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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Das definições que se encontram sem querer


"Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa." 

(No quartinho dos fundos, na caixa mais escondida para não se ver, mas sem expulsar de casa.)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Eu preciso de livros de Coimbra. Até aí tudo certo. Mas agora - e à medida que o trabalho avança - descubro que preciso de revistas que  SÓ há em Coimbra. Mas mas...? Não pode haver aqui, senhores, não? É pra me enfiar numa biblioteca a 100 km de casa, é? 



Lá terá de ser.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Universo, universo...

vamos lá parar de conspirar, sim? Quando eu finalmente decido alguma coisa e estou com disposição pra cumprir tudo até ao fim custe o que custar então tu queres-me mandar lá pr'aquele sítio de que eu gosto tanto e do qual ando a fugir? Vamos lá a deixar aqui a menina sossegadinha na Invicta com as francesinhas e o More e o Douro, 'tá?

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Chamfort*

«Quand un homme et une femme ont l'un pour l'autre une passion violente, il me semble toujours que, quels que soient les obstacles qui les séparent, les deux amants sont l'un à l'autre, de «par la nature»; qu'ils s'appartiennent «de droit divin», malgré les lois et les conventions humaines.»



*citado por Júlio Brandão no Prólogo de Cartas de Amor, de Soror Mariana Alcoforado.