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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Do que ficou mal resolvido ou de quem não se espera encontrar:


Não se aprende nada aqui nesta minha vidinha complicada.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

E agora reparei que exatamente daqui a um mês vou estar a soprar duas velas: um 2 e um 3.
Que no próximo mês é suposto ter a tese escrita e pronta para correções.
Que há 3 festas de aniversário para celebrar os 23.
Que não sei o que fazer da vida.
Que nunca pensei chegar aos 23 e sentir-me tão instável.
Que os 22 foram bem bons.
Que vem aí a praia e há-que rezar aos santinhos para vir bom tempo.
Que vêm aí os saldos.
Que preciso de perder 3kg e ver se começo a ter tino nos hábitos saudáveis (mentira, isto só vai ser em condições quando eu acabar de escrever a tese e me passar os stress todo que ela me provoca).
Que sempre tive planos a médio prazo e que o meu plano mais longo é até setembro, quando a tese estiver entregue. O que é que eu vou fazer da minha vida? Não era suposto ter de decidir já. Vou tanto ficar deprimida, meu deus.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Decisão difícil:

vou dormir - que estou a cair de sono - e amanhã acordo cedinho pra escrever mais um bocado ou fico acordada a escrever?

terça-feira, 2 de abril de 2013

Das amigas #1

É um facto: tenho andado com uma disposição de rato de esgoto. Mal me apetece sair de casa, estive doente depois da Páscoa, o que significou hoje passar todo o dia de cama. E a juntar a isso há uma coisa a fazer-me espécie e a incomodar-me, coisa essa que eu tento ignorar, mas está lá. A minha amiga Joana diz que eu agora jogo à defesa e que esse é que é o problema, mas está-me a parecer que o mais certo é nem sequer ir a jogo. E basicamente andamos as duas a discutir isto: ela - uma otimista de todo o tamanho, que diz "vai, "amanda-te" que se correr mal a gente resolve como sempre"; eu - uma pessimista de todo o tamanho, com o "não faço, não digo, não falo, não pergunto, não mexo uma palha" na ponta da língua já em modo automático que isto de uma pessoa ter andado a levar pancada durante meses parecendo que não é coisa pra deixar mossa e para ter os pés demasiado presos ao chão. Foi nessa pessoa que eu me tornei, na que tem os pés tão no chão que qualquer tentativa de levantar voo é imediatamente frustrada.
E a minha amiga Joana, filha da mãe da Joana, a quilómetros de distância e a apanhar com a neve na Alemanha, é das minhas poucas amigas que me põe de uma forma muito subtil entre a espada e a parede e me obriga a fazer uma das coisas que me assustam mais, o "deita cá pra fora". E depois ainda me diz "AHAHAHAH EU SABIA!!!". A mulher mexe-me com o sistema, mete-me coisas na cabeça, aquelas cenas otimistas que as pessoas otimistas pensam e fazem - que é o caso dela. E depois eu fico com ideias. E  a filha da mãe da Joana que a quilómetros de distância me pergunta "estás bem?" e se eu disser "sim, muito trabalho" me responde imediato "oh...o que é que se passa? Já estás a evitar as coisas". E é também por isso que eu gosto da minha amiga Joana, a que passa a vida a tirar-me da minha zona de conforto. Porque isso sabe bem e é o oposto
de mim. E talvez me faça ir e ver o que é. Só que isso ainda não lhe disse.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Desde a Idade da Pedra

Como diria uma amiga minha, os homens não aprendem. E acrescenta ela que não sabe como tal facto é possível, já que isto deve ser assim desde a Idade da Pedra. A saber: rapaz gosta de rapariga, rapariga gosta de rapaz. Até aqui tudo certinho. Rapaz começa com dúvidas e vai tudo pelo cano. Contudo, rapariga permanece no seu sítio. Rapaz começa a magoar rapariga. Uma, duas, três, quatro, cinco, as vezes que forem precisas. E ela, magoada e a sofrer, continua ao pé dele. E rapaz continua a magoar: mais uma, duas, três, as vezes que forem precisas, até que um dia rapariga vira um bloco de gelo. Está irreconhecível: fria, egoísta, indiferente. E aí rapaz dá valor, corre atrás, chora à porta do prédio com a cadela ao colo e até é bem capaz de cair das escadas com tanta lágrima que lhe turva a visão. E ela na vidinha dela muito feliz e satisfeita. Sorte a dele se ela voltar pra ele depois de todas as vezes que a magoou e fez chorar. É,é assim desde a Idade da Pedra. E tantos anos volvidos, como é que os homens ainda não aprenderam o básico dos básicos?

quinta-feira, 31 de março de 2011

Na cabeça desta pessoa que vos escreve já não há mais espaço para tanta dúvida em relação ao mestrado que vai escolher.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

É impressão minha ou hoje a vida trocou-me as voltas todas?
O mundo está ao contrário. E eu devia começar a interiorizar a música do Caetano e cantarolar:

sexta-feira, 28 de maio de 2010

E quando ficamos super felizes por alguém, mas simultaneamente tristes de morte porque não vamos poder partilhar esse momento?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Está um gelo lá fora. (Ah, grande novidade que estás a dar!) Adoro tirar as camisolas quentinhas das gavetas, calçar botas, usar casacos...Basicamente, gosto de parecer um urso polar: cachecol, luvas (que hoje falharam e tinham dado jeito para não chegar ao metro com a mão gelada por segurar na pasta); o gorro dispenso, prefiro um chapéu. E como o sol estava convidativo, os óculos, claro.
Mais uma vez, começo a semana cansada. Pelo menos é a última. De 6 trabalhos, 3 estão feitos; desses 3, 1 está entregue, outro apresentado e o que resta entrego amanhã. Quinta-feira enclausuro-me em casa a fazer um para entregar sexta. De facto, o tempo não chega. Tenho feito por esticar o meu. Não abdico de nada do que gosto por X ou Y que os outros considerem importante. Vou às aulinhas todas, às quartas-feiras é ver-me a dançar no Altar, volta e meia saio às quintas (VR, of course, e as suas noites académicas) não sem antes passar pelo Piolho e pelo Melo, que a receita ajuda a aquecer nas noites frias. O fim-de-semana é que tem sido mais parado, ou seja, há SÓ um cafézinho com amigos, um teatro (cinema é que era! Shame on you, Voluptia! A última vez que lá puseste os pezinhos foi na Semana da Queima - onde isso já vai!), um jantar aqui e ali, uma discotecazinha com as amigas. Mas, essencialmente, o me e u fim-de-semana é passado em compras, Hospital Central e E.R. no AXN e livros. Quando digo livros, já estou a englobar:
-fotocópias das 5 cadeiras;
-bibliografia das 5 cadeiras (é ver-me a consumir livrinhos!);
-trabalhos das 5 cadeiras;
-apresentação de uma delas (pensava eu que ia ser uma valente bosta e afinal safámo-nos bem!!);
-passar apontamentos das 5 cadeiras.
E ainda dar atenção à família (que se queixa cada vez mais!), à minha Minne (coisa ma linda, cutxi cutxi), aos amigos e às amigas; 'aturar' alguns cromos que me aparecem, livrar-me de assombrações e ainda, se me interessar, dar bola a uma alminha que me pareça menos má (sim, porque este mercado...haja saudinha!).
Dormir pouco, acordar cedo, aturar-me todo o santo dia. (Cansativaaaaa que eu sou!) E perguntar-me, por exemplo:
- Será, será que tens tempo pra ir 'bater perna no shopping'?
-Será, será que não está na altura de comprares as prendas de Natal?
-Será, será que não está na altura de escreveres os 8 cartões de Natal para 8 amigas fofinhas?
-Será que nao está na altura de começares a procurar outro ginásio? (Sim,vou ter de trocar. Motivo: incompatibilidade de horários. Damn it!)
-Será, será que não é hora de ler, guess what, A Hora da Estrela?
-Será, será que já puseste aí uma love story pra trás das costas?
-Será, será que deves falar com X e começar o ano sem ressentimentos, historinhas mal resolvidas?
(Desengane-se quem acha que eu vou acabar isto com a imitação do vídeo do youtube!)
Pois é, não sei. Pra já ficam as questões, as dúvidas. Pode ser que eu até sexta-feira me decida a responder a alguma...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Divagando sobre...relações

O simples facto de eu me interessar por alguém não é fácil. O processo não implica que eu demore muito tempo, mas sim que haja um certo número de little things que considero essenciais num homem (e atenção que isto não me livra de me enganar como, in fact, já aconteceu) e que não vou explicitar agora. Isto significa que não me encanto com o primeiro par de calças que me aparece à frente, não tenho uma relação só porque sim e porque é giro dizer a toda a gente que tenho namorado (e "ai que lindo que ele é, este chuchu, esta couve-flor, este croquete de milho da cantina da faculdade"). A máxima sempre foi "antes só que mal acompanhada" e, acima de tudo, acho que uma relação é um complemento,não um motivo para sermos felizes, mas para sermos ainda mais felizes.
Ora há dias, em conversa com o P., ele dizia-me que eu estava muito exigente para os tempos que correm. E agora a dúvida é: demasiado exigente ou apenas selectiva?

domingo, 20 de setembro de 2009

Dúvida das 3 da manhã

Eu não gosto de pijamas. Eu ODEIO pijamas. E a questão põe-se: o que é que eu vou vestir pra dormir? O meu problema é não gostar de dormir de calças. Não me sinto à vontade; aquilo é muito largo. Vai daí, depois de remexer nas gavetas, decidi dar uso às leggins de leopardo que estavam arrumadas pra canto (a minha mãe, num acto de loucura, decidiu oferecer-mas no meu 11º ano...) e, pelo menos durante o sono, a menina aqui vai-se sentir uma tigresa.

domingo, 2 de agosto de 2009

Será que temos a capacidade de mudar ou apenas mantemos o que somos preso e controlado dentro de nós?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Momentos OMG no metro

Eu e a A. estávamos no metro hoje quando, do nada, ouvimos uma rapariga no alto dos seus 16/17 anos a dizer
"Sabes que eu não tenho muita força naquele sítio"
e a rir-se com ar lascivo. Ficámos um bocado traumatizadas (WTF?) com a situação e a A. vira-se pra mim e diz com ar sério:
-Obrigada, mãe e pai, por me terem dado educação.

quinta-feira, 26 de março de 2009

God, please...

Talvez seja hoje. É só apanhá-lo a jeito no corredor, fazer o melhor sorriso e dizer "Tens dois minutinhos?" E pronto, encho-me de coragem e digo o que tenho a dizer. Será que é hoje?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Impasse

Dentro de 12 horas:
A)Estou excessivamente frustrada
B)Estou exultante de felicidade



Depois anuncio o resultado! Wish me luck!