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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Verão '14

Sabe-se que o verão está no fim quando se arruma o saco da praia, se tiram os cremes de lá de dentro para voltarem ao armário e se guardam as havaianas. 
Foi o verão mais chocho de sempre e que estes 3 meses que faltam passam rápido que o que eu quero é esquecer este ano horroroso. Começou mal, piorou, parou, correu mais ou menos e agora vamos ver. De qualquer das maneiras, há boas histórias e boas fotografias:






segunda-feira, 14 de abril de 2014

Do que ficou mal resolvido ou de quem não se espera encontrar:


Não se aprende nada aqui nesta minha vidinha complicada.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tópicos da semana

*Já está!!! O capítulo demoníaco está pronto!!! Quer dizer, ainda vai levar com correções em cima, mas o que me interessava está: a estrutura. Yeeeey!! Agora é avançar pro segundo que aposto que escrevo num instante!

*A saga dos telemóveis parece não ter fim: depois do 'avaria telemóvel-perde números' e da demora do cartão novo, eis que o cartão velho, a manter por umas semanas, decide deixar de dar. Lá vou eu pra operadora trocar o cartão (culpa minha, já o devia ter feito há mais tempo).

*Descobri que perdi a minha pen de trabalho. Provavelmente em casa, já que a usei ontem à noite. Já revirei tudo e não está. Outros sítios prováveis: café e trabalho. Espero bem encontrá-la... Não é que não tivesse cópias, mas... baaaahhhhhh Nem quero pensar.

*Por falar em telemóveis, o meu deveria tocar e nada. Diz que alguém foi ao mar e perdeu o lugar. Oooooohhhhh que pena.

*Descobri que The Borgias vai acabar na 3ª temporada. Whyyyyyy? Eu gosto tanto daquilo, a série tem tanto pano pra mangas. Parece que me resta começar a ver Scandal, Bates Motel, Suits e Mad Men - isto eu quero mesmo ver. Como é que vou ter tempo? Não sei. 

*Finalmente as vitaminas estão a fazer efeito e já não me dão sono. Agora dão-me fome. Sinto que todo um caminho para me tornar uma lontra está aberto. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Eu disse:

"Quando eu finalmente decido alguma coisa e estou com disposição pra cumprir tudo até ao fim custe o que custar" - 3 de Janeiro. 
15 dias volvidos...a zona de conforto é a mesma, o medo já é antigo. Não era para ser assim. E custa imenso. Nem radical eu consigo ser. Era difícil nas primeiras horas, no primeiro dia,na primeira semana e depois deixava de ser. Mas nem radical - leia-se "eu" - eu consigo ser. Sinto-me presa, de asas cortadas...por mim própria. Lucidez não me falta, mas chega a altura e este músculo idiota ganha. Ganha sempre. E eu estou tão farta dele, mas tão farta! Porque não o percebo. É estúpido todos os dias, acredita no que não deve, em quem não deve...mesmo depois de ouvir as piores coisas que se podem ouvir. Parece que esquece. E não pode esquecer. Quando a lucidez o lembra das coisas...foge, todo contraído que até dá a sensação que vai explodir. God...porquê que eu não consigo tomar uma atitude? Sou a melhor pessoa do mundo para lidar com tudo o resto: pressão de tempo em relação a trabalho, gerir a agenda para poder fazer tudo o que quero, estar presente naquilo que é importante, mas isto...isto eu não consigo resolver e não é por falta de esforço. Já me tentei habituar à ideia de pôr coisas em caixas e arrumar. Quase deu certo. Arrumei a caixa, virei-me para uma novinha em folha, cheia de coisas para eu aproveitar. Quase. Lá se foi essa e o que é que esta inteligência rara fez? Foi mexer no que estava quieto. Resultou? Óbvio que não. Não quero viver com uma caixa sem lugar fixo, não me quero habituar a que seja uma caixa paralela, uma zona de conforto e, ao mesmo tempo, de retrocesso.Não é bom, não é saudável.As caixas são para guardar coisas; não são para tirarmos tudo e deixarmos cá fora. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

16.3.2011:

tive a conversa menos conversa de sempre.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

É o que eu quiser

Lembrei-me agora da Carol no Algarve com sintomas de gripe e a dizer Não fico doente porque é o que eu quiser. Agora é a minha vez de dizer que não há dor de garganta nenhuma nem frio nenhum (ainda que pareça um urso polar enrolado numa manta da Kitty) que me estrague o fim-de-semana - que vai ser uma delícia - porque é o que eu quiser. Far away from here.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O meu pensamento de há 10 segundos foi: "hum...era tão bom que eu conseguisse fazer o que quisesse no computador através do olhar".
A minha mão está gelada, só me apetece hibernar e acordar quando estiverem 40º à sombra. Estou farta de frio, de indecisões, de férias, dos outros a julgar, dos saltos que me fazem doer os pés depois de horas e horas em cima deles.
Apetecem-me os pestinhas e as conversas dos 15 anos deles tão despreocupadas, tão simples. Apetece-me rir com eles, reclamar com o G. por me meter a mão nas orelhas, por me assustar quando vemos filmes de terror; tratar a Mary Anne como se fosse um bebezinho pequenino, chamar-lhe "bilu bilu da prima" e perguntar-lhe se ela (que afinal já é grande) quer vir comigo no Carnaval, mesmo correndo o risco de se lembrar de mim vestida de coelha com um pompom no rabo e um laçarote no pescoço. E o pestinha-mor com os bonecos da Playmobil e a PSP com aqueles jogos todos marados que eu, por mais esforço que faça, não consigo perceber; e também o "Querem jogar Trivial? Eu arranjo tudo!! Vá lá, prima, por favor!" e o "Ok, vai lá arranjar tudo e convence o resto a jogar!".

Nunca vi a coisa por este ângulo, mas se calhar isto deve ser depressão pré-vinte-anos a acontecer com 5 meses de antecedência.


Ou então é tudo TPM e daqui a 3 ou 4 dias estou fina.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

De como me perco na minha vida (parte II)

Eu não sou pessoa de acordar a chorar. E hoje foi isso que aconteceu. Se já várias vezes leram aqui a frase "A minha vida é um lixo", então deixem-me actualizar-vos: neste momento "A minha vida é um limbo". Isto não ata nem desata. E eu odeio a sensação de estar no meio de uma ponte e não saber se a atravesso ou se volto pra trás. Acordei com o cérebro a funcionar à velocidade da luz, pensamentos racionais, outros apenas estúpidos, pensamentos do coração - a parte mais idiota que há em mim. Duas horas volvidas, louça arrumada, pequeno-almoço tomado, roupa estendida, Minnie alimentada, camas feitas e quartos postos em ordem, continua tudo na mesma, assim. E eu não sei como é assim nem sei ser assim. Porque eu própria sou uma confusão organizada com ideias milimetricamente definidas. E depois abrem a porta da nossa vida, "desculpa lá, agora entro aqui a troco-te as camisolas do lugar" e uma pessoa fica assim, no limbo sem saber que decisão tomar, pra onde ir. Não gosto de me deixar ir ao sabor dos dias quando estou assim. Nem planos para uma semana consigo fazer. Têm-me saído todos furados. E ao mesmo tempo que vivo esta vidinha, tal como faço análise de texto, já encontro indícios de fatalidade. E eis aqui uma metáfora para dizer it wasn't meant to be.