É o pior do amor: ser tudo, ser o motor, ser o essencial e, ainda assim, não ser suficiente.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Este post é um pedido de desculpas
Dizem as leis da irmandade das gajas que temos de ser umas pras outras. O caraças. Seguindo este pressuposto universal, sempre que vemos uma mana em apuros é nosso dever de boas samaritanas alertá-la para o facto. O tanas.
Serve este post de pedido de desculpas à moça atualmente iludida pelo meu ex, porque efetivamente se vai lixar. Daqui a um mês ou um ano, esta moça vai-se lixar e vai acabar com o coração partido. Been there, done that. E eu sei disto tudo porque conheço a peça bem demais: não muda, não vai mudar; é como uma borracha que podemos apertar e muda de forma, mas que quando largamos volta ao mesmo. E eu tenho pena da moça porque nenhuma mana merece isto; aliás, ela está em apuros e não sabe, porque pra ela aquilo é a melhor companhia de todo o sempre, tanta felicidade, ai que eu sou a gaja que mudou o cabrão. O caraças. Isso não acontece. Mais: eu não sigo a lei da irmandade das gajas por um motivo óbvio: seria eu a passar por recalcada ou por ressabiada porque eu é que não fiquei com ele. Isto de as gajas serem umas pras outras é muito lindo, porque quando chegam estas horas as gajas viram-se contra as gajas porque as gajas são umas filhas da mãe.
Portanto, amiga, desculpa lá eu saber de antemão que estás a andar de bicicleta sem mãos e que vais cair e não te dizer nada. Entre meter-me numa confusão e ser alguém que não corresponde a quem eu sou, olha, aguenta quando isso der merda que eu também aguentei e estou viva e bem, que um homem desses nem pra pano de chão serve. Entretanto, muito boa sorte. Vais precisar.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Das constatações
Um ano não chegava para contar tudo o que me aconteceu no último mês e meio. Estou viva não sei bem como, já que andei a fugir de balas que me chegaram de todos os lados. Este 2014 anda-me a trocar demasiado as voltas. Eu bem digo que detesto anos pares.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Neste dia
O facebook às vezes tem graça e agora tem uma aplicação chamada "Neste dia" onde se pode ver o que se postou naquele dia mas de anos anteriores. Fui eu a 2010 e eis que aparecem por acaso seguidinhas duas publicações: a minha, uma música (minha e dele na época, -aos anos!) e um estado dele a dizer "(empty)". Awkward.
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terça-feira, 12 de novembro de 2013
E depois a vida dá cada chapada...
E uma pessoa ri-se, pois, não há mais nada a fazer. Tanto trabalho com pontos finais e de exclamação e afinal está tudo no mesmo barco. Ou parecido, vá. E na mesma vida, em modo ciclo, em modo coincidências-isto-tem-graça-porque-não-tem-graça-nenhuma, é demasiada coisa irónica e curiosa. Este mundo é bué cenas, como diria o outro.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
maio
Este coiso anda parado, é certo. Aconteceu tanta coisa desde o início deste mês que eu nem sei bem como processar as coisas. No fundo maio foi e está a ser um mês de avanços e retrocessos. Ora eu sei uma coisa, ora já não sei mais nada, ora é uma coisa, ora já é outra totalmente diferente. Já não me sentia assim tão instável há muito tempo. Quer dizer, balançar as estruturas é bom, é positivo...mas não ter sítio onde meter o pé já não. E valha-me o Santo António que eu não faço ideia de onde meter o meu pé, onde me segurar. Adiante.
Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Acho que é o primeiro ano que não gosto nada de maio - e sempre foi um dos meus meses preferidos. Talvez seja pelo calor que falta, pela chuva que aparece, pelos acontecimentos maus, pela instabilidade... Que junho venha é depressa que melhor que este há-de ser com certeza.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Conversas com amigas
Os momentos mais tristes destas coisas do coração são aqueles em que já não conseguimos arranjar mais desculpas, justificações,motivos para. E é tão triste olhar para as coisas, para a pessoa e perceber que não. Nem sequer é uma emoção bruta,nem é sequer um choque. Nada disso. É só triste. Não ficar chateado, não fazer birra, não discutir, não nada é só triste.
sexta-feira, 30 de março de 2012
De como as pessoas mentem ou a arte de se enganarem a elas próprias:
Então e tu, tens o coração livre?
...
...
Sim.
...
...
Sim.
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Constatações
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ela não tem tempo. É impossível não derramar uma lágrima de que cada vez que penso nela. E hoje já pensei nela umas 5 ou 6 vezes. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando acordei. Ela não tem tempo. E ela de certeza que tinha tantos planos, queria ver tanta coisa, os filhos casados, os futuros netos. De certeza que queria continuar a passear com os amigos aos domingos, nas almoçaradas regadas a petiscos e boas conversas, a fazer compras e marmelada e geleia em outubro - ela mandava sempre um frasquinho pra mim e este ano já não mandou - a regar as plantas de que tanto gosta. Ela não tem tempo. Não tem. E é só isso que me ecoa na cabeça. Todas as coisas que ela ainda tencionava fazer, todas as gargalhadas que ainda ia dar, todos os momentos felizes. Maldita, maldita doença. Sempre a levar mais um, a roubar tempo, constantemente a roubar tempo, em contagem decrescente repetidamente adiada. Ela não tem tempo.
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
A (nossa) palavra
- para tudo - foi, é e será
estranho.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Constatações # (não sei em que número isto vai)
Pior do que uma mulher que faz drama é um homem que faz drama.
[Haja paciência!]
[Haja paciência!]
segunda-feira, 14 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Constatações
Aos 15 dias do corrente mês de Janeiro de 2011, constato que a minha vida já deu 6 voltas e meia e continua tudo uma confusão. Em 15 dias, já há acontecimentos que cheguem e sobrem para um ano. A continuar assim, não sei onde vamos parar. Ai não sei não.
sábado, 10 de julho de 2010
Mudou (tanto) tudo (tudo) tanto.
Mas afinal andamos a enganar quem?! Só se for a nós próprios. É um que anda com todas porque no fundo, no fundo tem medo de ficar sozinho. Ou que quer uma e que, mesmo querendo que ela seja feliz, está a torcer para que tudo corra mal com o outro porque a quer para ele. É o outro que gosta das duas, que não sabe de qual gosta mais, de qual gosta menos. É o mesmo que se faz de desentendido quando ela decide pôr um ponto final naquilo mesmo não querendo. É o mesmo que continua a perguntar-lhe religiosamente todos os dias como ela está. É esse mesmo, o que não a está a ajudar, que a elogia constantemente, que tem presentes pra ela. É ainda outro que já gostou dela, mas que já não gosta e, na verdade, sabem os dois do mesmo,mas disfarçam. Ou se calhar gostam do disfarce e um do outro, mas tudo (tanto) mudou (tudo) tanto. São os 2+2 que sabem o que querem e só de se olhar sabem que vão ficar juntos. É a outra que vai embora e não quer começar nada. São os outros que disputam a mesma pessoa. É um de tantos que está acomodado e que não acaba porque afinal mais vale ter um pássaro na mão que dois a voar. É a outra que morde o lábio quando desconfia. É a amiga da outra que ergue a sobrancelha quando percebe que o outro não a larga e que não a deixa esquecê-lo. É outra ainda que está na zona de conforto, como ela diz. E é a amiga que a puxa para o jogo constante que ela não quer jogar. E afinal aparece logo um que acha que 3 ou 4 palavras são ataques. Mas não. É uma questão de interpretação. É a outra que foi traída, mas continua apaixonada. A outra que está sozinha e deseja ardentemente apaixonar-se. A outra que quer esquecer o grande amor e não quer começar nada com ninguém. E é o outro que a pressiona sem se aperceber que já a perdeu. A outra que se reconciliou com o outro. A outra que está feliz com um há um ano. O outro que diz que não tem animação na vida.
É a outra que se lembra dos meses a passar, dos dias a correr. E que se lembra de fazer contas. As horas são sempre a somar,mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais meio ano. E, afinal, vai sempre mudando (tanto) tudo (tudo) tanto.
sábado, 12 de junho de 2010
Sabemos que somos as pessoas com quem a vida mais gosta de brincar...
quando desmaiamos em igrejas a meio da missa e quando vemos a nossa vida a andar para trás porque o mestrado que queremos já se foi e que o que sobrou dele não tem grande interesse.
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