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quarta-feira, 5 de junho de 2013

E nos próximos 30 dias

depois das noites acordada a escrever
depois dos pensamentos trocados
do sono inquieto (tenho dormido tão mal, sonhado tão mal que ainda me canso mais)
das aulas para preparar
da tese para esquematizar (ela está toda na minha cabeça)

...

vida saudável
vitaminas (que já chegaram e dizem "1 comprimido antes do pequeno almoço...)
corridinhas à beira-mar
esplanadas
horários de sono decentes
poucos sonhos maus (que isto nem a dormir está bom).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dear March,

let's just forget these 5 days and restart, ok?

1. Não remexer no que está quieto. Era uma questão de dias, já sabia, mas não voltar lá por mais confortável que seja, por mais "seguro" que seja. Não, não, não. Acabou, não mexe, deixa quieto, faz de conta que não vê.

2. Seguir o 1. Mesmo que seja o pior momento para acontecer.

3. Escolher (melhor).

4. Limpar, limpar, limpar. Deitar fora o que não interessa.

5.Esconder-me na carapaça durante umas semaninhas e esperar que passe.

domingo, 29 de janeiro de 2012

É oficial

A cabeça desta pessoa é a coisa mais confusa que se pode encontrar à face da Terra. E não sabe o que quer. Por um lado é uma coisa e assim é que deve ser, mas por outro... O fim de janeiro é sempre a mesma coisa.

Das coisas mal resolvidas

Começo a rejeitar. Não totalmente, óbvio. Mas... antes nunca havia nem um só mas.
No mínimo...inusitado. E ao mesmo tempo quase nada parece ter mudado.
É tudo tão estranho - ainda, novamente. Tenho a sensação que no fundo há coisas que não foram perdoadas. É mesmo essa a palavra. Perdoar.Devia ter mexido nas coisas na altura certa, não deixar passar. Inevitavelmente um dia elas são mais fortes do que nós e vêm cá pra cima fazer estragos. Ninguém perdoa um amor que ficou na sugestão, que não irrompeu do peito, mas que parece continuar meio escondido, sem se distanciar por um só momento. Não perdoamos quando tomam decisões por nós, ainda para mais quando a escolha estava feita, mais que feita. Não perdoamos quando desistem de nós por medo. Não perdoamos quando se afastam de nós por pensarem que é melhor assim - e nem sequer nos consultam. Ninguém perdoa quando se desperta um amor para o ver reprimido, para o partir em pedaços e continuar a carregá-lo. 
Porque agora passou o tempo - queiramos ou não - e ele nunca deixa de trazer consequências. Talvez esteja a passar aquele momento em que me estou a libertar - e ao mesmo tempo sinto tudo de todas as maneiras, principalmente ciúmes - e não quero. É outra vontade independente de mim. Tão, tão estranho. Tudo me soa a falso. Tudo me soa a tempo que passa e torna as coisas normais. Tudo me soa a frete, a cordialidade. E eu odeio sensações de coisas porque sim. Tudo me soa a nada. E a mais pequena coisa...nem sei. 
Help, please. Agora já não é só a minha cabeça que está uma confusão total. O idiota que mora ali no lado esquerdo também já não sabe o que quer. E é a primeira vez desde há muito tempo que ele está assim. E no fundo eu não sei lidar com isto e parece que estou a ser obrigada. Merda.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Um assunto está mais que arrumado. O outro...bastaram 48horas para perceber que não vale a pena o esforço. Não compensa. Mais vale deixar quietinho, no canto. No fundo, também ele arrumado. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ela não tem tempo. É impossível não derramar uma lágrima de que cada vez que penso nela. E hoje já pensei nela umas 5 ou 6 vezes. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando acordei. Ela não tem tempo. E ela de certeza que tinha tantos planos, queria ver tanta coisa, os filhos casados, os futuros netos. De certeza que queria continuar a passear com os amigos aos domingos, nas almoçaradas regadas a petiscos e boas conversas, a fazer compras e marmelada e geleia em outubro - ela mandava sempre um frasquinho pra mim e este ano já não mandou - a regar as plantas de que tanto gosta. Ela não tem tempo. Não tem. E é só isso que me ecoa na cabeça. Todas as coisas que ela ainda tencionava fazer, todas as gargalhadas que ainda ia dar, todos os momentos felizes. Maldita, maldita doença. Sempre a levar mais um, a roubar tempo, constantemente a roubar tempo, em contagem decrescente repetidamente adiada. Ela não tem tempo.  
Tirar o passado do sítio e continuar a brincar com ele no presente nunca foi boa solução. E eu devia lembrar-me disto mais vezes.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Adiei, adiei, adiei...

mas não há volta a dar. Já não dá para escrever mais nas margens, apertar a letra, tornar tudo indecifrável. Vou ter de virar a página.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E uma semana depois...

...continua tudo igual.



[ou pior.]