estranho.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Do Desassossego
Hoje é noite de cinema no TeCa - Filme do Desassossego. O P. diz que não é assim tão maravilhoso quanto dizem...Será? A ver vamos!
Sobre outro desassossego - o meu -, há a dizer que quando nos livramos daquilo de que não gostamos, fica tudo mais leve! O meu 'desassossego' sossegou e agora só falta eliminar o que resta. E não vai ser fácil...Este sim é um verdadeiro delight. Tão ou mais desassossegado do que eu; em medidas diferentes, sim; em experiências diferentes. E aqueles olhos, aqueles olhos com sombras a vaguear. Aqueles olhos.
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domingo, 16 de maio de 2010
Noites sem sono
O Papa veio ao Porto e, por esse motivo, o meu fim-de-semana começou na terça-feira à noite. Até aí tudo bem. Quarta-feira: dormir (que bem estava a precisar), adiantar trabalho (o costume), Casal (obrigada A., J., Ferdinand e Miss bright side por terem comido aquele bolo de chocolate divinal à minha frente), Piolho e Altar. Até aí tudo óptimo.
Quinta-feira...mais tosse que a habitual. Estranho, mas pronto.
Sexta-feira: Voluptia morreu pro mundo. Sim, estou fechada em casa desde quinta-feira à noite, a tosse não pára (então de noite é o fim do mundo...), tonturas não me faltam, falta de apetite também tenho. Para ajudar disse-me a minha avozinha que estava "pálida, mesmo com ar de doente. Já viste como estão os teus olhos? Deixa cá ver se tens febre. Ah, que estranho! Não tens! Vai ver como tens os olhos!". Não, não tinha febre. Antes tivesse que era sinal que não andava movida a Nimed e chá e isto passava depressa.
O sono foi-se, mas pelo menos há uma tranquilidade em mim que já há muito tempo não sentia. Só me apetece ouvir Alicia Keys, ver Anatomia de Grey e dormir. Era bom, não era? Mas...não! Já li 10, sim 10, revistas Vértice, mais o Luandino com os amores do outro, e ainda o cancioneiro de Vinicius de Moraes e Tom Jobim e adorei ouvir de novo as músicas do Orfeu da Conceição. Ainda planifiquei um trabalho que, como já é hábito, vai dar ao sexo. Desta vez é mais à falta dele, já que se trata da virgindade do cavaleiro na Demanda do Santo Graal e no físico da obra O Físico Prodigioso, de Jorge de Sena. Até o trabalho da S. sobre os monstros na Eneida me parece melhor que fazer isto, mas lá terá de ser. Estava a desesperar por falta de ideias pra isto; menos um problema por resolver...
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sábado, 10 de abril de 2010
Quando o mundo gira
Há os dias em que acordamos com a luz acesa, o chão coberto de papéis, janelas de msn a piscar e amigas que nos dizem "Tu adormeceste, não adormeceste?", revistas ao lado da cama, capas e livros em cima da cama, o portátil em cima da cama, nós próprios na cama e o mundo a girar na nossa cabeça. O meu girou às 8.43h quando acordei com dores nas costas e rosnei um "vou voltar a dormir" porque o cansaço da semana era mais que muito e o tempo engoliu-me as forças e o pensamento. Mais uma volta, mais uma decisão. Deixa pra lá, penso nisso quando acordar que hoje é sábado e o meu cérebro não tem coerência para pensar em condições. Eram 14.42h quando finalmente o meu corpo achou que já chegava de descanso e os olhos se abriram. Acordei a pensar que às 8.43h o meu mundo girou e que só 10 minutos depois adormeci porque estava a pensar em possibilidades, em hipóteses sem chegar a lado nenhum. E em segundos passei pra outro pensamento: alimentar-me e dedicar-me a aulas. E de facto, durante umas duas horas estive a fazer isso ininterruptamente quando, de repente, o mundo começa a girar e dou por mim a pensar no que não queria, em quem não queria. E, ao aperceber-me disso, a recriminar-me terrivelmente por assim ser. You shouldn't feel that way. It's crazy! E depois liguei-me à Internet, vi no Facebook que o M. se tornou fã do grupo "Life is better when you decide you don't care" e em microssegundos decidi que I don't care, que está sol e eu não devia estar a pensar nessas coisas que fazem com que o mundo gire e que, afinal de contas, o melhor é decidir que I don't care porque se eu passar para o I care, o mundo não vai só girar, mas sim rodopiar, eu vou ficar demasiado tonta e desmaiar.
E cada vez mais me convenço que é por metáforas que gosto de falar.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Gostas ou estás apaixonado?
Há dias um amigo desabafava comigo sobre os problemas da relação. Dizia ele que ela era frágil e que não lhe podia dizer nada, que estavam a viver juntos (parte em que eu arregalo os olhos e digo "O QUÊ?"), que ele já não tinha espaço pra ele, que quando ela não estava com ele mandava-lhe MENSAGENS a dizer tudo o que não tinha coragem de lhe dizer na cara. E eu, que como sempre tenho a tarefa de fazer as perguntas difíceis, perguntei-lhe "gostas ou estás apaixonado?" e ele respondeu... "gosto". Perguntei-lhe também por que não acabava a relação e ele disse-me que tinha medo que não existisse mais ninguém que gostasse dele.
Na minha cabeça não se formula sequer a ideia de manter uma relação quando a paixão desenfreada se converte num simples"gosto". Não dá. Se ele me tivesse dito "estou apaixonado", eu dizia-lhe para lutar por aquilo até ao fim, nem que saísse despedaçado, nem que passasse noites acordado, nem que sofresse terrivelmente. Porque aí estaria apaixonado, estaria a lutar pelo que queria. Nestes assuntos amorosos, se tudo passa ao "gosto", então o "gosto" é amizade, é companhia e, pior que isso, é hábito. Não é paixão nem borboletas no estômago. É apenas magoar-nos, coagir-nos a uma situação que um dia se torna insustentável e que acaba com pessoas a virar a cara, a sentir ódio e, se calhar, a sofrer ainda mais. Claro que há laços que se criam, é díficil deixar, mas é capaz de ser o melhor.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
I keep on tryin'
Que a minha vida é um lixo já toda a gente sabe. Que a minha vida é um limbo também já toda a gente sabe. Agora, e se calhar deve ser pelo adiantado da hora, andam a vaguear pontos de interrogação gigantes no meu pensamento, que até parece que vou ser engolida por mim própria.
A ver: mas por que raio é que eu, depois das experiências falhadas, continuo a dar-me ao trabalho de, em primeiro lugar, pensar em ter uma relação e, em segundo lugar, em tentar ter isso?
Não devemos ser compatíveis. E eu e a Miss Bright Side chegámos à conclusão que os homens, na sua maioria, são uns conas que prometem as nuvens e sol e que, vai-se a ver, acabam por estragar tudo com a atitude que adoptam depois de - estupidamente - acharem que já somos pecinha garantida.
Mas também, verdade seja dita, o meu gesto instintivo é afastar quando começo a ver o caso mal parado, ou seja, "ah e tal acha-me piada, há aqui uma ligação e é extremamente grave eu achar piada". Por isso, os diálogos de MSN e SMS são:
-Olá! Tudo bem? :)-Sim.
(10 minutos depois)
-Então, que tens feito?
-Nada de especial.
-Ah ok. Mas está mesmo tudo bem?
-Já disse que sim.
-Ok, já vi que não queres falar. Beijinhos
-Tchau (quando estou bem disposta) ou Voluptia fecha a janela ou não responde a mensagem.
E assim, queridos, começo eu a destilar não só a minha frieza, como também sarcasmo e um bocadinho de crueldade. Sim, que isto para afastar é preciso saber ir ao ponto fraco e ser bitchy bitch. É começar a mudar o hábito que a coisa em pouco tempo entra num estado tão lastimável que acaba por se desatar o nó do problema. É, eu às vezes tenho a mania de ser egoísta e ficar com o verdadeiro problema pra mim.
É defeito da menina? É, pois claro que é. Mas quando uma pessoa se vê a braços com falhanços totais, traições e etc., confiar não é tarefa fácil; entregar nem que seja uma partezinha mínima do que nós somos já começa a envolver riscos; há um preço muito alto e começamos a pensar que se calhar não vale a pena pagar pra ver.Ou se calhar não.
Esqueçam lá isto que a TPM é uma coisa muito feia na minha vida.
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sábado, 16 de janeiro de 2010
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Proposal (Proposta Indecente)
-Did I ever tell you I love you?
-No...
-But I do.
-Still?
-Always...
-No...
-But I do.
-Still?
-Always...
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Toma e embrulha!
"Apaixonar-se é apagar as lamparinas do cérebro."
Eu não podia estar mais de acordo. Vem aquela fase aérea em que os pensamentos voam, o risinho estúpido sempre na cara, o arzinho feliz e aluado, as decisões tomadas na loucura do momento e que, geralmente, dão pro torto. Ainda bem que as minhas "lamparinas" têm azeite suficiente para eu não me apaixonar nos próximos tempos!
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Parece que ainda não foi desta que... aprendi.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Reacções de Voluptia ao choque
Cena I
Cena II
Voluptia põe um ponto final na relação com Hermes. A primeira frase que proferiu depois de "Então ok. Adeus" foi "Agora já posso dizer que já faço parte do grupo de pessoas que têm ex."
Cena II
Depois das revelações da J. ao fim da tarde, antes de Voluptia sair da Faculdade, sentadas no banquinho do piso 0, e depois de Voluptia ficar com cara de parva, a primeira frase que preferiu foi "Preciso de ir ao multibanco".
Realmente acho que foi a única coisa que fez sentido naquele momento já que parece que a Estátua da Liberdade também entrou na novela mexicana e anda a levar o actor latino para uns meandros, para umas ruelas perigosas.
[Agora era a altura em que eu abria os olhos e lhe dizia BYE BYE.]
sábado, 29 de novembro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
Lembranças...
E por que não ouvir a nossa música?
Tenho o WMP a tocar de modo aleatório. E ela aparece. Mas eu não a mudo. E não é para me lembrar dele. Simplesmente tenho de me habituar a ouvir agora o que já significou muito antes.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Tempora
Estava na Invicta a olhar o rio há uns longos dias. Os óculos de sol escondiam os meus olhos. Subitamente, e como sempre acontece, a intuição veio ao de cima. Olhei o magnífico Douro e pensei que, não muito tarde, aquelas águas seriam as minhas lágrimas. E, de facto, tal aconteceu posterioremente.
Ainda esta semana, passei por lá e observei a paisagem. A lágrima e a lembrança desprenderam-se do meu coração e decidiram viver.
Mas hoje, mais uma vez repeti o percurso e olhei com naturalidade e sem tristeza as águas do rio que anteviram o meu futuro próximo.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
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