Tenho um bom feeling para este ano. Já disse, não já?
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Sobre 2014 ou "Um ano inteiro não será suficiente. para tudo o que não nos acontece"
A verdade é que passei mais de metade do ano a querer que o ano passasse rápido de tão mau que estava a ser. Tudo de mau me acontecia em catadupa, como se mal viesse à tona uma nova onda me deixasse submersa de novo. Passei mais de metade do ano a fazer um esforço sobre-humano de me manter à tona, de conseguir respirar mesmo que aflita porque, afinal de contas, respirar é um sinal de se estar vivo. Chegou uma altura em que eu pouco me importava com o que acontecia; não é que as coisas não me continuassem a acontecer, mas batiam em mim e voltavam para trás, pouco me atingiam de tanto me bater num escudo que eu sabia agora ser de aço impenetrável. O meu desejo mais ardente de 2014 foi que 2014 se fosse embora. Metade do meu ano foi assim porque, contas feitas: funerais e atmosfera fúnebre a cada 15 dias, más energias no trabalho, excesso de trabalho e ter de me desdobrar em vinte, desilusões, deceções e mais uma panóplia de surpresas e eventos desagradáveis só contribuíram para que eu chegasse ao fim de cada dia a pedir por um sono descansado e que me retemperasse as forças para o novo dia que havia de chegar. Não tive sonos sossegados, antes pelo contrário, e dormi mal a maior parte das noites. Só dormi melhor (não bem) quando o cansaço era maior do que aquilo que o meu corpo protegido por um escudo impenetrável podia suportar. Tive insónias, muitas insónias neste ano tão difícil. 2014 foi um ano emocionalmente difícil, um ano que me tirou forças, que me partiu o coração mais vezes do que aquelas que eu achava que podia suportar.
Foi um ano de partir tudo para reconstruir. E foi assim que eu aprendi a gostar de 2014, não pelas coisas que trouxe, mas pelo bocadinho diferente de pessoa que me tornou. Não vale a pena gastar palavras para contar todas as histórias e todas as peripécias que me foram atiradas. 2014 atirou-me bombas pro colo e a verdade é que grande parte delas explodiu em mim porque sempre me faltou coragem para as atirar para outros e sempre me há-de faltar porque não consigo ser de outra maneira. Passei um ano muito preocupada mas a fazer de conta que nem sequer pensava nisso: com a Minnie, com as patas que lhe falham e com as dores que de vez em quando lhe dão e que me lembram que mais ano menos ano ela não vai estar mais aqui, com o resto da família e os episódios conturbados que foram acontecendo, com o que fazer à vida, com falhar na nova grande aventura em que me meti este ano e que me vai durar mais 2 anos e tal, com os amigos e com uma parte da estrutura que se partiu e que eu tentei segurar a tentar fazer de polvo e chegar lá com os meus oito tentáculos, mas não consegui e, por fim, com ele, que me desgraçou uma maquilhagem acabada de fazer quando me disse que estava todo partido outra vez.
Este ano foi de aprender: a gostar do ano em si, de aceitar o que acontece porque não vale a pena tentar medir forças quando se está claramente em desvantagem, de deixar a poeira assentar e de esperar pelo que vier, sem grandes dramas, sem dar demasiada importância ao que não importa porque, afinal, o que tiver de ser...é. É um cliché e eu detesto clichés e estou prestes a usar outro: confiar na intuição. Nunca nada foi tão certo aplicado a mim. Neste ano, que parece ter sido feito "no corno da cabra", como diria a minha mãe, quando confiei no que intuí, correu tudo bem e da única vez em que deixei a intuição de lado causei um dano em mim mesma que não devia ter causado.
Este ano foi de demasiadas palavras. Irónico que quem sempre gostou de palavras, que trabalha com palavras ache que um ano as tenha tido em demasia, mas isto é fácil de explicar: desvalorizar. O que se diz a alguém é demasiado importante para não ser verdadeiro. Quando se mente, a palavra perde valor, perde brilho. Quantas e quantas vezes eu não vi palavras escritas este ano e pensei "Onde é que eu já ouvi isso antes?". As pessoas e as palavras das pessoas são para valorizar; daí que 2014 me tenha transformado num pedacinho de pessoa diferente, que já deixou de acreditar só em palavras e que as quer acompanhadas de valores nos gestos, nas atitudes e no ser. E é disso que eu gosto em 2014. Hoje vou abrir o envelope lacrado há precisamente 1 ano no livro da Lídia Jorge e tenho ideia que vou descobrir que metade do que lá está escrito não foi cumprido. Vou voltar a arranjar desculpas para o ano ter corrido mal: a lista no livro da Lídia Jorge (mas porquê que eu lá escondi a lista se eu nem sequer gosto da Lídia Jorge - nem do cabelo dela?), o vestido vermelho que usei o ano passado, a cor errada da cueca do Réveillon, as 12 passas que engoli a contragosto (eu nem sequer gosto de passas!)... Mas nada disso tem problema e é preciso ter anos emocionalmente difíceis de gerir para ser mais e ser melhor. (E eu tenho um bom feeling em relação a 2015!) Bom ano novo.
"Não digas nada
a ninguém,
o tempo,agora,
é de poucas palavras,
e de ainda menos sentido."
Manuel António Pina (Cuidados Intensivos, 1994)
domingo, 5 de janeiro de 2014
Padres, caleidoscópios e recomeçar - isto tem mesmo uma explicação
Pois que já estamos em 2014. O jantar foi muito giro, super elegante, gente bem vestida (vá, nem toda a gente, mas pronto), subi à cadeira com uma nota e champagne, comi passas e tentei pedir os mesmos desejos que escrevi na listinha que fiz no dia 31 e que repousará durante 1 ano num livro da Lídia Jorge. Estava em boa companhia, comprei uma cueca nova para não fugir à tradição e usei um vestido vermelho de morrer e uns saltos vertiginosos que me deixaram uma gaja de mais de metro e oitenta. Estava tudo a correr tão bem até me virar e, em câmara lenta se formar a frase "está ali o *****". Lindo e só a mim, encontrar o 'ex'...nas primeiras horas do ano novo. Podia ter corrido bem, mas não correu. Resumo? Os homens não gostam de ser ignorados, parece que isso lhes revolve as entranhas e os faz ter atitudes (regadas por um elevado nível de álcool no sangue que não há de ter ajudado à irritação) lamentáveis. Passou.
O resto do dia 1 foi uma maravilha: almoço e jantar de família e aniversário da avó.
Os dias seguintes vieram carregados de uma atmosfera de morte e velório e funeral e foram emocionalmente cansativos. Não costumo gostar muito de ouvir padres a falar porque regra geral não dizem nada de jeito, mas gosto imenso de ouvir o padre de Oliveira do Douro. É daqueles que fecha a Bíblia e fala com as pessoas. Fiquei ali meia hora a ouvi-lo e acho que continuava. E realmente como ele diz, somos seres provisórios, é tudo demasiado provisório, passageiro e a morte é de facto uma chamada de atenção para a vida, para o que realmente importa. E isso deixou-me a pensar, como seria de esperar, em tudo isso. E metade do que me afligia passou, não por magia, mas porque há coisas e pessoas que realmente não interessam. E quem interessa está por perto, porque a vida às vezes é madrasta, mas também dá segundas oportunidades. Basta só mudar a perspetiva do caleidoscópio e ver outras combinações de cores e outras formas e, mais do que isso, saber reconhecer quando elas surgem e agarrá-las.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Antes de ir para 2013 #3 (o balanço)
Figueira. Lisboa. Coimbra. Mestrado. Início da tese. GEL. Teresa. Artigo. Crescer com o coração. Seguir em frente. Cumprir a maior resolução de ano novo. Fraquejar.Terminar.Voltar a sorrir. Aprender. Dosear. Rock in Rio. Praia. Verão. Sangria na esplanada. Noites na baixa. Noites na baixa de Coimbra. A 'nobiça'. P. Paris todos os dias na minha vida com o R. e o P.. Gin. Party People. Queima. Fitas azuis. Minhas. Mãe, avó. D..
Minnie. Cookie. M&T. G & J. Descobrir. Sapatos. Dieta. Casa. Livros & papéis. Dormir pouco. Dormir muito. Não dormir. Escrever. Trabalhar com o P.. Sonhos. Festas. As meninas. Os jantares. Os concertos. Os passeios. Os almoços.
Resumo: foi ótimo. Só faltou mesmo viajar.
Antes de ir para 2013 #2
Isto foi 2012. Crescer e lidar com as coisas de outra forma, aceitar, deixar para lá, correr atrás do que vale a pena e não correr pelo que é só assim-assim. Sem dúvida para continuar no próximo ano.
Antes de ir para 2013:
-coisas para o jantar de amanhã.
-pintar as unhas.
-arranjar o cabelo.
-escolher o que vestir - e isto vai ser uma árdua tarefa, oh se vai...!
-escrever uma listinha de 12 coisas para o próximo ano + o desejo para o jantar.
O que já está:
-cueca azul da tradição;
-vinho prontinho;
-agenda à espera de ser preenchida.
-pintar as unhas.
-arranjar o cabelo.
-escolher o que vestir - e isto vai ser uma árdua tarefa, oh se vai...!
-escrever uma listinha de 12 coisas para o próximo ano + o desejo para o jantar.
O que já está:
-cueca azul da tradição;
-vinho prontinho;
-agenda à espera de ser preenchida.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Então foi assim:
Corriam as primeiras horas de 2011 quando o Mário me mandou da cozinha para a varanda e acabei no chão com um escadote em cima. Corriam as últimas horas de 2011 quando eu, depois de um bacalhau com natas posto no forno, e na pressa de ir tomar banho e arranjar-me me magoo de uma maneira absurda na porta da cozinha! Resultado: ferida, mão inchada e a roçar o pisado. Pois bem, tinha de acabar como começou.
Depois da saga "não compro lingerie, não como passas, não peço desejos, não faço resoluções nem balanço, não subo para cadeiras com notas, não compro vestido, só bebo", eis que subi pro sofá de notas e cartão multibanco na mão, comprei vestido, não comi passas, mas pedi os desejos a comer uma banana (WTF?) e vi quem pedisse desejos a comer chocolate, fiz um balanço e pedi 2 ou 3 desejos (que neste preciso momento não tenho ideia quais sejam).
A festa no Rivoli foi óptima (apesar das dores nos pés!), deu pra dançar, tirar o pé do chão! E chegar a casa às 11 da manhã!
Feliz 2012! Nuuuuuuuuncaaaaa meeeeeeeenooooos!!!
Ah!E estou com uma ressaca brutaaaaaaaal!
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sábado, 31 de dezembro de 2011
Adeus, 2011
Quando foi bom, foi muito bom; quando foi mau...foi péssimo! Está quase a acabar e ainda bem. Despedir-me de 2011 é despedir-me dele e de 2010, deixar para trás aquilo em que acreditei mais e sempre. E por isso custa tanto. A decisão já estava tomada: mais umas horinhas e a minha zona de conforto não vai ser mais a minha zona de conforto, por mais bagunçada e estranha que sempre tenha sido. E sabe Deus o medo que eu tenho de coisas novas, de dar um passo para uma coisa diferente e de deixar o que é seguro para trás.
2011 foi sobretudo um ano de aprendizagem. Que gostar não chega, que é preciso sempre mais, que uma pessoa sozinha não segura duas, que muitas vezes os outros escolhem e tomam decisões por nós (you know,sempre foste a minha escolha no matter what) e alteram a nossa vida de uma maneira que não devia ser possível. 2011 trouxe Itália e Alemanha, um verão quente na Isla Canela, na Manta Rota e em Vilamoura. Trouxe Coimbra, os The Gift, os Party People; até a merda dos papéis este filho da mãe trouxe. E por mais que todo um circo se tenha armado, ficou quem realmente interessa. 2011 trouxe-me o S. (por pouco tempo, é certo) e o conforto de um sorriso e de um abraço. Trouxe-me os Party People, o *C, os amigos, o final da licenciatura e o início do mestrado. Também trouxe muitas lágrimas e noites sem dormir,um aniversário à chuva no Marés Vivas. Já falei do concerto dos The Gift e do CD deste ano? E a música da Florence e dos Coldplay. 2011 trouxe um dezembro de preocupação e ansiedade com muitas, muitas lágrimas quando a doença nos vence.
2011 trouxe mais definição, apesar de tudo. Foi mauzinho, muito mauzinho. E tu...tive de te deixar ir. Não quero, continuo a dizer. Neste caso não me resta grande escolha. Uma (grande) parte de mim está contigo. Sempre. (O sempre é relativo, dizia eu ontem.) Neste caso é sempre mesmo, porque me mudaste irremediavelmente. Com o bom e o mau, o muito bom e o muito mau. Porque gosto muito de ti mas isso não chega.
Adeus, 2011.
Espero por ti, 2012, sem pedir nada. Não quero pedir nem desejar nem esperar qualquer tipo de coisa. O que vier...que seja surpresa.
Nota: E eu no início de Dezembro disse:
-Não como passas, não compro lingerie nova, não faço listas nem balanços, não compro vestido novo, não subo pra cima de cadeiras com notas. Só bebo.
Estado actual: comprei lingerie nova, vestido novo e acabei de fazer um balanço.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Resultados da passagem de ano
M. visivelmente alcoolizado: Mandem-na (a mim) lá pra foraaaaa!
E catrapum que lá fui eu da cozinha pra varanda. E um escadote em cima de mim. Coisa pouca, portanto. Um quase traumatismo craniano, uma quase-morte e um quase desmaio. Ficam 2 nódoas negras entre o verde escuro e o roxo.
E catrapum que lá fui eu da cozinha pra varanda. E um escadote em cima de mim. Coisa pouca, portanto. Um quase traumatismo craniano, uma quase-morte e um quase desmaio. Ficam 2 nódoas negras entre o verde escuro e o roxo.
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domingo, 2 de janeiro de 2011
Momento do 1º dia de 2011 (é por isto que continuo a gostar das minhas amigas)
Ele manda-lhe uma sms: Pede um bom desejo em 2011...
Resposta do amigo depois de a ouvir a ler: Distância!
Resposta do amigo depois de a ouvir a ler: Distância!
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
And so it is...2010
Já passou? Voou. Tão complicado, 2010. Tanta perda, tanto golpe. Tantas noites em branco, 2010. Tanto trabalho tão bom. Um amor desencontrado (íssimo, íssimo). Tantas noites, 2010. De tudo. Noites e uma tarde. Tantos (des)afectos. No próximo ano quero que os lábios saibam menos a sal. E que as viagens continuem. E os amigos que se mantenham. E a irmã se recupere.
Um dia tudo volta, não é, 2010? O frio das tardes de Dezembro trouxe esse pedacinho de passado.
Um dia tudo muda, não é, 2010? Nem se sabe quando nem porquê. Tanto remar contra a corrente.
Um presente tão inesperado no aniversário. Presentes todos os dias pelos amigos que estão comigo, pela família que está cá pra não deixar cair.
Tão pouca escrita, 2010. Tão pouca. Vês o que fizeste às minhas palavras e às minhas veias?
Tantas realizações profissionais.
Tantos risos pela cidade. Tantos ecos da cidade.
Tantos dias de verão. Tantos bronzeado, calor.
Tão pouca escrita, 2010. Tão pouca. Vês o que fizeste às minhas palavras e às minhas veias?
Tantas realizações profissionais.
Tantos risos pela cidade. Tantos ecos da cidade.
Tantos dias de verão. Tantos bronzeado, calor.
Tanto frio no calor.
Tanta música na rádio, 2010? Podias ter ajudado e não ter passado duas vezes seguidas a mesma hoje.
Tantas noites por aí, tantas amizades solidificadas e outras que se quebram.
Tantas ausências e presenças.
Tantos presentes novos.
Tantos presentes novos.
Tantos concertos e conversas.
Tantas saudades.
Pois é, 2010, parece que vou ter de te deixar pra trás. E lembrar-me amanhã de ti como algo remoto.
Tão difícil, tão complicado, mauzinho até. Tão sofrido, tão surpreendente.
Pois é, 2010, parece que vou ter de te deixar pra trás. E lembrar-me amanhã de ti como algo remoto.
Tão difícil, tão complicado, mauzinho até. Tão sofrido, tão surpreendente.
Mas sim...gostei (muito) de ti.
And so it is
no love, no glory
no hero in the her sky.
Agora sim...
(a palavra de que eu não gosto)
Adeus.
domingo, 3 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
E agora...2010!
Queridos e queridas deste mundo, que tenham um óptimo ano de 2010 e tudo e tudo e tudo de bom! Se o mau vier...well, façam dele algo bom.
E eu despeço-me de 2009, deixo o meu trabalho de babá de duas cadelas ciumentas e mimadas...e vou para a festa. Ano novo, vida nova...mas há coisas que nunca mudam... Por isso, eu vou a todas!
Divirtam-se, bebam champagne ou o que quiserem, comam, não comam, vão para discotecas, casa de amigos, bares, restaurantes, bailaricos da paróquia...O que interessa é que festejem!
2009
Amigos que se perderam. Laços que se estreitaram com outros amigos. 14 que ganhei. Algarve. A gargalhada da E. A espontaneidade da V. O gozo em viver a vida da R. A lógica da S. Muitas festas e o "eu vou a todas". O Altar e noites para esquecer. O Altar e noites para relembrar. A Serenata. O cortejo. O L. A desconfiança e a desilusão. Mas ainda assim alguns momentos para relembrar. O traje. A G. A Faculdade. A cirurgia ao joelho. O P. As duas MJ e a C. Os Pedros. Risadas incontroláveis nas aulas. O sempre querido C. e os cafés no Angels. As discotecas. Os "pêgos". A Torreira. O Mercador de Veneza e Breve Sumário da História de Deus. A Queima. O Arroz. A Minnie. A mãe. A avó. O P. e a E. Os jantares com as amigas. As conversas. As confissões. Os livros. O papel e a caneta. A T., a Mary Anne, o Chico e o G. A t-shirt azul. Os projectos. A amêndoa amarga. Os exames. Eu própria.
Se 2009 foi assim...espero que 2010 seja tão bom ou melhor!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Situações caricatas
Acho que ainda não relatei aqui as minhas últimas horas de 2008 e as primeiras de 2009. Foi uma passagem de ano interessantíssima, bizarra (tal como o último semestre do ano transacto!).
Cá vai a desgraça: depois de uma manhã bem passada a comprar lingerie, chego a casa às 14.45h sem almoçar, saio para ir ao cabeleireiro às 15h e às 17h é que estou pronta. Pensava eu que ia matar a fome, mas não... Aparece o meu excelentíssimo pai para ir tomar café comigo. Mais uma horita (e eu sem comer!), chego a casa e penso que o melhor é começar a arranjar-me.
Primeiro momento: Voluptia carrega no interruptor, a lâmpada estoura e a luz vai toda abaixo (escusado será dizer que o meu grito ecoou na vizinhança!)
Segundo momento: momento de vestir a tradicional tanguinha azul... E não é que a pouquíssimas horas de 2009 a idiota rebenta?! (Valeu-me a minha avó!)
Lá fui jantar, jogar ao Buraco (parece que o joguinho de cartas pegou cá em casa...) e era quase meia-noite e eu, a T. e a M. subimos pra cima da cadeira mais à mão com os copinhos de champagne na mão... E já estávamos bem aviadas com o litro e meio de sangria ao jantar!!
O resto é melhor não contar que não me apetece nada estar aqui a gastar o meu latim a explicar a teoria da nossa obra que brevemente será publicada!
Well, pensando bem, acho que isto é tudo motivado pelo meu momento "t'á gravar" no dia 29... E ainda pra mais torci o pé... Como diria alguém "ai sorte macaca"!!
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Passagem de Ano
E para finalizar este belíssimo ano... "Se não quiseres aparecer bêbeda em casa dormes na minha". Não vou dizer a quem se dirigiu esta frase, como é óbvio!
A todos um ano 2009 em grande!
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Ups...pé n'argola
Último dia do ano...
Previsões para Caranguejo - JN 31 Dezembro
"Momento de lidar com situações de mais romantismo e diversão na vida a dois. As conquistas e declarações devem beneficiar os solteiros."
Quando se acaba o ano assim já nem se pede mais nada!
A todos um óptimo 2009!
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