Guilty. Até hoje só me esqueci disto duas vezes. Da primeira o falecido andou com aquilo dias e dias guardado mas devolveu-mo, desta...bem, foi mesmo a pressa de fazer o saco e sair de casa pra ir ao ginásio. Esta alminha foi malhar a sério, foi ao banho e estava-se a vestir quando notou que faltava alguma coisa: o soutien. Pois. Voltar a casa estava fora de questão. Bora lá então e já que há um shopping ao pé do trabalho, fica tudo a caminho. Pensava eu que me ia safar na nova Primark - que supostamente abriu sábado - e dei com a cara na porta. Bonito. Onde é que eu me vou safar com precisamente 30 minutos pra comprar isto e sem dar os olhos da cara por um? Em lado nenhum. Aqueles de que gostei...copas pequenas - a Oysho e a Women's secrets são lojas para esquecer. Ainda pensei que a minha sempre querida e fiel H&M me safasse como sempre...mas é das poucas lojas neste raio desta cidade que não tem a parte de lingerie. Resultado? Um dia inteirinho free as a bird e a pensar "está toda a gente a olhar pra mim". Nunca mais me apanham noutra destas!
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sexta-feira, 21 de março de 2014
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Rodeios? O que é isso?
Hoje um moço que já não sabe nada de mim há meses sai-se com isto mal me abre o chat:
-Oi. Já te separaste?
SAY WHAT?!?!?!?!
-Oi. Já te separaste?
SAY WHAT?!?!?!?!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Homens #9
Há coisas na minha vida que, se eu não tivesse presenciado, não acreditava. O ex de há 350 mil anos, para além de mandar sms que dizem "olá" e que não levam resposta, de achar que é bom ir para o chat relembrar o momento em que me viu na Queima do ano passado, também acha que é bom ir ver as minhas fotos no facebook e dizer-me que se eu estivesse de óculos parecia uma secretária sexy. E a cereja no topo do bolo é aquele momento em que ele diz "ui uiii" e eu, mais seca que um bacalhau, de forma abrutalhada, pergunto "o que é que foi?!?!" e ele diz "nada...estou só a imaginar" (aposto que estava com ar de palerma).
A sério, já podem aparecer os elefantes que isto mais parece um filme indiano. Em mau.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Am I bleeding?
Estava eu sossegadinha a tomar banho, olho para a água a ir pelo ralo e estava toda vermelha. 1º pensamento: ai meu Deeeeeus que eu me cortei em algum sítio, não senti e estou a sangrar imenso. Mas onde?
2º pensamento: oh que palermice. É a tinta do cabelo. AHAHAHAHAHAHAH
domingo, 21 de outubro de 2012
Momentos WTF
Há poucos minutos senti a minha inteligência a ser sugada. E isto porquê? Porque um ex de há 500 anos, depois de toda a porcaria que me fez na época, achou por bem ver se a coisa ainda dá. Na cabeça dele, eu já me esqueci de tudo. Só que Infelizmente (para ele), eu estou a adorar (payback's a bitch) que ele meta conversa e que diga que se lembra de me ver na Queima e que me faça o filme. - na cabeça dele vai funcionar. E perguntem-me: de que é que a criatura se lembra e acha que é uma memória que eventualmente despoletará alguma coisa em mim? Este imbecil lembra-se do momento em que o R. me puxou a camisola e me virou uma cerveja em cima. E a conversa dele não passa disto: ou porque se lembra desse momento - aliás, já me falou disso 4 ou 5 vezes - ou porque me viu e gostou muito do meu vestido (todo um fashion advisor que se está a perder ali...!Senhores do Pt Fashion, atentai na criatura!) e achou por bem dizer-me, ou porque diz que se vai deitar e que a noite é uma criança. Sim, isto aconteceu. Não adiantou que eu tivesse dito "eu estou a trabalhar na tese" ou "eu estou a ler" a ver se a conversa acabava, mas não me parece. E se eu não respondo lá toca o chat com um smile e novamente sinto a inteligência a esvair-se lentamente - talvez por solidariedade com a dele, não sei. Como eu não respondi mudou o assunto e agora quer uma sugestão de filme. Pffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff!
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WTF?
segunda-feira, 23 de julho de 2012
A odisseia dos sonhos esquisitos continua!
Então desta vez, só na noite anterior, sonhei que era mãe de gémeos (uns bebés fofos, fofos), boy and girl, e que tentava gerir o tempo entre tratar deles e trabalhar; depois disso sonhei que estava grávida de 9 meses (uma barrigona que deus me livre!) deitada numa maca e a ser transportada pelos corredores de um hospital onde só me diziam "vai levar uma epidural, não se mexa! NÃO SE MEXA!". Depois disso estava num funeral com 3 sobrinhos (não sei donde saíram, juro) e acordei aos soluços.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Bitch, please!
Eu já nem sei o que me irrita mais: pessoas que não percebem que estão a ser inconvenientes com pedidos idiotas ou se o facto de essas mesmas pessoas, depois de ouvirem um "não vou estar sempre a fazer isso porque não tem jeito nenhum", acabarem com a conversa dizendo "oh deves estar chateada com alguma coisa, desculpa por incomodar". WTF?!?!
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WTF?
sábado, 21 de abril de 2012
Vai ser por coisas destas que eu vou pro Inferno. Com um bilhete só de ida.
Ao telefone com o M.:
-E aquele deficiente que me vai mandar mensagem de bom dia à S.?
-A sério? Mas porquê?
-Ninguém percebeu. Nem ele. Tipo, ele nem sequer a conhece. Arrasei logo com ele. Mandei-lhe mensagem a dizer "és um bocado ridículo a mandar mensagens à minha amiga AHAHAHAHAHAH".
-Ai. Não disseste nada!!! (A esta altura ele estava de boca aberta e olhos arregalados, aposto)
-Ai não disse!!
-E ele?
-Ele perguntou porquê!
-E tu?
-Eu disse "parece-me que o facto de nem sequer a conheceres é suficiente."
-Ai que fim do mundo.
-Ai que cromo a mandar mensagens a quem não conhece. Eu vou muito pro Inferno por causa disto.
-Pois vais. Sabes bem.
E a eu não me coibia mesmo nada em dizer: não sou eu, és mesmo tu. Cromo.
Nota séria: se há coisa que eu não gosto é de gente que não sabe que lugar ocupa.
-E aquele deficiente que me vai mandar mensagem de bom dia à S.?
-A sério? Mas porquê?
-Ninguém percebeu. Nem ele. Tipo, ele nem sequer a conhece. Arrasei logo com ele. Mandei-lhe mensagem a dizer "és um bocado ridículo a mandar mensagens à minha amiga AHAHAHAHAHAH".
-Ai. Não disseste nada!!! (A esta altura ele estava de boca aberta e olhos arregalados, aposto)
-Ai não disse!!
-E ele?
-Ele perguntou porquê!
-E tu?
-Eu disse "parece-me que o facto de nem sequer a conheceres é suficiente."
-Ai que fim do mundo.
-Ai que cromo a mandar mensagens a quem não conhece. Eu vou muito pro Inferno por causa disto.
-Pois vais. Sabes bem.
E a eu não me coibia mesmo nada em dizer: não sou eu, és mesmo tu. Cromo.
Nota séria: se há coisa que eu não gosto é de gente que não sabe que lugar ocupa.
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Maldadezinhas
quarta-feira, 8 de junho de 2011
É por coisas como estas que eu ainda me rio
Estava eu muito sossegada da vida a fazer o trabalho horroroso que ainda me falta quando toca o telemóvel a atrapalhar a minha concentração. Atendi e nada. Nova chamada. Nada. Isto repete-se mais 3 vezes. Pergunto à M., ja chateada com tanta insistência, se ela conhecia o número e digo que recebi uma mensagem em branco. Ah! E depois outra a dizer "Liga-me". Pergunto eu: "Quem és?", a pensar que era alguém cujo número eu não tinha gravado no telemóvel já que o Cookie foi para arranjar há duas semanas e números que é bom não há. Pois bem, ao "Quem és?" recebo a resposta "o teu pai".
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Day by day,
Fait divers,
Rir é o melhor remédio,
WTF?
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Resultados da passagem de ano
M. visivelmente alcoolizado: Mandem-na (a mim) lá pra foraaaaa!
E catrapum que lá fui eu da cozinha pra varanda. E um escadote em cima de mim. Coisa pouca, portanto. Um quase traumatismo craniano, uma quase-morte e um quase desmaio. Ficam 2 nódoas negras entre o verde escuro e o roxo.
E catrapum que lá fui eu da cozinha pra varanda. E um escadote em cima de mim. Coisa pouca, portanto. Um quase traumatismo craniano, uma quase-morte e um quase desmaio. Ficam 2 nódoas negras entre o verde escuro e o roxo.
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Happy New Year
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Neste blog também se fala de açúcar
Chego eu ao Msn e pisca a janela do Abcinto: Voluptiaaaaaaaaaa, preciso de ti!
Eu, na minha boa fé: Que foi, Abcinto? Que se passa? (já a pensar que era desta que ele me ia mandar a tese pra eu dar uma vista de olhos)
Abcinto: Preciso que me mexas o café com o dedo, já que és tão doce.
Eu, na minha boa fé: Que foi, Abcinto? Que se passa? (já a pensar que era desta que ele me ia mandar a tese pra eu dar uma vista de olhos)
Abcinto: Preciso que me mexas o café com o dedo, já que és tão doce.
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Novelas da vida real
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
"Qualquer dia sai-te na sopa"
A sério que das duas últimas vezes que eu fui levantar dinheiro aquele raio daquele anúncio apareceu?
A sério que até na m**** de um texto de apoio de Romantismo, num mísera nota de rodapé, tinha de lá estar aquela palavrinha?
A sério que até na m**** de um texto de apoio de Romantismo, num mísera nota de rodapé, tinha de lá estar aquela palavrinha?
sábado, 31 de julho de 2010
Uma questão de nervos
Não, não vamos falar desse filme, mas sim do filme que é quando eu me enervo. Podendo não parecer, eu sou uma pessoa nervosa e quando os nervos chegam ao ponto de saturação nem sei se diga venham cá ajudar ou saiam daqui. Então isto é assim: durante muitos anos foi o estômago. Vomitava que me fartava, tinha dores de madrugada e não dormia. Depois isto acalmou e o esquema mudou. Ataques de ansiedade. Ela treme, ela chora, ela fica com falta de ar. Ela mal consegue pensar. É terrível. Não se controla. Há dias em que acho que se alguém me visse me chamava doida. Pobre Miss Bright Side que ontem aturou uma coisa dessas.Mas este não foi grave, não cheguei a ficar com as mãos paralisadas (true story) nem a tremer por todos os lados. Só a dificuldade em respirar. E o choro. Se não me chateassem tanto o juizo...eu não me enervava tanto.
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A minha vida é um lixo,
Coisinhas bizarras
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Say what?!
Praia, sol, cocktails, esplanadas, mariscadas, arrasar com o Ferdinand, o príncipe muito honesto de uma peça de Shakespeare, gozar com a franja da J. ou com a Miss Bright Side, principalmente com "já usavas um avental verde alface" ou "olha tu de azul celeste ou rosa choque", praia, a praia e a areia e o mar e as ruas do Porto à noite, as esplanadas do Cais, as francesinhas, o Tropical.
Em vez disso fui parar a uma rua duvidosa, cheia de medo de levar uma navalhada ou duas e ficar pr'ali a esvair-me em sangue. Ah e Barroco. É isso e estatuária barroca. Em espanhol.
sábado, 12 de junho de 2010
O casal da Casal
Muito honestamente, não gosto de grandes cenas na rua. Entenda-se a dita como shoppings, esplanadas, cafés, discotecas, etc. Grandes cenas entenda-se por filmes quase porno. Ontem fomos à Feira do Livro (meus queridos Nuno Júdice e Anaïs Nin) e depois, como é hábito, à Casal. Bolinho de noz, suminhos naturais e café à parte, ao lado da nossa mesa, já não se entendia se aquilo era bacalhau com todos, passe a expressão, se era moqueca... E só dizia o C. "Bem, está na hora de irmos embora que já chega de comer"; dizia a Miss Bright Side "Eu tenho pais! E eles não são assim!". Eu fazia o meu ar de não estou a ver nada, mas por favor tirem-me estes dois daqui.
De repente, tentando concentrar-nos na conversa que estávamos a ter, o que era praticamente impossível tendo em conta a performance do casal (que já não ia pra novo!), assustámo-nos: então não é que aquilo já ia no mete a mão aqui, mete a mão ali e juro, mais um bocadinho e tínhamos visto as cuecas da senhora.
Isto tudo pra dizer que um bocadinho de contenção e discrição nunca fez mal a ninguém.
Isto tudo pra dizer que um bocadinho de contenção e discrição nunca fez mal a ninguém.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Vá, agora a sério
Depois da saga dos sonhos com gravidez, veio a saga dos sonhos com casamentos. Pior que isso é perguntarem-me duas vezes no espaço de duas semanas se sou CASADA. Mas eu por acaso tenho ar de mulher casada, tenho?! Ainda tentei argumentar com "só tenho 19 anos, não há cá casamentos", mas ouvi "há pessoas mais novas que já se enforcaram", achando por bem terminar por ali a breve conversa.
Qualquer dia em vez de me oferecerem sapatos oferecem-me uma batedeira ou uma máquina de café! Quer dizer, pensando bem, já me ofereceram um conjunto de panelas, bem ao estilo do "é pro ENXOVAL" e sou herdeira legítima de uma infinidade de colchas de crochet, de toalhas, de panos e paninhos. I'm sorry to disappoint you...mas eu cá não gosto dessas coisas. Deixem-me lá entregue aos sapatinhos, vestidinhos, bikinis, maquilhagem, etc., etc. e esqueçam lá o trém de cozinha, a Bimby, a esfregona e a varinha mágica.
Qualquer dia em vez de me oferecerem sapatos oferecem-me uma batedeira ou uma máquina de café! Quer dizer, pensando bem, já me ofereceram um conjunto de panelas, bem ao estilo do "é pro ENXOVAL" e sou herdeira legítima de uma infinidade de colchas de crochet, de toalhas, de panos e paninhos. I'm sorry to disappoint you...mas eu cá não gosto dessas coisas. Deixem-me lá entregue aos sapatinhos, vestidinhos, bikinis, maquilhagem, etc., etc. e esqueçam lá o trém de cozinha, a Bimby, a esfregona e a varinha mágica.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Eu sei que já postei imenso hoje, que não é hábito. Até para mim é estranho porque quero escrever, preciso de. Não consigo adormecer, estou eléctrica, estou a oscilar demasiado, até para mim. E também me apetece escrever, começo e tenho vontade de parar. Acho que me partiram em peças e voltaram a pôr tudo para parecer direitinho, mas nenhuma ficou no sítio. As músicas na minha cabeça vão da Alicia Keys à Ivete Sangalo, do Michael Bublé ao Glee. A vontade de ler poesia confunde-se com a vontade de ler as crónicas de Vinicius e de descobrir as de Nélson. Apetece-me pegar no carro e ir sem destino, apetece-me ficar na cama enrolada a olhar pro escuro. Quero dormir a manhã toda, ficar acordada a noite toda para ir para as aulas. Quero faltar às aulas, quero fazer os trabalhos, não quero ler nada para os trabalhos. Quero ir para o Algarve, quero ir (de vez) para o Brasil, quero praia, quero botas, não quero calor, quero calor, quero vestir-me como um urso polar cheia de roupa e cachecóis. Quero sapatos de salto alto por vaidade e gosto, sapatilhas pelo conforto e pelo comodismo. Quero o rádio do carro nas alturas, quero-o a tocar baixinho, a embalar a noite.
Quero as facas de Melo Neto, a confusão de Pessoa, o meu estimado Álvaro de Campos, a singularidade do meu tão amado Pessanha, a crítica acutilante e os enredos do Eça. Quero o rigor de Camões e o olhar desenganado, quero o tempo do Barroco, não quero o tempo. Apetece-me rir para acabar a chorar quando sentir o olhar modificar-se, as linhas do rosto menos contraídas, aquela dorzinha aguda que antecede o resvalar da lágrima. Quero aquela dor que arde e que pesa e que me acompanha o dia todo; quero o tempo ocupado para não pensar, quero arrancar histórias, viver novas histórias, voltar para velhas histórias. Rever amigos, cortar laços com (des)amigos, quero o jantar em casa do Pedro, não quero o jantar em casa do Pedro. Decididamente, não quero o jantar em casa do Pedro. Ou se calhar quero. Quero o Douro e as águas paradas, o S. João; não quero o S. João porque odeio alho-porro. Quero vestidos e sandálias. Quero sair de calças de ganga e não levar carteira. Quero ter bolsos suficientes para guardar a tralha toda que anda sempre comigo. Quero usar este anel até ao último dia da minha vida. Quero atirar este anel para o chão.
Estou tão paradoxal. Demasiado, até para mim. Parece que já não encaixo dentro de mim, que me saem letras dos dedos sem pensar. Quero frio, cobertores. Quero passear na Baixa, quero ir à praia sozinha quando não estiver ninguém. Quero ver o mar. Não sinto o mar da mesma maneira no Verão. Toda a gente o invade e traz ruído ao meu silêncio. Gosto da praia quando está vazia. Gosto da praia quando está cheia. Quero beber vinho. Não quero álcool. Enjoei álcool. Apetece-me encher o quarto de flores, de todas as flores. Quero chá. Está um calor de morte e só me apetece chá. Quero água tónica gelada. Quero esplanada. Quero um lounge. Quero um bar de praia.
A única coisa que não me apetece é pensar. E é a única que teima em acontecer.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Constipação 1 - 2 Voluptia
Tanto me enchi de comprimidos que ela se foi embora! E sim, estou prontíssima para a noite no Altar com o pessoal todo. Desta vez somos tantos que, como diz o H., aquilo vai abaixo! E como desta vez não sou a condutora de serviço, sempre posso beber mais um copo de receita mágica e, se quiser, posso voltar alcoolizada pra casa que não apanho nenhuma multa. Bem, sempre posso ir parar ao Santo António e começar o dia a meter soro na veia, mas não me parece que isso vá acontecer.
Esperemos sim não encontrar o nosso amigo JP. Não me lembro se já falei dessa personagem do Altar, mas em todo o caso, aqui fica um resumo: na noite em que eu e a Miss Bright Side o conhecemos, ele tirou-nos uma foto com o telemóvel e mandou-me por bluetooth. Na semana seguinte fomos lá, eu vi-o e fugi. Só que, por azar, encontrou-me noutro sítio e disse "Eu conheço-te de algum lado, tenho a certeza!" e eu consegui convencê-lo que nunca me tinha visto na vida dele. Mas ele não me largava a conversar e eu disse-lhe "ah e tal, tenho de ir ter com as minhas amigas" e ele respondeu "Muito prazer, eu sou o João Pedro". E eu a rir-me que nem doida quando ele se foi embora porque, de facto, eu sabia que ele era o JP.
E é assim que eu passo de uma constipação para uma história estúpida da minha vida.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Ontem fomos ao culto...
e eu ouvi a seguinte conversa:
Voluptia (para Miss Bright Side): Eh lá, há aqui um corno!
E pronto, foi isto.
Ele (para uma ela visivelmente -muito- alcoolizada): Não devias namorar com esse gajo.
E pimba! Espeta-lhe grande beijo e ficam os dois juntos a noite toda e mete-a-mão-aqui-e-ali.
Voluptia (para Miss Bright Side): Eh lá, há aqui um corno!
E pronto, foi isto.
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sábado, 26 de dezembro de 2009
Isto deve ser depressão pós-Natal. Para além de estar com os sonos trocados, de ter passado o dia enrolada em cobertores a consumir exageradamente séries da FOX e do AXN, senti-me mal de sapatilhas. Nos primeiros 5 minutos em que as voltei a calçar, a sensação foi esquista. Fizeram-me falta os saltos altos. E muito. Como se já não bastasse isso, fui tomar café. Quer dizer, eu supostamente fui tomar café. Cheguei lá e só me apeteceu voltar para casa. Odeio aquela sensação de "I don't belong here". Acho que foi isso que me aconteceu. E é esquisito. Conheço toda a gente que lá estava, mas só um deles é que é meu amigo. E isso fez toda a diferença.
E agora como consequência, a Passagem de ano não me cheira que vá ser passada com esse pessoal. Acho que me vou sentir desconfortável. E pra isso mais vale ficar sossegadinha em casa a beber champagne e a ver o Goucha e a Júlia na TVI.
A bem dizer, eu queria era mesmo começar o ano no Altar, muito ao estilo "Eu vou a todas"!
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