Mostrar mensagens com a etiqueta Tempo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tempo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 27 de maio de 2013

domingo, 26 de maio de 2013

Do (querer) estar sozinho

Acho que finalmente está feito, concluído com sucesso. Isto de mandar pedras às pessoas tem o seu quê de complicado, mas às vezes tem de ser. Não por mim, mas por elas. E agora sim, está tudo a zeros. Já era tempo. A ver se é desta que eu finalmente começo a respirar. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ela não tem tempo. É impossível não derramar uma lágrima de que cada vez que penso nela. E hoje já pensei nela umas 5 ou 6 vezes. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando acordei. Ela não tem tempo. E ela de certeza que tinha tantos planos, queria ver tanta coisa, os filhos casados, os futuros netos. De certeza que queria continuar a passear com os amigos aos domingos, nas almoçaradas regadas a petiscos e boas conversas, a fazer compras e marmelada e geleia em outubro - ela mandava sempre um frasquinho pra mim e este ano já não mandou - a regar as plantas de que tanto gosta. Ela não tem tempo. Não tem. E é só isso que me ecoa na cabeça. Todas as coisas que ela ainda tencionava fazer, todas as gargalhadas que ainda ia dar, todos os momentos felizes. Maldita, maldita doença. Sempre a levar mais um, a roubar tempo, constantemente a roubar tempo, em contagem decrescente repetidamente adiada. Ela não tem tempo.  

quinta-feira, 2 de junho de 2011

3.6.2011

Amanhã é o meu último dia de aulas da licenciatura.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O meu dia começou às 6.45 a.m.

e acabou às 3.46 a.m.












Vou cair na cama que amanhã começa às 8.30 e vai acabar sei lá eu quando.