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sexta-feira, 16 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
E não devia ser assim
E depois há as pessoas que procuramos - porque nos preocupamos - mas que só nos sabem tratar com patadas. E geralmente são aquelas que deixam de ouvir que só as procurámos para saber se estão bem.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
2º semestre - 2ª mudança
Vai ser como se começasse o ano outra vez. Já vi que não cumprir o que se define não é boa ideia, não foi nada boa ideia. Vai daí que amanhã começa o 2º semestre. E eu vou passar a deitar-me mais cedo, a acordar mais cedo, a aproveitar mais os dias e continuar a aproveitar as noites,quando se justificar claro. Pra já: um episódio de Downton Abbey, um bocadinho do Livro do Desassossego e bora dormir para amanhã acordar fresquinha, fresquinha, resolver as dores de cabeça que o sistema informático da faculdade me dá e começar a mudar. A custo e devagarinho.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Quando conduzo organizo pensamentos. Há bocado vinha a pensar em como tudo se repete. Alguma coisa acontece, atitude muda durante uns dias para distanciamento, depois volta tudo ao como era dantes. E vinha a pensar em inconstância, nos altos e baixos, nos picos de emoção e no fundo do poço. E não quero isso, quero saber onde posso pôr os pés, onde é seguro pousar sem cair o risco de escorregar. No fundo, sempre faltou isso. Nem presa nem demasiado desprendida.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
See you next week
Depois de uns dias de Viagem Medieval, de praia a norte, de muita praia e diversão no Sul de Espanha, vou descansar esta cabeça cheia de pessoas, pontos de interrogação, ses, coisas e coisas estúpidas e coisas ainda mais estúpidas para o sossego do Algarve.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Às vezes o melhor é não saber
Sobre essa coisa do 'sente que sente', há uns 2 anos era eu jovem para querer deslindar todas as sensações e emoções que passavam por mim. Então se me sentia confusa, as noites sem dormir e os momentos em que me punha fora do mundo eram um fartote. Tanto tempo volvido, e a propósito de uma conversa a más horas com a M. e com a J., cheguei à conclusão - e neste último mês e meio chegar a conclusões é a minha melhor qualidade - que também isso está vazio. Simplesmente opto por encerrar essa parte, de deixar tudo condensadinho, arrumadinho, quietinho, sem destrinçar, sem saber o que é, o que não é. No fundo essa parte está vazia, na parte do 'sente que sente, sente que não sente', se eu própria me questiono, fujo da resposta como o diabo da cruz. Portanto o melhor é fazer de conta que não existe, não saber, não pensar. Dói menos; é uma mão em cima da ferida a pressionar e não uma mão que mexe e remexe para fazer doer. E isto porque como diz Alberto Caeiro, "Pensar é estar doente dos olhos" (e do coração que não se tem - acrescento eu).
segunda-feira, 20 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
A (nossa) palavra
- para tudo - foi, é e será
estranho.
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terça-feira, 10 de maio de 2011
Ele há coisas!
A propósito das chuvadas dos dois sábados anteriores e das consequentes dores de garganta horríveis, dei por mim a pensar que não tenho tempo de ficar doente. Isto porque quinta é dia de *Queima*, sábado de teatro, domingo de apanhar um avião, de voltar e perder-me na imensidão de papéis que nasce nas paredes do quarto. Diz que os exames estão à porta e mais as candidaturas para o mestrado.
Pelo menos já me decidi a ficar no Porto. E ter essa decisão tomada é a melhor coisa do mundo. Saiu-me uma tonelada dos ombros.
[Entretanto já arranjei outra, mas pesa-me mais noutro sítio do que propriamente nos ombros.]
Pelo menos já me decidi a ficar no Porto. E ter essa decisão tomada é a melhor coisa do mundo. Saiu-me uma tonelada dos ombros.
[Entretanto já arranjei outra, mas pesa-me mais noutro sítio do que propriamente nos ombros.]
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quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Nunca fez tanto sentido
Só arranjamos tempo para quem e para aquilo que queremos. Sempre,sejam quais forem as desculpas.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Por aqui,a patinha está ligada e pousar o pé no chão é um 'ai socorro que isto dói'. Andar é uma tarefa que se oferece dolorosa e então carregar na embraiagem nem falo. E ainda pra mais com a minha sorte está sempre trânsito e não passo da 1ª, 2ª ou do ponto morto. Quase que fiz 30km aos guinchos hoje de cada vez que tinha de lá meter o pé.
Desgraças fora, estou estranha. Nem eu sei definir como nem quando isto aconteceu, o que despoletou, o que me fez ver outras coisas, o que me fez querer andar pra frente (sempre dando baby steps pra trás ou pro lado como boa carangueja que sou) e ao mesmo tempo a vontade enorme de arriscar uma última vez, mandar todas as opiniões pro alto, não pensar na altura da queda. Entretanto lembro-me do PP e da alegoria da vida. As metáforas do tiro de caçadeira e do ácido sulfúrico. Entre um e outro, oh Jesus, calharam-me os dois. Haveis de experimentar, queridos, levar um tirito sem darem conta e andarem por aí a ser corroídos por causa do ácido.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Mudou (tanto) tudo (tudo) tanto.
Mas afinal andamos a enganar quem?! Só se for a nós próprios. É um que anda com todas porque no fundo, no fundo tem medo de ficar sozinho. Ou que quer uma e que, mesmo querendo que ela seja feliz, está a torcer para que tudo corra mal com o outro porque a quer para ele. É o outro que gosta das duas, que não sabe de qual gosta mais, de qual gosta menos. É o mesmo que se faz de desentendido quando ela decide pôr um ponto final naquilo mesmo não querendo. É o mesmo que continua a perguntar-lhe religiosamente todos os dias como ela está. É esse mesmo, o que não a está a ajudar, que a elogia constantemente, que tem presentes pra ela. É ainda outro que já gostou dela, mas que já não gosta e, na verdade, sabem os dois do mesmo,mas disfarçam. Ou se calhar gostam do disfarce e um do outro, mas tudo (tanto) mudou (tudo) tanto. São os 2+2 que sabem o que querem e só de se olhar sabem que vão ficar juntos. É a outra que vai embora e não quer começar nada. São os outros que disputam a mesma pessoa. É um de tantos que está acomodado e que não acaba porque afinal mais vale ter um pássaro na mão que dois a voar. É a outra que morde o lábio quando desconfia. É a amiga da outra que ergue a sobrancelha quando percebe que o outro não a larga e que não a deixa esquecê-lo. É outra ainda que está na zona de conforto, como ela diz. E é a amiga que a puxa para o jogo constante que ela não quer jogar. E afinal aparece logo um que acha que 3 ou 4 palavras são ataques. Mas não. É uma questão de interpretação. É a outra que foi traída, mas continua apaixonada. A outra que está sozinha e deseja ardentemente apaixonar-se. A outra que quer esquecer o grande amor e não quer começar nada com ninguém. E é o outro que a pressiona sem se aperceber que já a perdeu. A outra que se reconciliou com o outro. A outra que está feliz com um há um ano. O outro que diz que não tem animação na vida.
É a outra que se lembra dos meses a passar, dos dias a correr. E que se lembra de fazer contas. As horas são sempre a somar,mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais meio ano. E, afinal, vai sempre mudando (tanto) tudo (tudo) tanto.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
I keep on tryin'
Que a minha vida é um lixo já toda a gente sabe. Que a minha vida é um limbo também já toda a gente sabe. Agora, e se calhar deve ser pelo adiantado da hora, andam a vaguear pontos de interrogação gigantes no meu pensamento, que até parece que vou ser engolida por mim própria.
A ver: mas por que raio é que eu, depois das experiências falhadas, continuo a dar-me ao trabalho de, em primeiro lugar, pensar em ter uma relação e, em segundo lugar, em tentar ter isso?
Não devemos ser compatíveis. E eu e a Miss Bright Side chegámos à conclusão que os homens, na sua maioria, são uns conas que prometem as nuvens e sol e que, vai-se a ver, acabam por estragar tudo com a atitude que adoptam depois de - estupidamente - acharem que já somos pecinha garantida.
Mas também, verdade seja dita, o meu gesto instintivo é afastar quando começo a ver o caso mal parado, ou seja, "ah e tal acha-me piada, há aqui uma ligação e é extremamente grave eu achar piada". Por isso, os diálogos de MSN e SMS são:
-Olá! Tudo bem? :)-Sim.
(10 minutos depois)
-Então, que tens feito?
-Nada de especial.
-Ah ok. Mas está mesmo tudo bem?
-Já disse que sim.
-Ok, já vi que não queres falar. Beijinhos
-Tchau (quando estou bem disposta) ou Voluptia fecha a janela ou não responde a mensagem.
E assim, queridos, começo eu a destilar não só a minha frieza, como também sarcasmo e um bocadinho de crueldade. Sim, que isto para afastar é preciso saber ir ao ponto fraco e ser bitchy bitch. É começar a mudar o hábito que a coisa em pouco tempo entra num estado tão lastimável que acaba por se desatar o nó do problema. É, eu às vezes tenho a mania de ser egoísta e ficar com o verdadeiro problema pra mim.
É defeito da menina? É, pois claro que é. Mas quando uma pessoa se vê a braços com falhanços totais, traições e etc., confiar não é tarefa fácil; entregar nem que seja uma partezinha mínima do que nós somos já começa a envolver riscos; há um preço muito alto e começamos a pensar que se calhar não vale a pena pagar pra ver.Ou se calhar não.
Esqueçam lá isto que a TPM é uma coisa muito feia na minha vida.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
De como me perco na minha vida
Há aqueles momentos na vida em que entramos em modo PAUSA. O meu foi hoje. 30 km a conduzir, a estrada sem fim. E a minha cabeça dava voltas e voltas a pensar em decisões que tomei, no rumo que segui. Tenho quase 20 anos e estou a meio da minha licenciatura de 3 anos. Pretendo continuar de imediato e seguir para mestrado. Quero estudar o que gosto; sinto-me como peixe na água no meio de livros velhos, de páginas e páginas de palavras a cheirar a mofo (ok, os de Linguística dispenso). Mas também quero ser independente depressa. Gosto imenso de espaço para mim: eu e as minhas ideias, divagações, coisas, gargalhadas por coisa nenhuma; não ter de dar explicações nem dizer que vou a X sítio, que provavelmente chego a X hora. Mas também sabe bem o miminho da família, a rotina a que estou habituada...
Parece que hoje ando a divagar e a passear pela minha vida. A sentir saudades de algumas coisas e pessoas, a lamentar ter feito outras, a rever o que aprendi e não esqueci; a pensar como serão aquelas que irei fazer, tendo plena consciência de que o amanhã é demasiado incerto.
Conheço-me tão bem que tenho medo das decisões que possa tomar daqui para a frente. Assusta-me saber exactamente como sou e quem sou. Deve ser das únicas coisas na minha vida que nunca pus em causa. Ultimamente tenho-me dedicado não só a família/amigos/curso como também a construir muralhas em relação à minha vida sentimental (sim, estou a falar daqueles seres humanos complicados que são os homens). É extremamente difícil alguém ultrapassar essas barreiras. O treino tem sido tão intenso que a cada dia ergo novas, ponho novos e variados obstáculos. Não estou mal assim; parece que aprendemos quando a vida nos puxa o tapete, quando nos mostra que tudo aquilo que pensámos é tão frágil que ao menor sopro corre o risco de ruir. E parece que algures no tempo eu prometi a mim mesma não voltar a ruir como já ruí. Mas, se antes era o "Esse? Não quero. Não estou pra me chatear a aturar um gajo que de certeza que me vai magoar. Pra quê? Se ele não me magoar,a minha reacção vai ser afastá-lo" ou "Aquele acha-me piada. Ok. E então? O que é que eu tenho a ver com isso?", agora é o simples "Sinto falta".
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sábado, 5 de dezembro de 2009
O tempo é um cavalo de corridas
Já estamos em Dezembro. Nem dei pelo tempo passar. Livros e mais livros (acho que isto é o que está no número 1 da minha vida), apontamentos, cadernos, fotocópias, saídas com as amigas (e a J. que agora criou um álbum de hi5 que sugere que eu a levo pra borga? e esta, hem?), Piolho, discotecas. E vão começar os jantares de Natal. E as prendas. E eu só vou comprá-las dia 23. Shame on you, Voluptia! Não tenho nada pra ninguém! Aliás, tenho: postais para escrever às amigas.
As aulas estão quase no fim, 3 trabalhos já feitos. Faltam 3. Acho que despacho 1 e metade de outro este fim-de-semana.
Sinceramente, não me apetece fazer a listinha pra enviar ao Pai Natal, não me apetece fazer a árvore. Não me apetece nada.
Vem aí a Passagem de Ano e, consequentemente, para além de álcool no sangue, um único desejo que eu (ainda) me atrevo a formular.
Ai vida, vou ver é se entro em Christmas mood ou então a coisa está muito negra...!
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