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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ah! E no meio de tanta coisa, diz que já defendi a tese e me saí bem. Foi um dia de nervos, mas já está e agora *só* tenho de ir pedir papéis... Ah...maravilha! A versão definitiva está entregue, já está tudo despachadinho, já houve um convite bem bom e surpreendente (e aceite, claro!) e diz que no próximo ano letivo vamos ver o que acontece.

(e presentinhos que eu também mereço!)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vacaciones

Assim muito de repente, malas feitas com vestidos fresquinhos, bikinis, óculos de sol e saltos altos. Diz que vou descansar, que vou a banhos em água quente, termómetro a mais de 30º e bolas de berlim. Levo comigo o computador que a tese tem de ser concluída e quando voltar, pra próxima semana, quero ter o capítulo pronto. E vai ser mesmo um lusco-fusco de Porto que um dia e meio depois de voltar já vou outra vez, agora com os loucos e lançados dos meus amigos pra mojitos, piadas, muitas fotos e praia. Hasta, chicos!





[E continuar a pôr a cabeça no sítio. Quanto mais tempo, mais distância - felizmente; quanto mais tempo mais vontade de distância. E que assim seja daqui para a frente. Cada vez mais.]

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Os dias correm à velocidade de sempre, estou cansada - exausta, pra ser sincera - e ainda falta tanto para fazer. As vitaminas ainda não chegaram, adio a escrita porque, no fundo, tenho um bocado de medo de escrever uma merda, de ser posta à prova. Escolhi um caminho difícil: o trabalho nunca acaba e, se parece que acaba, arranjo sempre mais uma coisa para fazer e assim prolongo o efeito bola de neve. Mas, por outro lado, é bom quando os itens são riscados da lista e as coisas estão feitas e têm sucesso. 
Já reescrevi uma parte de ontem, completei outra, esquematizei a que supostamente já devia ter escrito. Vá, são duas páginas e meia - sim, porque eu sou uma rapariga que divide e organiza as coisas - e amanhã era escrever a parte da poesia e as conclusões e terça, quarta e quinta o 1.2 da tese. Sim, estou fora do tempo que defini, mas não atrasada. Já disse que sou resistente, demasiado. Não sei se já disse que sou exigente comigo, demasiado. E exigente com os outros. E por isso é que não me serve qualquer pessoa para se tornar uma amiga, qualquer homem para se tornar um amor. Claro que esta merda de ser resistente, exigente e às vezes obstinada é complicada por uma simples razão: pressão. Lidar com a pressão é das piores coisas que me acontecem. Trabalho bem com e sem ela. Mas preciso de reiniciar o sistema se a pressão não é no trabalho, mas em mim. Isto faz-se, vai-se fazendo. Há-que dividir o tempo. Que saudades dos exames, quando era tudo simples: trabalhar durante o semestre, ler, resumir, estudar, relacionar. Aqui é tudo em grandes proporções: 25 páginas, 30 páginas, 30 páginas, introdução, conclusão, bibiliografia, agradecimentos. Queria tanto não ter nada para me preocupar. Já não me bastava o trabalho todo e agora mais um problema. Andei o fim de semana preocupada, a torcer para que corra tudo pelo melhor, para que o miúdo se aguente e que o coração não lhe falhe. Ficar sem chão é tão fácil. E não acontece só aos outros.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Weekending #4


(Verniz Maldivas, da Cliché)


Yey! Afinal havia um ovinho para mim!!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A minha mãe está a ficar crescida

Hoje disse-lhe que ia sair com o ***** e ela só (e sublinhe-se o só) perguntou "vais tomar café?". E mais nada. Linda menina.

sábado, 22 de setembro de 2012

Isto traz-me memórias tão boas, mas tão boas! Já não comia estes rebuçados há séculos. São os rebuçados da minha infância. Lembram-me o meu avô. Comíamos os dois; os de morango e laranja eram todos pra mim. Deixava sempre os de banana e os de mirtilo.Era uma correria até tirar os dois papéis que embrulhavam estes rebuçados. Hoje, anos depois de ter comido o último, procurei logo um de morango. E a seguir um de laranja. E lembrei-me de todas aquelas tardes em que ele se sentava no sofá, no canto direito sempre, com os comandos da televisão e o rádio, e eu me sentava ao lado dele. Passei tantas tardes assim, com caramelos de fruta, desenhos de barcos a caneta de tinta azul, tentativas de escrever alguma coisa de jeito sem me enganar na máquina de escrever, coleções de miniaturas de carros, coleções de tudo e mais alguma coisa, o Expresso de sábado e domingo. Que saudades.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Metade da semana já passou, a parte que mais custava. Texto pronto, cansaço até dizer chega, horas de sono em falta. Amanhã vai passar rápido e depois siga pro aniversário do miúdo mais novo, tratar de moi-même, finalmente usar um bruto de um salto alto, fazer cortes no texto, dormir umas horinhas e ir pra Coimbra na esperança que corra tudo bem, que seja um dia espetacular e tudo e tudo. Fingers crossed. *Ai ca neeeeeeeeeerbooooooooos*

sábado, 30 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Há coisas que nos chocam, que nos surpreendem e que nos fazem pensar que de repente tudo pode acabar, que no fundo não controlamos nada, que até podemos ter projetos, família, filhos, sonhos por realizar, mas que isso, num espaço de poucas horas, pode deixar de existir, que nós podemos deixar de existir. Não estava nada à espera de receber a notícia da morte da minha ex-tia, mãe do meu afilhado, do outro lado do mundo, vítima de uma meningite fulminante. Ainda no sábado vi fotografias da inauguração do novo salão de beleza, de certa forma acompanhei a evolução daquele projeto através do facebook e hoje acordei com esta notícia. É um choque enorme saber de uma coisa destas, ainda pra mais porque ela nem 40 anos tinha (acho), era uma mulher cheia de vida, bonita (linda mesmo!), deixa 3 filhos, tinha o mundo pela frente. Isto não me saiu da cabeça o dia todo. Vida fdp. 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Weekending #2

E pensar que ainda me lembro de ir vê-la à Ordem quando nasceu, que me lembro dela de fraldas e agora já me fez 18 anos, valha-me deus. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

É um xuxu esta minha cadela

Todo o santo dia depois do jantar a dona Minnie vai buscar o seu querido filho - o bebé, como ela o reconhece - e põe-no aos meus pés. Objetivo: eu atiro, ela vai buscar e traz. Isto podia ser assim só e ficávamos horas e horas a fazer esta coisa - garanto que ela não se cansa - mas eu gosto de a enervar. Então não lhe ligo nenhuma e é ouvi-la a chamar a atenção: ou ladra ou late ou põe o boneco em cima do sofá! Ah! E depois  de o pôr lá não se mexe, não desvia o olhar de mim. Teimosa como o raio que a parta. Bem, a minha mãe diz que os animais têm a personalidade dos donos. E acho que a teimosia ela aprendeu comigo.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A sério, uma beijoca ao meu primo Ruca


Gosto imenso do meu primo Ruca - rapaz que só tem um defeito: é benfiquista. E por apreciar tanto a companhia dele, no último jantar de família no sábado, fiquei sentadinha ao lado dele. Pois que me esqueci que o homem acabava de sair de uma gripe das fortes - com direito a febre e tudo e tudo. E, azar dos azares, o meu primo Ruca pegou-ma. Vai daí que tenho a garganta numa lástima, não dormi ponta de um corno esta noite porque das duas uma: ou dormia ou respirava. Tive tempo pra ver  3 ou 4 episódios de uma série de médicos no AXN - e dou graças a Deus por não ter visto as televendas...senão tinha uma vibroplate e uma daquelas coisas que cozinham tudo (parecidas com a bimby). Adiante, de manhã ainda tive tempo de descobrir que o Futre diz "pograma", arranjei-me muito bem para ir à faculdade - mais uma paragem para deixar uma grande beijoca a quem inventou a base, o pó e o corretor de olheiras. Lá fui eu fraquinha que mais parecia que tinha levado uma sova, bebi um chazinho, toca de tomar os comprimidos. Não faziam efeito. Siga à farmácia - mais uma beijoca pro senhor farmacêutico que me aumentou a dose do benuron e me deixou outra pessoa - encharcar-me de mais coisas. Estava quase pra lhe dizer "oh senhor, dê-me uma coisa mais forte que eu não posso ficar doente na semana da Queima", mas calei-me e só disse "dói-me muito o corpo, não dormi nada esta noite". 

E isto tudo pra dar um beijinho ao meu primo Ruca, o da gripe, que me transferiu vírus horrorosos. Espero que ele se entale com uma baguette já que vai para Paris da França. Mentira: uma beijoca e boa viagem.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Weekending







(Repare-se que este monopólio ainda é do tempo dos escudos e que quando não há mais casas...usam-se anéis e o Astérix)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Páscoa


E quando não souberem uma resposta digam "hum...Bobby Robson?" (private joke; piada que funciona ao vivo)

terça-feira, 20 de março de 2012

Ahahahahahhahah

"O Jorge Jesus tem um penteado igual ao meu."

Avó dixit.

(Jesus, isto não é bom pra ti, pá!!)

domingo, 11 de março de 2012

É daqui que vem o meu sentido de humor

Eu: Vó, achas que este rapaz é bonito?
Vó: Bonito?! Isso é bonito!?! Olha bem...parece que nasceu na noite dos trovões...e ficou assim.


Duas horas depois e sobre outra pessoa....

Eu: Vó, olha...não está muito gorda...
Vó: Não? Se isso não é gordo então não sei o que é magro.

A life to remember



Isto lembra-me sempre o regresso do meu pai de Itália. Trazia-me sempre estes chocolates, nestas caixinhas, neste formato. E os meus preferidos são o do invólucro cinza (chocolate preto) e o do azul e branco (chocolate de leite).