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domingo, 12 de outubro de 2014

Resumo do meu fim de semana em gíria futebolística

Jogada perigosa, estou frente a frente com o guarda redes que, precipitado, vai à bola e faz autogolo, dando-me a vitória e terminando assim o campeonato.

A vida é uma coisa gira.

domingo, 21 de outubro de 2012

Momentos WTF

 Há poucos minutos senti a minha inteligência a ser sugada. E isto porquê? Porque um ex de há 500 anos, depois de toda a porcaria que me fez na época, achou por bem ver se a coisa ainda dá. Na cabeça dele, eu já me esqueci de tudo. Só que Infelizmente (para ele), eu estou a adorar (payback's a bitch) que ele meta conversa e que diga que se lembra de me ver na Queima e que me faça o filme. - na cabeça dele vai funcionar. E perguntem-me: de que é que a criatura se lembra e acha que é uma memória que eventualmente despoletará alguma coisa em mim? Este imbecil lembra-se do momento em que o R. me puxou a camisola e me virou uma cerveja em cima. E a conversa dele não passa disto: ou porque se lembra desse momento - aliás, já me falou disso 4 ou 5 vezes - ou porque me viu e gostou muito do meu vestido (todo um fashion advisor que se está a perder ali...!Senhores do Pt Fashion, atentai na criatura!) e achou por bem dizer-me, ou porque diz que se vai deitar e que a noite é uma criança. Sim, isto aconteceu. Não adiantou que eu tivesse dito "eu estou a trabalhar na tese" ou "eu estou a ler" a ver se a conversa acabava, mas não me parece. E se eu não respondo lá toca o chat com um smile e novamente sinto a inteligência a esvair-se lentamente - talvez por solidariedade com a dele, não sei. Como eu não respondi mudou o assunto e agora quer uma sugestão de filme. Pffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff!

domingo, 2 de setembro de 2012

Eu realmente devo andar muito estranha! Não é que está um calor dos diabos e eu só tenho frio, frio e só me apetece enrolar-me numa manta e meter-me na cama tapadinha até aos olhos?! 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dos sonhos

Esta semana foi uma semana muito agitada e sul americana na minha vida.
Eis que já andei pela Colômbia à procura de obras da Judith Teixeira e acabei sequestrada. Outra noite estava no Rio de Janeiro e tinha um filho chamado Rodrigo. 


E esta noite...estava em casa, no quarto, a escolher o que vestir e lembro-me que havia uma barraca da queima com uma pessoa a pôr música e um trampolim. Sem discussões, só sorrisos e abraços e coisas boas. Este podia perfeitamente ser real que eu não me importava nem um bocadinho.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Quando conduzo organizo pensamentos. Há bocado vinha a pensar em como tudo se repete. Alguma coisa acontece, atitude muda durante uns dias para distanciamento, depois volta tudo ao como era dantes. E vinha a pensar em inconstância, nos altos e baixos, nos picos de emoção e no fundo do poço. E não quero isso, quero saber onde posso pôr os pés, onde é seguro pousar sem cair o risco de escorregar. No fundo, sempre faltou isso. Nem presa nem demasiado desprendida. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Das coisas mal resolvidas

Começo a rejeitar. Não totalmente, óbvio. Mas... antes nunca havia nem um só mas.
No mínimo...inusitado. E ao mesmo tempo quase nada parece ter mudado.
É tudo tão estranho - ainda, novamente. Tenho a sensação que no fundo há coisas que não foram perdoadas. É mesmo essa a palavra. Perdoar.Devia ter mexido nas coisas na altura certa, não deixar passar. Inevitavelmente um dia elas são mais fortes do que nós e vêm cá pra cima fazer estragos. Ninguém perdoa um amor que ficou na sugestão, que não irrompeu do peito, mas que parece continuar meio escondido, sem se distanciar por um só momento. Não perdoamos quando tomam decisões por nós, ainda para mais quando a escolha estava feita, mais que feita. Não perdoamos quando desistem de nós por medo. Não perdoamos quando se afastam de nós por pensarem que é melhor assim - e nem sequer nos consultam. Ninguém perdoa quando se desperta um amor para o ver reprimido, para o partir em pedaços e continuar a carregá-lo. 
Porque agora passou o tempo - queiramos ou não - e ele nunca deixa de trazer consequências. Talvez esteja a passar aquele momento em que me estou a libertar - e ao mesmo tempo sinto tudo de todas as maneiras, principalmente ciúmes - e não quero. É outra vontade independente de mim. Tão, tão estranho. Tudo me soa a falso. Tudo me soa a tempo que passa e torna as coisas normais. Tudo me soa a frete, a cordialidade. E eu odeio sensações de coisas porque sim. Tudo me soa a nada. E a mais pequena coisa...nem sei. 
Help, please. Agora já não é só a minha cabeça que está uma confusão total. O idiota que mora ali no lado esquerdo também já não sabe o que quer. E é a primeira vez desde há muito tempo que ele está assim. E no fundo eu não sei lidar com isto e parece que estou a ser obrigada. Merda.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Depois há as coisas estranhas. Ontem já me deitei tarde. E andei 2 ou 3 horas às voltas na cama. A pensar. Qualquer dia vou rebentar de tanto que penso. Nos momentos que tive contigo. Coisa estranha para pensar agora. Agora que está tudo tão,mas tão longe. É estranho pensar nisso. E em tanta coisa que gostava de te ter dito. E no que já não faz sentido dizer há muito tempo.
Depois pensei em mim. E no tempo todo que passou por mim. Nos cacos em que me partiste o coração. Esses mesmos com que te deixei continuar a brincar. E ainda te dei alguns como se dissesse "toma, parte mais".