o Santo António que eu não faço ideia de onde meter o meu pé, onde me segurar. Adiante.
Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Acho que é o primeiro ano que não gosto nada de maio - e sempre foi um dos meus meses preferidos. Talvez seja pelo calor que falta, pela chuva que aparece, pelos acontecimentos maus, pela instabilidade... Que junho venha é depressa que melhor que este há-de ser com certeza.
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sábado, 4 de maio de 2013
Sábados
Sábados são sempre dias de exfoliação, de arranjar sobrancelhas, as unhas, depilação. Sábados são sempre dias de rituais de beleza, de poder ficar com a cara vermelha à vontade.
Sábados de manhã são dias de trabalho, de português e de francês. Já não são sinónimo de dormir.
Sábados à noite são dias de sair, de dançar, de beber um copo, de rir desgraçadamente com a família que se escolhe. E hoje vai ser um sábado daqueles.
Vai haver trabalho de manhã, rituais de beleza de tarde. E vai haver jantar de Serenata. E beijinhos, abraços, tecido preto a rasgar e fado nos Aliados. E fitas a abanar, agora escritas. E, só de me lembrar do que me escreveram nelas, já me caem lágrimas. E amanhã vai ser pior. E domingo outra vez. Já se passaram 5 anos e isto está a chegar ao fim.
Aquela faculdade é uma espelunca, mas trouxe-me as melhores coisas que já me aconteceram na vida.
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
Fase 2: o desespero
Eu não acreditava que era possível e achava um exagero quando as pessoas que estavam a escrever uma tese me diziam que choravam, que ficavam desesperadas com a jornada que tinham pela frente...até hoje. Depois da fase de leituras, segue-se a organização da bibliografia e o esquema ainda mais detalhado de escrita de cada capítulo. É como se fosse um puzzle de 1000 peças pequeninas que é preciso encaixar. É assim que eu vejo a minha tese, é o meu puzzle. E hoje fiquei desesperada e chorei porque é o tempo, são os nervos, são as peças que podem encaixar em muitos sítios, é o que eu quero dizer e não sei bem como porque é diferente, no fundo, de escrever um ensaio. E desesperei-me imenso e chorei e tive medo de falhar, muito medo mesmo, e entretanto fiquei emocionada quando abri o word e escrevi "Capítulo I" com o título logo a seguir, centrado, a negrito e pensei "you can do it, girl". E entretanto o primeiro parágrafo está escrito e, curiosamente ao contrário do que eu sempre disse sobre os primeiros parágrafos de textos, este foi o que me custou menos a escrever, o que me saiu naturalmente (isto, claro, até levar com as correções das orientadoras! ahah).
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Coisas de estar a escrever uma tese
As pessoas que fazem teses ou que já fizeram precisam de aprender uma coisa: cada um tem a sua forma de gerir o tempo, o seu método. Cada um está - ou deveria estar - ciente das suas responsabilidades, isto é, se fizer o trabalho que lhe compete, entrega uma boa tese a tempo e horas; senão ou não entrega e fica mais um ano ou entrega uma tese de merda. Só que isso é inteiramente da responsabilidade de quem a está a escrever porque, contas feitas, o raio da tese vai sair do lombo dessa pessoa. Isto tudo para dizer, almas apoquentadas, não me façam o olhar de pena/complacência/olhar de merda e de quem precisa de duas chapadas na tromba quando eu digo que ainda não a comecei a escrever ou quando digo "nem uma linha tenho" e faço um sorrisão. Isto para dizer que a minha tese - cujas leituras terminaram há meia hora - vai bem e recomenda-se. Começar a escrever agora está muito bom porque, ao contrário da piada dos meus queridos amigos, eu ainda tenho uma vida. E isto quer dizer, entre outros, moda & compras, saídas, teatros, cafés, cinemas, o sushi, as séries, os filmes, passear, viajar, a família, dormir. O que for. No final, ela vai estar pronta como as outras e eu vou olhar pra trás e não me vou lembrar de 1 ano de desespero e a contar dias porque "hoje é cedo pra começar a escrever", mas "amanhã, ai meu deus, já é muito tarde, já devia ter 30 páginas". Calma... que quem escreve 5 trabalhos de 10 páginas cada em 3 semanas, escreve perfeitamente uma tese de máximo 100 em 2 meses e meio. Sim, migas da jornada entesiante, porque eu ainda pretendo ter férias - apesar de saber que me vou atrasar porque vou empancar e tal e coiso, mas isso agora não interessa nada.
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GRRRRR
segunda-feira, 11 de março de 2013
Ahhhhhh...o cansaço
Sabem quando querem trabalhar mas estão dependentes de outras pessoas e, por isso, não podem fazer a vossa parte? Pois, foi o que me aconteceu. Até há 5 horas. Finalmente recebi O email e trabalhei que nem uma burra, pelo meio ainda arranjei o meu roteiro de passeio para Paris, inventei mais uma coisa pro trabalho. E isto com uma dor de cabeça daquelas. E uma dor de costas e de pescoço porque dei um mau jeito. E entretanto escrevi mais um texto, enviei emails até me doerem os dedos, mas estou contente. E assustada. Porque é 11 de março, eu tenho mais não sei quantas coisas pra ler quando já devia estar a escrever a tese. Só que tenho outro texto pra escrever pra dia 9 de abril. E falta-me basicamente tudo. E durante 6 dias vou descansar a cabeça. E basicamente estou fod*d* porque quando chegar vai ser trabalhar até mais não e tentar ter a decência de, pelo menos, a 27 de março começar a escrever. Com um mês de atraso. E sem preguiça, o que é pior. Mas a partir de 10 de abril vai ser sempre tese até junho. Acho que consigo, tenho de conseguir. Custa tanto escrever uma tese. Quem diz que "é só escrever" não tem ideia.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Dos problemas de escrever que eu não me canso de repetir aqui:
começar a primeira frase. Já escrevi 4 coisas diferentes e apaguei todas. Wish me luck.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Coisas boas de fazer uma tese #1
Como ainda tenho coisas para ler, posso-me dar ao luxo de o fazer confortavelmente instalada na cama e quentinha. (a parte má é ser mais fácil adormecer, mas isso agora não interessa nada)
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