E pensar que ainda me lembro de ir vê-la à Ordem quando nasceu, que me lembro dela de fraldas e agora já me fez 18 anos, valha-me deus.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
F***-**
Foi isto que me apeteceu gritar ontem quando dei com o joelho na esquina da mesa de cabeceira. Já não me lembrava de uma pancada - e eu bato em alguma coisa todas as semanas - que me doesse tanto ao ponto de perder os sentidos por 1 ou 2 segundos e de me virem as lágrimas aos olhos. E é sempre no sítio mais frágil que estas coisas acontecem, ou seja, no joelho operado e que, por coincidência ou não, hoje me doeu, mesmo no sitiozinho da cicatriz.
domingo, 27 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
O que andas a fazer?
São 4.30 da manhã e eu estou à procura dos livros de poesia onde estão inseridos os poemas que fazem da parte da Antologia Poética de Carlos Drummond de Andrade da Dom Quixote. Sim, porque organizar a obra por temas até pode ser um critério, mas não incluir um índice que diga donde c@r@lho eles saíram já me parece uma idiotice.
Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso
4. Ciumento, sofro quatro vezes: porque sou ciumento, porque me censuro de o ser, porque temo que o meu ciúme fira o outro, porque me deixo submeter a uma banalidade: sofro por ser exclusivista, agressivo, louco e vulgar.
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A little bit of culture,
Literatura
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Nada melhor do que falar de bikinis
Pois que já vamos no fim de maio e não tarda nada o verão bate à porta, entra sem pedir licença e lá temos nós que arrastar o rabo pra praia. Tudo muito bom até agora, mas ...e o bikini? Já ando de olho em alguns, mas há sempre uma coisa que me faz espécie: qual bikini usar? O objetivo principal é ficar (mais) morena. Certo. A par disto, o segundo objetivo é ter o mínimo de marcas possível. E o dilema surge quando vejo bikinis lindos de morrer, compro, mas das duas uma: ou troco-os todos os dias para não ter marcas (com o cuidado de não ter duas marcas diferentes, claro) ou então nos primeiros dias escolho sempre o mais básico de sempre, geralmente em triângulo, simples, sem florzinhas nem coisinhas a atrapalhar a sessão de bronze. Ficam aqui alguns de que gostei (uns mais, outros menos) da h&m, blanco e primark.
Mas o que eu queria mesmo era um assimétrico e ainda não vi em lado nenhum. Pelo menos um que não custe os olhos da cara. E também tenho de investir num cai-cai em coral, de preferência. E também adoro os das risquinhas de cinta subida (mais lá pro fim do verão por causa das marcas, claro).
É um xuxu esta minha cadela
Todo o santo dia depois do jantar a dona Minnie vai buscar o seu querido filho - o bebé, como ela o reconhece - e põe-no aos meus pés. Objetivo: eu atiro, ela vai buscar e traz. Isto podia ser assim só e ficávamos horas e horas a fazer esta coisa - garanto que ela não se cansa - mas eu gosto de a enervar. Então não lhe ligo nenhuma e é ouvi-la a chamar a atenção: ou ladra ou late ou põe o boneco em cima do sofá! Ah! E depois de o pôr lá não se mexe, não desvia o olhar de mim. Teimosa como o raio que a parta. Bem, a minha mãe diz que os animais têm a personalidade dos donos. E acho que a teimosia ela aprendeu comigo.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Podia-me dar pra pior, é um facto
Se eu hoje não tivesse passado o dia a fazer piadas com a minha própria desastrosa vida...tinha dado em louca ou em chorona.
[Espera lá, essa última parte...]
[Espera lá, essa última parte...]
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Se eu soubesse o que sei hoje...
tinha pago a conta na hora por maior que ela fosse, por mais que custasse. Como a estou a pagar agora os juros são altíssimos, demasiado altos para os suportar. A ver vamos se eu sobrevivo a esta...inteira.
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
MEC, claro
(...)
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. (...)
in Último Volume
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. (...)
in Último Volume
domingo, 13 de maio de 2012
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