A sensação mais estranha que me lembro de experienciar. É familiar e é distante, parece certo e parece a coisa mais errada e fora de tempo. É confortável e é desconhecido ao mesmo tempo.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
sábado, 21 de junho de 2014
Quando...
não há palavras, ou melhor, quando continua a não haver palavras. Há pessoas que realmente não têm noção do que dizem e muito menos do que fazem. Como é que é possível? Não entendo, nunca vou entender e nem quero entender.
(Que raiva.Que raiva, Que raiva. Mas vai passar; tudo passa.)
segunda-feira, 17 de março de 2014
Ok, respira. Acho que é o que me tenho dito nos últimos tempos e 'por últimos tempos' leia-se meses. Olhando pra trás, a verdade é que não tenho ideia de como sobrevivi a esta catrefada de coisas que me aconteceu. Antes era fácil: chorava que nem uma Madalena e passava. Agora não consigo; é como se tivesse perdido essa capacidade. Era natural chorar 3 ou 4 vezes por semana e bem longe vão os tempos em que todas as noites chorava (tal como longe já vai essa pessoa e ainda não sei se tenho saudades de quem eu era), mas o motivo era o de sempre, era uma "dor localizada". Agora parece que alguma coisa em mim se transformou, que endureceu, como se tivesse passado por uma espécie de filtro, de cabine transformadora. Se antes fazia questão de dizer que X me incomodava, agora estou numa de 'faz o que quiseres, deixa andar'; não é que não me importe, mas não mostro que me importo. À conta dessa dureza de carapaça, mal me sinto atingida contra-ataco. Normal, normalíssimo; não vou voltar a passar pelo mesmo over and over again. Não é bom, não. Tem sido dia a dia, sem grandes planos, sem grandes esperanças, sem grande rumo; poucas coisas definidas. Pelo menos as semanas estão a correr melhor porque não me sinto tão down e consegui fazer das tripas coração e ser genuinamente a pessoa mais bem disposta do mundo depois de levar mais uma patada que doeu. Com o tempo aprende-se a saber quando as coisas são ditas de propósito para magoar. O problema é quando se acha que o propósito de magoar não justifica o que se disse e não se mostra que se quer saber.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Assim pra dizer a verdade...
é isto que me apetece dizer a toda a gente. Nunca pensei chegar a este nível de tensão, de exaustão, de tudo ao mesmo tempo, de chegar ao ponto de a única coisa que me apetece fazer é dormir, é não ver ninguém, é não falar com ninguém, é não fazer nada, é deixar tudo pelo caminho porque há demasiado cansaço, demasiada ginástica mental, demasiados inspira-expira para sobreviver a mais um dia. A vontade que eu tenho de deixar tudo e ir embora pra não voltar.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Depois da grandessíssima merda que foi janeiro, começou fevereiro. Melhorou? Não. A verdade é que não melhorou. O André diz que depois de tanta coisa é má é porque só podem estar a chegar mudanças e coisas boas. Espero mesmo que ele tenha razão. É que à conta deste mês e 13 dias já estou totalmente esgotada, sem paciência pra fretes, pra merdas forçadas, pr'aturar pessoas palermas. Já fui bem mais tolerante, já fui bem mais disciplinada mas, foda-se, tenho sono e tenho fome. Penso que vou descansar nos fins de semana e pumba, já estou em mais velórios e funerais. Isto se não fosse trágico era uma comédia do c@r@8%#%. Estou cansada, 5 minutos a dormir são uma maravilha. Não tenho ido ao ginásio à terça porque estou descompensada de uma segunda feira horrível, tenho montes de livros pra ler - como raio é que eu vou preparar um projeto decente assim atrasada? Medo a acontecer em mim -, estou desmotivada, sinto falta de ter tempo para ler, pesquisar e passar uma noite a escrever um ensaio. Tenho saudades dos tempos em que não adormecia a ver filmes. Domingo à tarde foi lindo: sugeri o filme, aguentei meia hora. E aquilo tinha 2horas e 50 pr'aí. Acordei nos últimos 10 minutos com toda a gente a chorar, uma casa explodiu. "Foram os nazis?" - pergunta parva. "Não, foram ordens do Churchill". Ok, volta a dormir, Andreia, que o teu mal é sono. Sei lá eu que fazer à vida. Quem quiser entrar que entre, quem quiser sair que saia e que não se ponha é no meio do caminho. E era suposto eu ir pra cama e aterrar...mas não. Uma pessoa fica ali a pensar, a pensar e já cansa mais meio coração e 3/4 de cérebro. Não está fácil. Tenho de virar isto ao contrário e fazer outras coisas, ver outros caminhos. Se calhar só preciso é de ir bottar um shake, comer um sushi e chorar, que é coisa que raramente faço agora e que só me fazia era bem.
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domingo, 2 de fevereiro de 2014
Das coisas boas de janeiro: nada
Janeiro foi o pior mês que me lembro de passar desde há anos. Não teve uma única coisa em condições, salvo a marcação de uma reunião de um projeto que começa em fevereiro. De resto, foi uma merda: começou mal nas primeiras horas do dia 1 e acabou mal nas últimas de dia 31. Nunca mais acabava: só trouxe deceções, tristeza, dúvidas, instabilidade, insegurança. E chuva e vento e frio e constipações. E pessoas que não prestam e pior do que tudo pôs-me as fragilidades a descoberto. E isso é coisa pra me assustar a sério, para me fazer pôr a milhas de toda a gente, a afastar tudo e todos e escondida no casulo até voltar a ser seguro dar-me às pessoas à minha volta, até me sentir com força suficiente para continuar. Que vá. E não volte.
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sábado, 23 de novembro de 2013
Dieta report
A parte boa das dietas é descobrir receitas novas. Todo um mundo a descobrir no blog As Delícias das Guerreiras. Quero experimentar imensa coisa que isto de comer bifes desenxabidos já me está a dar nos nervos e preciso de variações na cena. A única coisa que me desagrada aqui é consumir tanto ovo. 2 por semana pra mim está muito bom que mais do que isso não há-de fazer bem. É que isto resulta mesmo!!! De segunda até hoje já se foram 2kg, caraças. Mas hoje tenho de desabafar: tenho fome, porra! Agora a ver as séries comia tanto um milka. Aiiiiiii! (Em vez disso...2 fatias de fiambre de peru e já é uma sorte!!!) E hoje os miúdos com suminhos e croissants e bolachinhas das boas e eu a olhar pra minha gelatina de 10 calorias. Yey. Valha-me a cola zero que é a única coisa que me alegra os dias. Isso e o pãozinho do pequeno almoço! Ahahahah
quinta-feira, 18 de julho de 2013
All I know since yesterday is everything has changed
Sempre pensei que o post de aniversário que ia fazer neste espaço que já tem tanto tempo fosse uma espécie de update da lista que fiz há um mês. Eu bem que já andava a sentir que alguma coisa ia acontecer e que me ia alterar os planos; andava já desde segunda com aquela sensaçãozinha de que uma coisa qualquer com a qual não contasse me ia aterrar no colo. Não estava enganada. Por isso, das poucas coisas que me apetece dizer este ano é que é incrível como de um momento para o outro tudo mudou e como a pessoa que sempre quisemos por perto agora é aquela de quem mais queremos distância, mas distância a sério, do tipo não querer saber de nada de nada, nem que seja pra dizer "está sol" ou "está chuva".
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Dos ciclos, dos recomeços, das mudanças
Sempre disse que julho, setembro e a passagem de ano eram, para mim, alturas de balanços e mudanças. Eu bem que andava com a sensação que este aniversário me ia trazer alguma coisa, que ia provocar uma mudança e não estava errada. Não foram precisas muitas horas depois da meia noite para confirmar o que eu já suspeitava, o que já me tinha entrado na cabeça, o que eu andava há meses a meter na cabeça porque, mais cedo ou mais tarde, se eu tinha seguido em frente, ele ia ter de seguir também. Pensei que o ano passado tinha sido o último ano de lágrimas, mas enganei-me. Estas doeram quando não as consegui controlar, não as queria, mas não as consegui engolir. Mas também sei que, pela primeira vez em anos, são as mais saudáveis, porque marcam um fim definitivo e um recomeço. Mas arde, arde-me o coração. Já não dói porque já não batia da mesma maneira há muito tempo. Mas arde daquela maneira aguda, está em ferida. Mas desta vez eu sei que é pele que vai voltar a nascer e não vai romper mais. São só e serão sempre daqui em diante memórias. Só não me peçam que veja, que assista, que fique feliz, porque não fico.Não me peçam para estar por perto porque não quero, não consigo, ia doer ver o meu fracasso diante de mim todos os dias. Acho que tenho o direito de não querer isso para mim. Fico contente por ele, por ver que superou, que finalmente também superou. Eu já tinha 99% de superação, só tinha a dúvida de 1% que agora já não existe. Foi como se me desligasse um interruptor, como se já não ligasse - na verdade já há dias que eu não sentia nada, nem quando pensava e me perguntava "mas como é que foi tudo embora?". mas materializar a coisa é diferente. Torna-se real, como está agora. Se antes era como se fosse um velório sem corpo, sem nada, agora tem tudo. É um luto breve - porque já tem sido de anos - e é uma libertação. Finalmente, de tudo. As coisas más conseguem tornar-se boas e ainda bem. Apesar das lágrimas, da última dor aguda, de um coração que precisou de ajuda pra continuar a bater de noite, já está tudo sereno. E agora vamos a uma nova vida que eu não tenho feitio nem tempo para moer mais isto. Ao verão, a mim e aos momentos felizes (aos do passado e aos que virão). E uns 23 de deixar qualquer um de boca aberta.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Mixed twisted feelings
Isto de se estar sozinho faz com que se tenha muito tempo para pensar. E geralmente é no que não se deve. É o que me tem acontecido nas últimas semanas e não tem ajudado porque a verdade é que eu não sei de nada. Sempre tive medo de uma coisa: histórias mal resolvidas que voltassem para me atormentar. E tenho uma - pelo menos para mim. Sempre tive medo de não conseguir fechar o capítulo. E parece que às vezes lá caio na tentação de ir atrás ler, reler, ver se dá pra mudar o final. Não dá, não dá, não dá. Foi isto que eu andei a meter na cabeça 24/7. Mas foi um encaixe forçado, há sempre um espacinho de sobra e é disso que eu tenho mesmo medo. E se eu nunca mais avanço a sério? (Porque às vezes parece que não saí do sítio e só me fui distraindo. Como se quisesse uns Louboutin, mas pra já só dá pra comprar sapatos da Zara. Não é o mesmo, mas dá pro gasto. A questão aqui é que não é suposto "dar para". Tem é de ser, alterar as preferências de marcas dos sapatos. Tive azar, é certo. O que parecia uma bóia de salvação estava mais furado que um passador. Ou quase. Ou se calhar porque eu também não quis saber, não estava para aturar. Se bem que contas feitas e eu não merecia. Adiante, os sapatos, os Louboutin são para esquecer (e porquê que eu às vezes tenho a certeza convicta que há ali qualquer coisa por trás do que é suposto dizer-se, que há muito mais nas (entre)linhas?!), mas no fundo sempre foram esses que eu quis. Pelo conforto, pela estabilidade, pela confiança, porque ao vê-los de cada vez seria sempre como se fosse a primeira, porque subir no salto seria sentir-me a mais tudo, como só os Loubis sabem fazer uma gaja sentir-se.
Preciso de não pensar. Pareceu-me que estar sozinha fosse boa opção, mas lá está, sinto-me...sozinha. Acho que estou a ficar sem opções: com os sapatos da Zara não demora muito até cair, com os Louboutin...infelizmente já é mais uma memória que outra coisa. E não era suposto ser isto.
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
Os dias correm à velocidade de sempre, estou cansada - exausta, pra ser sincera - e ainda falta tanto para fazer. As vitaminas ainda não chegaram, adio a escrita porque, no fundo, tenho um bocado de medo de escrever uma merda, de ser posta à prova. Escolhi um caminho difícil: o trabalho nunca acaba e, se parece que acaba, arranjo sempre mais uma coisa para fazer e assim prolongo o efeito bola de neve. Mas, por outro lado, é bom quando os itens são riscados da lista e as coisas estão feitas e têm sucesso.
Já reescrevi uma parte de ontem, completei outra, esquematizei a que supostamente já devia ter escrito. Vá, são duas páginas e meia - sim, porque eu sou uma rapariga que divide e organiza as coisas - e amanhã era escrever a parte da poesia e as conclusões e terça, quarta e quinta o 1.2 da tese. Sim, estou fora do tempo que defini, mas não atrasada. Já disse que sou resistente, demasiado. Não sei se já disse que sou exigente comigo, demasiado. E exigente com os outros. E por isso é que não me serve qualquer pessoa para se tornar uma amiga, qualquer homem para se tornar um amor. Claro que esta merda de ser resistente, exigente e às vezes obstinada é complicada por uma simples razão: pressão. Lidar com a pressão é das piores coisas que me acontecem. Trabalho bem com e sem ela. Mas preciso de reiniciar o sistema se a pressão não é no trabalho, mas em mim. Isto faz-se, vai-se fazendo. Há-que dividir o tempo. Que saudades dos exames, quando era tudo simples: trabalhar durante o semestre, ler, resumir, estudar, relacionar. Aqui é tudo em grandes proporções: 25 páginas, 30 páginas, 30 páginas, introdução, conclusão, bibiliografia, agradecimentos. Queria tanto não ter nada para me preocupar. Já não me bastava o trabalho todo e agora mais um problema. Andei o fim de semana preocupada, a torcer para que corra tudo pelo melhor, para que o miúdo se aguente e que o coração não lhe falhe. Ficar sem chão é tão fácil. E não acontece só aos outros.
domingo, 15 de abril de 2012
Everybody needs some time on their own
E eu odeio pessoas que não respeitam isso. E que tentam impor a sua suprema sabedoria na vida dos outros porque, obviamente, elas é que sabem. Às vezes os amigos não fazem por mal - já sei isso tudo e bla bla bla- mas há coisas que ficavam melhor silenciadas mesmo que em contexto de brincadeira (-s sucessivas, pois). E isto põe-me a pensar que se calhar até mesmo nesta coisa das amizades volta e meia vem aquele instinto natural de superioridade e que se dizem coisas só para rebaixar os outros, só para os fazer sentir no fundo do poço. É isso e o esquecimento - e eu conheço muita gente cuja memória é pior que a de um peixinho dourado - de que antes eram eles os miseráveis, os do fundo do poço, os que se queixavam. Eu realmente vim a este mundo numa edição super-hiper-mega limitada, deus me dê paciência.
E depois há as pessoas que nos confundem mais com ideologias e fantasias da treta. Como se já não me bastasse a minha própria cabeça e aquela coisa toda do tempo que foge e ai meu deus o que é que eu ando a fazer à minha vida. A sério, obrigadinha.
E depois há as pessoas que nos confundem mais com ideologias e fantasias da treta. Como se já não me bastasse a minha própria cabeça e aquela coisa toda do tempo que foge e ai meu deus o que é que eu ando a fazer à minha vida. A sério, obrigadinha.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
I'm human
E depois há aquelas pessoas no mundo que, se eu pudesse, fazia com que desaparecessem. Eu nem conheço aquela deficiente, mas só de olhar pra p*t* da foto apetece-me mandá-la pra outro mundo. P*t* da gaja que eu não posso com ela. Era ver-me hoje a olhar pr'aquilo e a dizer "vai mandar beijinhos ó c*r*lh*, minha deficiente". Já não lhe bastava ser feia que nem um bode e ainda tem um nome horrível de sopeirona.
E pronto, desabafei que também tenho direito a dizer este tipo de coisas. Sinto-me mais leve, mas continuo a querer que aquela miúda feia, p*t* que a pariu vá pra Marte, desapareça do mundo. Dasseeeeeee.
E pronto, desabafei que também tenho direito a dizer este tipo de coisas. Sinto-me mais leve, mas continuo a querer que aquela miúda feia, p*t* que a pariu vá pra Marte, desapareça do mundo. Dasseeeeeee.
[Sim, estou enervada e nunca escrevi tanto palavrão como hoje.]
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Eu disse:
"Quando eu finalmente decido alguma coisa e estou com disposição pra cumprir tudo até ao fim custe o que custar" - 3 de Janeiro.
15 dias volvidos...a zona de conforto é a mesma, o medo já é antigo. Não era para ser assim. E custa imenso. Nem radical eu consigo ser. Era difícil nas primeiras horas, no primeiro dia,na primeira semana e depois deixava de ser. Mas nem radical - leia-se "eu" - eu consigo ser. Sinto-me presa, de asas cortadas...por mim própria. Lucidez não me falta, mas chega a altura e este músculo idiota ganha. Ganha sempre. E eu estou tão farta dele, mas tão farta! Porque não o percebo. É estúpido todos os dias, acredita no que não deve, em quem não deve...mesmo depois de ouvir as piores coisas que se podem ouvir. Parece que esquece. E não pode esquecer. Quando a lucidez o lembra das coisas...foge, todo contraído que até dá a sensação que vai explodir. God...porquê que eu não consigo tomar uma atitude? Sou a melhor pessoa do mundo para lidar com tudo o resto: pressão de tempo em relação a trabalho, gerir a agenda para poder fazer tudo o que quero, estar presente naquilo que é importante, mas isto...isto eu não consigo resolver e não é por falta de esforço. Já me tentei habituar à ideia de pôr coisas em caixas e arrumar. Quase deu certo. Arrumei a caixa, virei-me para uma novinha em folha, cheia de coisas para eu aproveitar. Quase. Lá se foi essa e o que é que esta inteligência rara fez? Foi mexer no que estava quieto. Resultou? Óbvio que não. Não quero viver com uma caixa sem lugar fixo, não me quero habituar a que seja uma caixa paralela, uma zona de conforto e, ao mesmo tempo, de retrocesso.Não é bom, não é saudável.As caixas são para guardar coisas; não são para tirarmos tudo e deixarmos cá fora.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
domingo, 11 de dezembro de 2011
Adiei, adiei, adiei...
mas não há volta a dar. Já não dá para escrever mais nas margens, apertar a letra, tornar tudo indecifrável. Vou ter de virar a página.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 20 de junho de 2010
Estou a uma escassa meia hora de terminar um dos trabalhos mais horrorosos que já fiz na Faculdade e de entrar no modo só-me-falta-um-exame e estou de férias. Férias que é como quem diz! Entre reuniões, aulas para preparar, actividades para preparar e Novas Cartas Portuguesas para trabalhar não vai sobrar muito tempo.
Eu já cá venho actualizar as Sextas de Poesia...
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