quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E uma semana depois...

...continua tudo igual.



[ou pior.]

domingo, 21 de agosto de 2011

See you next week

Depois de uns dias de Viagem Medieval, de praia a norte, de muita praia e diversão no Sul de Espanha, vou descansar esta cabeça cheia de pessoas, pontos de interrogação, ses, coisas e coisas estúpidas e coisas ainda mais estúpidas para o sossego do Algarve.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Na minha agenda, a abrir a semana, diz:

Ficávamos no quarto, onde por vezes
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior
paixão que pelo coração se chega à pele.
Não há então entre eles nenhum desnível.

Luís Miguel Nava in Poesia Completa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

É a silly season!

De tanto Verão que já passei, não me lembro de nenhum tão incerto como este. Quando me perguntam "então e vais pra onde de férias?" eu já tremo. Se me perguntassem ontem eu diria que ia ali pros lados do centro apanhar um solzinho, mas hoje, a quem me fizer essa pergunta vou dar uma resposta diferente. Não, ainda não estou louca; tenho é uma vida que muda e muda e muda e gosta muito de mudar. Pois que daqui a uns dias não rumarei ao centro, mas sim ao Sul, o sítio certo pra se estar e onde realmente é Verão. (E onde há bolinhas de berlim, nham nham nham)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Desde a Idade da Pedra

Como diria uma amiga minha, os homens não aprendem. E acrescenta ela que não sabe como tal facto é possível, já que isto deve ser assim desde a Idade da Pedra. A saber: rapaz gosta de rapariga, rapariga gosta de rapaz. Até aqui tudo certinho. Rapaz começa com dúvidas e vai tudo pelo cano. Contudo, rapariga permanece no seu sítio. Rapaz começa a magoar rapariga. Uma, duas, três, quatro, cinco, as vezes que forem precisas. E ela, magoada e a sofrer, continua ao pé dele. E rapaz continua a magoar: mais uma, duas, três, as vezes que forem precisas, até que um dia rapariga vira um bloco de gelo. Está irreconhecível: fria, egoísta, indiferente. E aí rapaz dá valor, corre atrás, chora à porta do prédio com a cadela ao colo e até é bem capaz de cair das escadas com tanta lágrima que lhe turva a visão. E ela na vidinha dela muito feliz e satisfeita. Sorte a dele se ela voltar pra ele depois de todas as vezes que a magoou e fez chorar. É,é assim desde a Idade da Pedra. E tantos anos volvidos, como é que os homens ainda não aprenderam o básico dos básicos?

domingo, 10 de julho de 2011

Não era nem nunca foi pra ser assim.





Gosh, é frustrante.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Não é por nada, mas estou quase a fazer anos







Às vezes o melhor é não saber

Sobre essa coisa do 'sente que sente', há uns 2 anos era eu jovem para querer deslindar todas as sensações e emoções que passavam por mim. Então se me sentia confusa, as noites sem dormir e os momentos em que me punha fora do mundo eram um fartote. Tanto tempo volvido, e a propósito de uma conversa a más horas com a M. e com a J., cheguei à conclusão - e neste último mês e meio chegar a conclusões é a minha melhor qualidade - que também isso está vazio. Simplesmente opto por encerrar essa parte, de deixar tudo condensadinho, arrumadinho, quietinho, sem destrinçar, sem saber o que é, o que não é. No fundo essa parte está vazia, na parte do 'sente que sente, sente que não sente', se eu própria me questiono, fujo da resposta como o diabo da cruz. Portanto o melhor é fazer de conta que não existe, não saber, não pensar. Dói menos; é uma mão em cima da ferida a pressionar e não uma mão que mexe e remexe para fazer doer. E isto porque como diz Alberto Caeiro, "Pensar é estar doente dos olhos" (e do coração que não se tem - acrescento eu).

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Já vai tudo tão longe

mas continua a arder como se tivesse sido ontem.

terça-feira, 14 de junho de 2011

A (nossa) palavra

- para tudo - foi, é e será









estranho.

domingo, 12 de junho de 2011

odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estranho

Parece que foi ontem. Mas afinal foi há 12 anos.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

4 dias depois de começar o trabalho mais horroroso de sempre

apareceu o raio da enxaqueca. Mas está quase. Mais 5 páginas e esta m*e*r*d*a acaba.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

É por coisas como estas que eu ainda me rio

Estava eu muito sossegada da vida a fazer o trabalho horroroso que ainda me falta quando toca o telemóvel a atrapalhar a minha concentração. Atendi e nada. Nova chamada. Nada. Isto repete-se mais 3 vezes. Pergunto à M., ja chateada com tanta insistência, se ela conhecia o número e digo que recebi uma mensagem em branco. Ah! E depois outra a dizer "Liga-me". Pergunto eu: "Quem és?", a pensar que era alguém cujo número eu não tinha gravado no telemóvel já que o Cookie foi para arranjar há duas semanas e números que é bom não há. Pois bem, ao "Quem és?" recebo a resposta "o teu pai".

terça-feira, 7 de junho de 2011

It

hurts.

yeah, it's true

I miss u.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

3.6.2011

Amanhã é o meu último dia de aulas da licenciatura.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

E isto é só uma amostra

Pois bem, o meu dia começou numa bomba de gasolina com o funcionário a cantar a música "Falésia do Amor", dos Santamaria, como se fosse a melhor música do mundo. Se eu tivesse ficado lá mais 5 minutos ainda ouvia a parte do 'nananana'. O senhor sabia a letra, ria-se com todos os dentes que tinha, muito bem disposto.
A tarde não melhorou. Uma das senhoras que tem aula comigo diz que "se tirarmos os sonhos aos gatos eles morrem". Como diria o P., eu fiquei sem cara a ouvir isto.
E de quem não tinha nenhum compromisso para as noites que se seguem na semana, passei a ter a agenda cheia. Toca a reprogramar a semaninha pra ler o máximo de coisas possível e fazer o trabalho que falta...!

sábado, 21 de maio de 2011

Querido corpo,

(respira de alívio que não vou reclamar!)
podes dizer-me o que raio se passa contigo pra eu me encher de porcarias calóricas - sem me preocupar se ingiro uma gelatina royal de 10kcal ou um croissant de 300 - e perder centímetros, volume e peso? :D

sexta-feira, 20 de maio de 2011

La bella Italia I - il gusto


(Não sei o nome disto, mas tinha queijo e uma espécie de chourição)



(Anti pastti)



(Tagliatelle com carne de vaca)


(pão de alho)


(prosciutto)


Capricciosa


Regina


(desconheço o nome, mas tinha rúcula, queijo e presunto)



(Risotto ai funghi)


(Era uma erva qualquer com farinha de milho e era uma delícia!)



(Fettuccine de espargos)


(Cappuccino)


(gin tónico, what else?)


(macarrão 'maravilhoso e delicioso' à cubana)