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sábado, 21 de junho de 2014

Quando...

não há palavras, ou melhor, quando continua a não haver palavras. Há pessoas que realmente não têm noção do que dizem e muito menos do que fazem. Como é que é possível? Não entendo, nunca vou entender e nem quero entender.




















(Que raiva.Que raiva, Que raiva. Mas vai passar; tudo passa.)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Das palavras

Isto anda parado. Ando sem paciência para palavras, a verdade é essa. Quando eu digo que realmente não sei como raio ainda estou de pé, é a mais pura das verdades. O que aconteceu foi só a pior experiência que alguma vez tive com um ser humano (se é que a expressão se pode aplicar...) e há dias em que me custa acreditar que haja gente capaz de ser tão reles. Dizia o poeta que "já gastámos as palavras", mas o que eu sei é que as pessoas abusam das palavras, do significado e do impacto que elas podem ter. O que aconteceu podia ter sido coisa para me arrastar para uma cama durante dias, para me deixar infeliz, para me roubar o pouco que eu ainda vou acreditando nas pessoas. Serviu para isso tudo, para eu perceber que afinal ainda sei chorar como uma criança pequena. Serviu para me incutir uma dose extra de medo de me dar aos outros, serviu para me abrir os olhos. Serviu para ter colo dos amigos - dos poucos que souberam - e para me mostrar que cresci e que afinal sei lidar com coisas. Não vou mentir: tenho um pedaço de coração arrancado e há coisas que já não posso mais ser e não consigo nem posso mais acreditar. Mas tenho um sorriso que não sabia que tinha pra me levantar todos os dias, para deitar a cabeça na almofada e dormir de consciência tranquila, de estar em paz. Tenho um pedaço de coração a menos e uma ferida feia ainda por cicatrizar, mas tenho a certeza que sei cuidar de mim. E tudo vai ficar bem.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Das coisas boas de janeiro: nada

Janeiro foi o pior mês que me lembro de passar desde há anos. Não teve uma única coisa em condições, salvo a marcação de uma reunião de um projeto que começa em fevereiro. De resto, foi uma merda: começou mal nas primeiras horas do dia 1 e acabou mal nas últimas de dia 31. Nunca mais acabava: só trouxe deceções, tristeza, dúvidas, instabilidade, insegurança. E chuva e vento e frio e constipações. E pessoas que não prestam e pior do que tudo pôs-me as fragilidades a descoberto. E isso é coisa pra me assustar a sério, para me fazer pôr a milhas de toda a gente, a afastar tudo e todos e escondida no casulo até voltar a ser seguro dar-me às pessoas à minha volta, até me sentir com força suficiente para continuar. Que vá. E não volte. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

É pros apanhados, não é?

É que só pode ser. Estou à espera que ainda me apareçam um senhor com uma câmara de filmar e um apresentador qualquer e que me digam "respire, menina, que isto é pros apanhados". É que não sendo...eu é que já nem sei.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mixed twisted feelings

Isto de se estar sozinho faz com que se tenha muito tempo para pensar. E geralmente é no que não se deve. É o que me tem acontecido nas últimas semanas e não tem ajudado porque a verdade é que eu não sei de nada. Sempre tive medo de uma coisa: histórias mal resolvidas que voltassem para me atormentar. E tenho uma - pelo menos para mim. Sempre tive medo de não conseguir fechar o capítulo. E parece que às vezes lá caio na tentação de ir atrás ler, reler, ver se dá pra mudar o final. Não dá, não dá, não dá. Foi isto que eu andei a meter na cabeça 24/7. Mas foi um encaixe forçado, há sempre um espacinho de sobra e é disso que eu tenho mesmo medo. E se eu nunca mais avanço a sério? (Porque às vezes parece que não saí do sítio e só me fui distraindo. Como se quisesse uns Louboutin, mas pra já só dá pra comprar sapatos da Zara. Não é o mesmo, mas dá pro gasto. A questão aqui é que não é suposto "dar para". Tem é de ser, alterar as preferências de marcas dos sapatos. Tive azar, é certo. O que parecia uma bóia de salvação estava mais furado que um passador. Ou quase. Ou se calhar porque eu também não quis saber, não estava para aturar. Se bem que contas feitas e eu não merecia. Adiante, os sapatos, os Louboutin são para esquecer (e porquê que eu às vezes tenho a certeza convicta que há ali qualquer coisa por trás do que é suposto dizer-se, que há muito mais nas (entre)linhas?!), mas no fundo sempre foram esses que eu quis. Pelo conforto, pela estabilidade, pela confiança, porque ao vê-los de cada vez seria sempre como se fosse a primeira, porque subir no salto seria sentir-me a mais tudo, como só os Loubis sabem fazer uma gaja sentir-se.
Preciso de não pensar. Pareceu-me que estar sozinha fosse boa opção, mas lá está, sinto-me...sozinha. Acho que estou a ficar sem opções: com os sapatos da Zara não demora muito até cair, com os Louboutin...infelizmente já é mais uma memória que outra coisa. E não era suposto ser isto. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

maio

Este coiso anda parado, é certo. Aconteceu tanta coisa desde o início deste mês que eu nem sei bem como processar as coisas. No fundo maio foi e está a ser um mês de avanços e retrocessos. Ora eu sei uma coisa, ora já não sei mais nada, ora é uma coisa, ora já é outra totalmente diferente. Já não me sentia assim tão instável há muito tempo. Quer dizer, balançar as estruturas é bom, é positivo...mas não ter sítio onde meter o pé já não. E valha-me o Santo António que eu não faço ideia de onde meter o meu pé, onde me segurar. Adiante.
 Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Acho que é o primeiro ano que não gosto nada de maio - e sempre foi um dos meus meses preferidos. Talvez seja pelo calor que falta, pela chuva que aparece, pelos acontecimentos maus, pela instabilidade... Que junho venha é depressa que melhor que este há-de ser com certeza. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ficar doente no dia a seguir à Páscoa não foi suficiente: pumba, toma lá uma constipação também. E febre. Basicamente de terça até hoje eu dormi. Porque estava cansada. E estou cansada. Tomar banho cansa, comer cansa, mudar de canal cansa. Hoje depois de almoço deitei-me quando cheguei a casa. Só arrebitei ao fim do dia, passou-me um bocado o cansaço (agora até me apetece citar o Álvaro de Campos). 
Na verdade, o cansaço não é só físico. Veio o resto, veio uma facada de um lado que eu não esperava que o fizesse. Que doeu e ainda dói - até a mim. Não é que passe os dias a chorar - que não passo; não é que passe os dias ansiosa - que não passo; não é que passe os dias triste - que não passo; não é que passe os dias chateada - que não passo; mas estou magoada, ferida. E desconfortável, traída até. Lucky me que tenho um coração revestido de pedra e só saíram (ainda) umas lascas (e que não saia mais nada senão eu nem sei). 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim
Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo  

segunda-feira, 30 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

...

What if you should decide that you don't want me there in your life,
That you don't want me there by your side? 

(Coldplay - What if)

domingo, 15 de abril de 2012

Everybody needs some time on their own

E eu odeio pessoas que não respeitam isso. E que tentam impor a sua suprema sabedoria na vida dos outros porque, obviamente, elas é que sabem. Às vezes os amigos não fazem por mal - já sei isso tudo e bla bla bla- mas há coisas que ficavam melhor silenciadas mesmo que em contexto de brincadeira (-s sucessivas, pois). E isto põe-me a pensar que se calhar até mesmo nesta coisa das amizades volta e meia vem aquele instinto natural de superioridade e que se dizem coisas só para rebaixar os outros, só para os fazer sentir no fundo do poço. É isso e o esquecimento - e eu conheço muita gente cuja memória é pior que a de um peixinho dourado - de que antes eram eles os miseráveis, os do fundo do poço, os que se queixavam. Eu realmente vim a este mundo numa edição super-hiper-mega limitada, deus me dê paciência.

E depois há as pessoas que nos confundem mais com ideologias e fantasias da treta. Como se já não me bastasse a minha própria cabeça e aquela coisa toda do tempo que foge e ai meu deus o que é que eu ando a fazer à minha vida. A sério, obrigadinha. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Dear March,

let's just forget these 5 days and restart, ok?

1. Não remexer no que está quieto. Era uma questão de dias, já sabia, mas não voltar lá por mais confortável que seja, por mais "seguro" que seja. Não, não, não. Acabou, não mexe, deixa quieto, faz de conta que não vê.

2. Seguir o 1. Mesmo que seja o pior momento para acontecer.

3. Escolher (melhor).

4. Limpar, limpar, limpar. Deitar fora o que não interessa.

5.Esconder-me na carapaça durante umas semaninhas e esperar que passe.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

4. Olhos mortiços e vazios.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E uma semana depois...

...continua tudo igual.



[ou pior.]

domingo, 12 de junho de 2011

odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sábado, 17 de abril de 2010

"Muita conversa dá em paixão", já dizia o A.

A J. há dias perguntou-me: E se eu me apaixono?
E eu disse: apaixonas-te, corre bem por uns tempos, começa a correr mal, começam-se a afastar, depois ele diz que quer falar contigo porque tem de ser verdadeiro e espeta com um Não és tu, sou eu! na tua cara, mais umas quantas lágrimas de crocodilo porque entretanto já tem outra na mira. Choras que te fod**, dizes mal dos homens uns 2 ou 3 meses, dizes às tuas amigas que estás bem assim e que não queres ninguém, depois aparece outro e volta tudo ao mesmo.



Eu não queria pensar assim. I used to believe. Now I don't. E chegar aos 20 anos e achar isto é, no mínimo, estranho -o que nos poderia levar à velha frase A minha vida é um lixo.


Dizia-me a M. ontem, às tantas da madrugada, ela com os olhos brilhantes, eu com a sobrancelha levantada, que no dia em que sentisse que se estava a apaixonar saltava fora, que não dava, que tem consciência de tudo e que não vai ficar mal, que não vai chorar.

E eu...quanto a mim nem sequer sabia o que dizer.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A minha vida são 2 sacos de lixo pestilentos

É facto que há noites que devemos esquecer. Eu prefiro só apagar aquela e lembrar-me da parte em que estivemos sentadinhas na conversa. Mal começou a música, é para apagar quem esteve, quem falou connosco, quem não falou, tudo e tudo.
A minha noite teve anões, punks a oferecer tampões, gajos estúpidos que acham que somos arrogantes porque não queremos nada com eles, gajos minimamente simpáticos ainda que não devam nada à beleza e do resto não falemos que já nem vale a pena.

Cena 1 da novela da minha vida

Punk: Dá-me um beijo na boca.
Voluptia: Baza daqui, deixa-me em paz.

Punk fica a ouvir a conversa das 3. Eu digo à Carol "mistura aqui isso" e Punk diz:
Eu é que me misturava contigo.


Lição 1 a reter: nunca mais sair só com amigas. Levar amigos que nos ajudem a manter estes idiotas longe de nós.



Cena 2 da novela

Miss Bright Side (para gajo giro): Desculpa, tens um cigarro?
Gajo Giro: Não, tem o meu amigo.

Note-se que o amigo era um anão que nos perguntou se queríamos que ele tomasse conta das malas. Óbvio que todas pensamos "Pois, estão à tua altura".
Lição 2 a reter: quando se pede cigarros ao gajo bonito, quem tem o maço é o anão.



Cena 3 da novela

Carol: Prazer
2º interveniente no diálogo: Prazer não; gosto, que nunca tivemos prazer juntos.
Carol: Não tivemos nem nunca vamos ter.

Lição 3 a reter: (não me pronuncio sobre a cena)



Pois bem, mais havia a contar. Confesso que foi uma noite bastante estranha a nível de ambiente e conversas e que fiquei sem saber o que pensar. Para além de notar que anda aí muito homem desesperado, que o assédio a mulheres minimamente giras e bem arranjadas é uma coisa completamente idiota, que há gente que não aceita bem um não e que acha que só por vir meter conversa tem acesso livre pra pensar que pode, quer e manda, fiquei a pensar que este mundo está quase perdido. Senhores que têm por hábito comportar-se assim: simpatia e saber conversar são pontos essenciais; não precisam de ser deuses gregos, ícones de beleza, basta serem educados e retirar-se quando for a altura.


Em relação ao resto (e aí sim a minha vida já não são 2 sacos de lixo, mas o lixo todo que houver na LIPOR), só tenho a dizer que não suporto homens com a mania que comem este mundo e o outro, que se armam em idiotas e que só pelo facto de os acharmos minimamente interessantes já são os galos da capoeira. É que isso corta-me logo o interesse todo.
E agora, se me permitem, bora lá deitar o lixo fora e começar de novo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

E esta, hein?

Magoamos as pessoas. Faz parte da condição de sermos humanos, é a nossa natureza. Até aí tudo bem. Podemos magoar alguém involuntariamente, completamente sem intenção ou magoar porque nos apetece. Podemos pedir desculpa sem precisar de dizer a palavra, podemos mostrar arrependimento por causa do que fizemos. Foi coisa que eu não vi na conversa de alguém. Chamemos-lhe X. O X devia ter-se mostrado arrependido pelo que me fez passar: não tinha necessidade de me mentir, podia ter esclarecido as coisas logo desde início; eu não precisava de ouvir duas versões diferentes da mesma história. O X diz "não te tiro a razão" (e nem podia!). O X é o tipo de gajo que "gosta" de uma numa semana, na semana seguinte, com expressão de cachorrinho abandonado diz "oh, mas eu desde que me interessei por ti só estive com ela uma vez!" e na outra volta pra ex-namorada.
Sinceramente nem foi isso que me incomodou. Aos 20 anos pode-se esperar o quê da maioria dos rapazes (usar a palavra "homens" não ficava bem aqui...)? É perfeitamente natural que existam estas trocas e baldrocas! Se não viverem agora vão viver quando? Ou então ficam uns tapadinhos que encornam mulheres e namoradas a torto e direito. Contudo, a minha avozinha e a minha mãezinha sempre me ensinaram que carácter é uma coisa que se deve ter, que é da própria pessoa e que quem não o tem não vale nada. E ao X está-lhe precisamente a faltar isso, o que o levaria a assumir os erros e a, pelo menos, tentar desculpar-se.