domingo, 26 de abril de 2009

Actualização...

Afinal já não são 4 noites e 5 filhos. São 6 noites e 7 filhos. Cada vez mais me convenço que alguém me quer dizer alguma coisa sobre gravidezes.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Das duas uma...

Ou os homens são muito, mas mesmo muito previsíveis ou o meu sexto sentido/intuição está melhor do que nunca!

domingo, 19 de abril de 2009

Stupid Cupid

Boys...always the same

Rapaz mete conversa com rapariga.
Fase 1 (depois do "Olá" e do "onde estudas?):
-Namoras?
-Não!Credo!
-Oh..tão bonita e sem namorado...

Fase 2:
-Pareces uma mulher muito interessante...

Fase 3:
QUERIDA, bla bla bla...

Projecção:
Fase 4 - rapaz pede o número de telemóvel
Fase 5 - rapaz manda sms constante
Fase 6 - rapaz, mal entra no MSN, fala logo com rapariga
Fase 7 - sms de bom dia, boa tarde e boa noite, meu xuxu.
...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Momentos OMG no metro

Eu e a A. estávamos no metro hoje quando, do nada, ouvimos uma rapariga no alto dos seus 16/17 anos a dizer
"Sabes que eu não tenho muita força naquele sítio"
e a rir-se com ar lascivo. Ficámos um bocado traumatizadas (WTF?) com a situação e a A. vira-se pra mim e diz com ar sério:
-Obrigada, mãe e pai, por me terem dado educação.

terça-feira, 14 de abril de 2009

"Tens 5 minutos pra falar?"

Foi hoje. Assunto arrumado. Nem sei se me sinto aliviada ou se penso que perdi um amigo. Mas há coisas que, por mais que queiramos, não fazem sentido. Só custa pensar que as coisas poderiam ter sido muito diferentes se o detalhezinho sinceridade não tivesse sido esquecido.
O cronómetro estava a correr! Nem 5 minutos...só uns 30 segundos para verbalizar aquilo que nós já há muito tempo sabíamos.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Pergunta-me

Pergunta-me
se ainda és o meu fogo
se acendes ainda
o minuto de cinza
se despertas
a ave magoada
que se queda
na árvore do meu sangue



Pergunta-me
se o vento não traz nada
se o vento tudo arrasta
se na quietude do lago
repousaram a fúria
e o tropel de mil cavalos


Pergunta-me
se te voltei a encontrar
de todas as vezes que me detive
junto das pontes enevoadas
e se eras tu
quem eu via
na infinita dispersão do meu ser
se eras tu
que reunias pedaços do meu poema
reconstruindo
a folha rasgada
na minha mão descrente



Qualquer coisa
pergunta-me qualquer coisa
uma tolice
um mistério indecifrável
simplesmente
para que eu saiba
que queres ainda saber
para que mesmo sem te responder
saibas o que te quero dizer.


Mia Couto (Janeiro 1981) - Raiz de orvalho e outros poemas

domingo, 12 de abril de 2009

A Páscoa e o Rei Leão


A minha infância poderia ter sido diferente se eu tivesse conseguido ver o Rei Leão do início ao fim. Mas não. Hoje com o filme no leitor de DVD, pensava eu que ao fim de quase 15 anos de ter saído iria conseguir. Mas não! Ainda não foi desta.

Contudo, já assisti (seguidinho!) até à parte em que aparecem o Timon e o Pumba. Mas não foi isto que me levou a escrever este post. Assisti ao filme com o R., a T., a Mary Anne, o G. e o Chico.

Voluptia: O pai do Simba é o Mufasa, não é?

G. - Não, é o Fumaça! Eles nem tiveram a inteligência de fazer dois leões diferentes...O avô do Simba deve ser igual ao filho e ao neto!

Voluptia - Oh... Então se o pai do Simba é Fumaça, o pai dele é o Incêndio...

G. - Por essa ordem de ideias sim...

Voluptia - Então o Simba está mal! Se o avô é o Incêndio e o pai o Fumaça ele devia ser o Cinza!




E pronto, para além de eu me ter assustado quando aquele pássaro que está lá sempre foi apanhado pela hiena (não me lembro do nome dele!) - eu tinha acabado de ver o Mirrors! - passei muito bem o dia!

sábado, 11 de abril de 2009

E eu é que ia pecar na Sexta-feira Santa...

Estava eu no MSN com a C. e eu comentava o facto de ela ser acólita: é algo que não combina. Então sai-se ela com esta pérola:


C.diz:
Agora temos um padre e um diácono novos aqui
C. diz:
Eu tenho a impressão que se quisesse conseguia desviar o diácono LOL
C. diz:
Mas não vale a pena
Voluptia diz:
LOL
Voluptia diz:
Andas a desviar o homem
Voluptia diz:
A levá-lo por maus caminhos!
C. diz:
Não ando mas é porque não quero.. tipo diácono (caso não saibas) é quem virá a ser padre.. se eu quisesse ele desistia antes de lá chegar LOL



Estamos em época religiosa, mas a verdade é que nesta última semana as lascividades têm sido bastantes... Mais uma menos uma...ah...

Música Pimba

A música popular portuguesa - dita música pimba - faz-me rir. Há bocado estava eu muito descansada no Youtube quando, de repente, me deparo com o mais novo(?) sucesso (?) daquele grande querido que é o ÉLVIO SANTIAGO! A "música" chama-se Vou-te bloquear no meu hi5 e aqui estão apenas as rimas que me fizeram ir às lágrimas:

Tu juravas ser menina pura ainda
Acreditei, caí na tua jogada
Mas quando te toquei me apercebi
Que afinal não eras tão bem comportada!
Com mentiras e conjuras me enganavas
Por amor a ti me dei de corpo inteiro
Ao tocar-te vi que a tua pureza
Era falsa e eu não era o primeiro
Eu até que já andava a pensar
De fazermos uma linda vida a dois
Mas por fim eu descobri que havia outro
Com quem há muito tu já tinhas relações.
Pra sempre sai fora da minha vida
Mentirosa, matadora de paixões.
Depois de um assassinato às palavras e às rimas, agravando-se o facto de "hi5", "webcam", "msn"e a expressão "matadora de paixões" apareceram na letra de uma "música", eu acho que já não há muito a dizer!
Mas que é de rir...lá isso é!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A tragédia do fim da relação

Este post veio na sequência de uma conversa minha com a J. Fazia-lhe eu as perguntas da praxe no que concerne o tópico "Será que ainda gosto dele?" e, assim do nada, veio-me à memória a altura em que acabei com o Hermes. Não propriamente o dia do fim, mas o depois. Sim, eu estive apaixonadíssima e chorei que nem uma Madalena (sublinho que usei as formas verbais no Pretérito Perfeito do Indicativo por alguma razão...) e naquela semana pós-conversa final, a Voluptia ouvia uma música e ...lembrava-se dele; via uma fotografia e...lembrava-se dele; via um rapaz loiro e...lembrava-se dele; via a colecção da Prada (linha desportiva) e...lembrava-se dele... E depois comecei a reparar que euzinha, Voluptia prós amigos, olhava para um QUEIJO (sim, um QUEIJO, leram bem!) e lembrava-me dele! E isto por um motivo simples: o Hermes odeia QUEIJO. Um QUEIJO, senhores!! Eu queria lá saber se era Limiano ou Terra Nostra! Eu queria lá saber se era inteiro ou fatiado! O que interessava é que eu olhava pro QUEIJO e chorei (ficava melhor "chorava", mas já era Imperfeito do Indicativo!). E pronto, foi a tragédia do fim dessa relação: olhar para o dito QUEIJO e chorar baba e ranho.



Verdade é que depois de ter chorado em frente a um QUEIJO, ninguém me apanha noutra! (A não ser que seja um presunto que valha a pena!!!! - Sim, eu tinha de acabar o dia com uma piada estúpida.)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Hoje apraz-me dizer...

Quem tem telhados de vidro não atira pedras aos dos outros.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A minha vida é um lugar estranho

Eu gostava de encontrar uma explicação lógica para só no ano de 2009 (que só vai no dia 6 de Abril...) ter sonhado 4 vezes que estava grávida. Pormenor: sempre rapazes; pormenor: uma gravidez era de gémeos. Pormenor: numa delas apareceu o suposto "pai".
Segundo a Internet, significa prosperidade. Segundo o livro da Cathy Oh melancolia.


Não é por nada, mas é que em 4 noites já fui mãe de 5 crianças...

sábado, 4 de abril de 2009

A saga do Pastelão e do Alho francês - parte III

Como o Alho francês não podia entrar na fila da Gaja Boa foi enfardar Pastelão até não poder mais. Passou um amigo da Gaja Boa, viu o Pastelão e disse:
- É este o Pastelão? Que escorrido! Já vai comer!
- Onde?? - perguntou a Leoparda.
- Nas beiças! - disse a Gaja Boa!
-Ui, c'á nojo! Eu se fosse a ti batia-lhe com luvas, porque a doença dele pode ser "pegativa": tocas-lhe e o teu rabo desce logo para o - 2. - aconselhou a Leoparda.
- Então já nem toco. Agora que há coisas que descem... Ó Alho francês, tu que já enfardaste tanto não tens nada no -15? - perguntou a Gaja Boa.
E o Alho francês respondeu:
-Sabes, isto aqui já não passa do -15 há muito tempo. Anda murcho que nem uma couve cozida. Também...com este Pastelão não pode haver excitação!"
- Realmente...Esse Pastelão está muito recesso! Nem deve fazer bem ao teu...material! Estão explicadas as tuas falhas! - retorquiu a Gaja Boa.
O Alho francês respondeu:
- Parecendo que não, aquela massa folhada seca arranha! Preciso de um urologista e de um terapeuta!
- Sim, Alhinho! Tu sofres da cabeça!
-E eu? E eu? - perguntou o Pastelao - Não há quem sofra mais da cabeça do que eu!
O pobre Pastelão, sempre à procura de protagonismo, tentava meter-se na conversa. Como era ignorado, gritou:
-EU MANDO-ME PRA DEBAIXO DE UM CUMBOIO!
-Pra quêee? Já és feio! Não precisas de te estragar mais!
-Onde?? - riu-se a Leoparda!
- Na pi*aaaaaa! - respondeu a Gaja Boa.
O Alho francês olhou para o Pasteção com medo e perguntou-lhe:
-Tens pi*a?
E o Pastelão, a medo, respondeu:
-Tenho.
Então o Alho francês sorriu, com os olhos a brilhar e disse:
-Espero que trabalhe melhor que a minha!
-Onde??
-Dás-me um minutinho? AH AH AH Mesmo que trabalhe, poupa-me! Não me traumatizes mais! Pra trauma já chegas tu! Panisga!
(...)


Continua...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

É mesmo verdade...

Recebi uma sms com o seguinte texto:

"Porquê que o outro está com a outra? Porque ela lhe faz uma coisa que eu nunca fiz."


Tendo em conta os últimos dias, de facto temos vindo a constatar que os homens preferem as feias. E isto por uma razão simples: têm as bonitas, acham que são grandes galos, elas dão-lhes com os pés e depois lá vão eles à prateleira todos contentes buscar quem deixaram em stand-by.

segunda-feira, 30 de março de 2009

A saga do Pastelão e do Alho francês - parte II

AVISO: este post contém linguagem um bocadinho mais hard core. Resultado da imaginação da C. e da minha própria pessoa numa aulinha...

(...)
E dizia o Alho francês:
-Porque me deixas louco! Já aquele Pastelão...eu faço-lhe o favor!
E a Gaja Boa respondia "Favores fazem as p*t*s"! Baza daqui e deixa-me em paz!". E lá foi o Alho francês. No dia seguinte encontram-se. O Alho francês, para fazer ciúmes à Gaja Boa, passou com o Pastelão. Lá ia ele todo contente a pensar que o Alho francês o adorava e sorria, feliz, enquanto a sua massa folhada abanava ao vento. "Venci! Sou um Pastelão conquistador!", dizia ele enquanto bailava MC Hammer! Só que se lembrou e começou a cantar a música dos DaVinci no Festival da Canção: "Já fui ao Brasil, Praia e Bissau, Angola, Moçambique, Goa e Macau! Já fui até Timor, já fui um conquistadoooooooooor!". E logo que viu a Gaja Boa, o Alho francês meteu a mão na celulite do Pastelão, só que ele tinha derretido! O rabo estava no -2! E o Alho francês pensou: "Que chatice! Para fazer o coito anal tenho que apanhar o elevador!". E, telepaticamente, a Gaja Boa respondeu:
-Nem o elevador te salva! Esquece lá isso que esse Pastelão vai acabar contigo! É o que dá andares com coisas entediantes! Se fosse comigo... Bem, é melhor não falar mais que contigo é só um minutinho! Trôxa!
E ele respondeu:
-Sim, só podemos falar só mais um minutinho senão v*nh*-m*!
-Ai, por faaaaavor! Pra quêeeee? É que isso já nem te adianta! Não és homem pra mim!
Apareceu a Romana e disse:
-Não roubes as lines, girl! Isso é plágio!
E a Gaja Boa abandonou. Ficaram sozinhos o Alho francês e a Romana, com o Pastelão a observar de longe (como lorpa que é!). E lá foi o Pastelão:
- 'Oube' lá, andas a mandar mensagens no hi5 ao meu namorado? 'Lebas' já!
Ouvindo isto surge a Pita Marília muito indignada pela ausência de originalidade pastelónica e parte-lhe o nariz à cabeçada. A Romana, que é cigana, acha piada e junta-se à festa. E a Gaja Boa regressa e diz:
-Toma lá que já almoçaste! É bem feito, seu Pastelão ranhoso e feio!
O Pastelão, lavado em lágrimas, dizia:
-Mas eu já almocei 7 vezes hoje! Como achas que mantenho este corpinho?
-Depois queixa-te que tens bolas de massa folhada celulítica! - disse a Gaja Boa - Queixa-te, vá! Diz que és um Pastelão matrafão e cheio de calorias!
O Alho francês, observando este conflito, ia ficando cada vez mais murcho e a Gaja Boa cada vez mais boa! Pegou no telemóvel e ligou à sua amiga Leoparda. Só se ouvia a gostosa a dizer:
-É preciso levar roupa para andar à porrada?
- Isto é uma casa a arder! Abandona e vem pra cá! - disse a Gaja Boa à Leoparda. A Leoparda encheu os dedos de grandes anéis, para provocar danos na cara alheia, e pôs-se a caminho. O Alho francês quando a viu chegar teve um ataque cardíaco. O medo de levar nos c*rn*s era tanto que...já era! Pastelão, 7 almoços e 4 chocolates depois, preparou-se para o combate! A Gaja Boa só olhou para o seu maravilhoso salto. A Leoparda chegou, afiando as suas garras e disse:
-Quem é para partir? É este puzzle mal montado?Cáputa!
-Sim, essa montagem precisa de uma ordem nova! Bora lá! E aproveitamos e cortamos ao Alho francês o que mais lhe faz falta!
Então a Gaja Boa e a Leoparda fizeram uns movimentos catitas tipo Navegantes da Lua (só que sem a frase "Em nome da lua vou castigar-te"). O Pastelão estava K.O. O Alho francês acordou - inteiro ainda - e viu a Gaja Boa com os seus longos cabelos ao vento e pensou: "Tão linda que até fazem fila!". E, telepaticamente, a Gaja Boa respondeu:
-E tu nem na fila podes entrar!
(...)
Continua...

sábado, 28 de março de 2009

Esta noite...

estou por aqui.

quinta-feira, 26 de março de 2009

A saga do Pastelão e do Alho francês - parte I

Era uma vez um pastelão que fazia parte do Portugal @ Porn e um alho francês engatatão que gostava de caras-metade com os glúteos no andar de baixo. Certo dia encontraram-se e não se apaixonaram! Ou melhor, o Pastelão apaixonou-se pelo Alho francês, mas este queria ter o Pastelão na prateleira; e isto porque o sexy do Alho francês adorava tentar catrapiscar gajas boas... Mas o Alho francês pensava "se não conseguir comer nos restaurantes 5 estrelas, o que faço? Mais vale deixar aqui o Pastelão não vá a fomeca apertar". E quando a fomeca apertou, depois de lhe ter sido recusada a entrada no restaurante 5 estrelas mais IN da cidade, o Alho francês, cheio de fominha, voltou-se para o Pastelão rançoso. O Pastelão sacudiu as teias de aranha e pensou: "É hoje! Acabou o meu time out! Eu fui dismissed, mas quero lá saber! O Alho francês está murcho, mas eu sou tão Pastelão que não me importo! E quero lá saber das lâmpadas!". O Alho francês aproximou-se do Pastelão enquanto repetia mentalmente "Valha-me Deus, mais valia fazer um buraco numa árvore!". E pensava o Pastelão: "Ai Meu Deus, eu sofro da cabeça!". Rapidamente cegou outra vez e disse:
- Ó Alho francês, levanta-te e anda!
E o Alho francês respondeu:
- Eu estou reformado por a cabeça! Eu mando-me pra debaixo de um cumboio!
E assim, os dois sofrendo da cabeça, juntaram-se. Contudo, aparecia constantemente a Gaja Boa e o Alho francês olhava, olhava, olhava...
Mas o Pastelão tentava consolar-se repetindo "Sou um Pastelão especial! Quando nasci e era apenas um pastelinho nunca pensei destacar-me. Mas hoje, eu sou alguém! Sou um pastelão com cornos! Sou famoso na Pastelândia!".
E o Alho francês olhava, olhava... E a Gaja Boa pensava "Pra quêee? Deves achar que há cá bifes!". E, por telepatia, o Alho francês respondia "Antes houvesse. Queria tanto meter o dente num bifinho! Já não posso mais enfardar Pastelão! Isto enjoa, já estou que nem posso. Ai o que eu perdi...". O Alho francês começou a chorar sem parar e disse:
-Ai se eu pudesse ir àquele restaurante comer bifes...! Era dia e noite, dia e noite!
E, telepaticamente, a Gaja Boa respondia:
- Pra quêee?


(Continua...)

God, please...

Talvez seja hoje. É só apanhá-lo a jeito no corredor, fazer o melhor sorriso e dizer "Tens dois minutinhos?" E pronto, encho-me de coragem e digo o que tenho a dizer. Será que é hoje?

terça-feira, 24 de março de 2009

"(...) Tens estado a explicar porque vieste. Mas falta o mais importante. Falta dizeres por exemplo que tudo está acabado entre nós. Falta dizer que essa tua tal amiga sempre conseguiu o que queria. Falta dizer que nunca me achaste tão bela como hoje, mas que já me não podes amar. Falta dizer isso, mas tens de preparar terreno, porque a coragem nunca foi o teu forte e julgas que não é o meu.(...)"
[Vergílio Ferreira - "Uma Esplanada sobre o mar" in Contos]