Não, não morri, só não tenho tido nem tempo nem pachorra para vir aqui. E ia escrever um post sobre um moço chato com'ó caraças mas nem isso me apetece porque ele entretanto já me saturou com a mesma conversa de chacha para a qual não há paciência. Que assédio ao sábado à noite.
domingo, 19 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Padres, caleidoscópios e recomeçar - isto tem mesmo uma explicação
Pois que já estamos em 2014. O jantar foi muito giro, super elegante, gente bem vestida (vá, nem toda a gente, mas pronto), subi à cadeira com uma nota e champagne, comi passas e tentei pedir os mesmos desejos que escrevi na listinha que fiz no dia 31 e que repousará durante 1 ano num livro da Lídia Jorge. Estava em boa companhia, comprei uma cueca nova para não fugir à tradição e usei um vestido vermelho de morrer e uns saltos vertiginosos que me deixaram uma gaja de mais de metro e oitenta. Estava tudo a correr tão bem até me virar e, em câmara lenta se formar a frase "está ali o *****". Lindo e só a mim, encontrar o 'ex'...nas primeiras horas do ano novo. Podia ter corrido bem, mas não correu. Resumo? Os homens não gostam de ser ignorados, parece que isso lhes revolve as entranhas e os faz ter atitudes (regadas por um elevado nível de álcool no sangue que não há de ter ajudado à irritação) lamentáveis. Passou.
O resto do dia 1 foi uma maravilha: almoço e jantar de família e aniversário da avó.
Os dias seguintes vieram carregados de uma atmosfera de morte e velório e funeral e foram emocionalmente cansativos. Não costumo gostar muito de ouvir padres a falar porque regra geral não dizem nada de jeito, mas gosto imenso de ouvir o padre de Oliveira do Douro. É daqueles que fecha a Bíblia e fala com as pessoas. Fiquei ali meia hora a ouvi-lo e acho que continuava. E realmente como ele diz, somos seres provisórios, é tudo demasiado provisório, passageiro e a morte é de facto uma chamada de atenção para a vida, para o que realmente importa. E isso deixou-me a pensar, como seria de esperar, em tudo isso. E metade do que me afligia passou, não por magia, mas porque há coisas e pessoas que realmente não interessam. E quem interessa está por perto, porque a vida às vezes é madrasta, mas também dá segundas oportunidades. Basta só mudar a perspetiva do caleidoscópio e ver outras combinações de cores e outras formas e, mais do que isso, saber reconhecer quando elas surgem e agarrá-las.
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
2013 mês a mês
Janeiro
-a publicação do primeiro ensaio
-o último ensaio da faculdade
-começar a escrever a tese
-o carro novo
Fevereiro
-a primeira festa da Gigi
-comecei a trabalhar
-a Teresa e as Correntes d'Escritas
-o Carnaval e as Spice Girls
Março
-o Escrever nas Margens
-Paris e a Disney
-o Portugal Fashion
Abril
-a segunda festa da Gigi
-as jornadas de primavera e as literaturas africanas de língua portuguesa
-a peça do Tiago
-a fase de desespero da tese
Maio
-a morte do Marlon
-a cartola e o fim de um ciclo
-as dúvidas
-as peças do Nelson no São João
Junho
-o simpósio
-escrever a tese na praia
-o telemóvel novo e a entrada no mundo smartphónico
-o furo na orelha que andava para ser feito há meses
-cansaço
Julho
-23
-3 festas de aniversário
-noites de primos às segundas feiras
-a Isla Canela e o Algarve
-a praia
Agosto
-Feira Medieval
-Praia
-Escrever compulsivamente a tese
-despedidas
Setembro
-a conversa menos definitiva de sempre
-acabar e entregar a tese
-ter outro trabalho
-preparar um colóquio
-escrever sobre um dos meus poetas preferido
-perder pessoas (que já nem sequer fazem falta)
Outubro
-o III encontro do GEL
-hospitais e muito cansaço
-acabar uma história
-Portugal Fashion
-um casamento
Novembro
-defendi a tese rodeada de amigos
-o bairro (curu)pira
-o destino trocou-me as voltas e foi irónico
-tive uma desilusão enorme
-voltei ao ginásio
-decidi fazer o doutoramento
Dezembro
-o lanche Party People e o Mário a dormir
-regressos de Luanda
-Coimbra outra vez
-Natal
-o último lanche Party People
-ladies night no penúltimo dia do ano
-abri a lista de desejos para 2013 e percebi que a maioria se realizou e que 2 ou 3 foram parcialmente cumpridos
-a publicação do primeiro ensaio
-o último ensaio da faculdade
-começar a escrever a tese
-o carro novo
Fevereiro
-a primeira festa da Gigi
-comecei a trabalhar
-a Teresa e as Correntes d'Escritas
-o Carnaval e as Spice Girls
Março
-o Escrever nas Margens
-Paris e a Disney
-o Portugal Fashion
Abril
-a segunda festa da Gigi
-as jornadas de primavera e as literaturas africanas de língua portuguesa
-a peça do Tiago
-a fase de desespero da tese
Maio
-a morte do Marlon
-a cartola e o fim de um ciclo
-as dúvidas
-as peças do Nelson no São João
Junho
-o simpósio
-escrever a tese na praia
-o telemóvel novo e a entrada no mundo smartphónico
-o furo na orelha que andava para ser feito há meses
-cansaço
Julho
-23
-3 festas de aniversário
-noites de primos às segundas feiras
-a Isla Canela e o Algarve
-a praia
Agosto
-Feira Medieval
-Praia
-Escrever compulsivamente a tese
-despedidas
Setembro
-a conversa menos definitiva de sempre
-acabar e entregar a tese
-ter outro trabalho
-preparar um colóquio
-escrever sobre um dos meus poetas preferido
-perder pessoas (que já nem sequer fazem falta)
Outubro
-o III encontro do GEL
-hospitais e muito cansaço
-acabar uma história
-Portugal Fashion
-um casamento
Novembro
-defendi a tese rodeada de amigos
-o bairro (curu)pira
-o destino trocou-me as voltas e foi irónico
-tive uma desilusão enorme
-voltei ao ginásio
-decidi fazer o doutoramento
Dezembro
-o lanche Party People e o Mário a dormir
-regressos de Luanda
-Coimbra outra vez
-Natal
-o último lanche Party People
-ladies night no penúltimo dia do ano
-abri a lista de desejos para 2013 e percebi que a maioria se realizou e que 2 ou 3 foram parcialmente cumpridos
2013 não foi um ano fácil, nada mesmo. Trouxe (mais) 9 meses de coisas boas que foram para o lixo num telefonema de 2 minutos. E isso trouxe-me a certeza do que quero, do tipo de pessoa(s) que quero por perto daqui em diante mesmo que agora tenha de me ver a braços com uma insegurança dos diabos que me faz perguntar coisas que nunca perguntaria. Trouxe-me o melhor e o pior aniversário de sempre, um "nunca mais" que se desfez inesperadamente. Também me trouxe dureza à carapaça, fez-me pensar em fugir para não enfrentar. Tive mais um ano com a Minnie, os laços ficaram mais fortes cá em casa. Os miúdos cresceram e agora falamos todos a mesma linguagem. Os "miúdos" agora estão na faculdade e vão a festas académicas. Foi o meu último ano académico e a minha Queima foi de luto.
Viajei para Paris e encantei-me com tudo, voltei a ter 5 anos quando entrei na Disney e resgatei a minha adoração por Minnies. Fiz listas e planeei dias até à exaustão e geralmente correu bem.
Trabalhei com mais de 60 putos diferentes e para alguns sou a professora preferida, voltei a falar francês e inglês quase todos os dias, dei muitas explicações, corrigi imensos trabalhos de casa e dei colo quando foi preciso. Senti-me culpada porque de outubro a dezembro não escrevi nenhum ensaio. Mas li o que quis e ao ritmo que quis. Comprei livros, bilhetes para concertos e andei maluca à procura de uma agenda. Passei noites a ler poesia na internet. Perdi a conta aos livros que li o ano inteiro.
Perdi a conta aos gins tónicos e aos martinis que bebi, às vezes que me ri e sorri. Chorei menos, mas quando chorei doeu mais.
Senti-me grande e tive medo. Saí da minha zona de conforto e dei com a cabeça na parede. E voltei a ter medo.
Voltei atrás, fiz o que pude para manter amigos por perto, mas se calhar não era amizade que existia do outro lado.
Escrevi uma tese e alcancei outro grau académico: entusiasmei-me, tive medo de escrever, fiquei semanas sem escrever uma linha, escrevi páginas e páginas em pouco tempo, tive os horários mais alucinados de sempre, levei livros e computador quando fui de férias, escrevi a tese em agosto. Achava que não ia conseguir e consegui.
E reparei que não escrevi porque eles são uma parte grande de mim: durante todos estas semanas, na minha agenda havia sempre "jantar/almoço/lanche/café/botta shake" Party People e mesmo que agora sejamos aborrecidos (adultos, será?) continuamos juntos para o que der e vier. Levámos todos uma facada e reagimos a rir (para não chorar - não somos assim tão aborrecidos).
Vi mais filmes na primeira metade do ano do que na segunda e agora tenho demasiadas coisas para pôr em dia. Delirei com o The Following e dei por mim a chorar a ver Anatomia de Grey. Notei que acompanho mais de 10 séries.
Montei estantes com o meu pai e também aprendi a pôr ar nos pneus; entretanto destruí um retrovisor e não me enervei. Fiz arrumações centenas de vezes.
Continuei a comprar sapatos, fui de salto alto para os paralelos do Porto (e doeram-me os pés), fui a muitas festas, conheci muita gente. E mais importante, mantive quem queria por perto, mesmo que isso queira dizer Luanda, Ulm ou Aalst.
Foi instável, desesperante, mas foi um ano em grande.
Que venha 2014 e que seja um ano feliz.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Fim de semana
Se eu já estava doente, estou pior. Domingo de cama, vontade de comer = zero, pouco sono, muitas séries. Mas amanhã há tanto que fazer e ainda vou ao ginásio e depois na terça tenho mais 350 coisas para fazer e 2 reuniões para marcar e um artigo para escrever. Mas o que interessa é que o sábado foi bem bom com o aniversário do Mário. Só ele para se lembrar de levar uma polaroid e tirar fotos para oferecer aos amigos. É uma coisa tão simples e tão original. Já tenho a foto (a que se pode mostrar) no quadro de cortiça e a outra (a precisar de censura) na agenda, na semana dele.
Espero é que esta semana passe depressinha!
sábado, 23 de novembro de 2013
Dieta report
A parte boa das dietas é descobrir receitas novas. Todo um mundo a descobrir no blog As Delícias das Guerreiras. Quero experimentar imensa coisa que isto de comer bifes desenxabidos já me está a dar nos nervos e preciso de variações na cena. A única coisa que me desagrada aqui é consumir tanto ovo. 2 por semana pra mim está muito bom que mais do que isso não há-de fazer bem. É que isto resulta mesmo!!! De segunda até hoje já se foram 2kg, caraças. Mas hoje tenho de desabafar: tenho fome, porra! Agora a ver as séries comia tanto um milka. Aiiiiiii! (Em vez disso...2 fatias de fiambre de peru e já é uma sorte!!!) E hoje os miúdos com suminhos e croissants e bolachinhas das boas e eu a olhar pra minha gelatina de 10 calorias. Yey. Valha-me a cola zero que é a única coisa que me alegra os dias. Isso e o pãozinho do pequeno almoço! Ahahahah
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Das decisões de hoje:
a inscrição no ginásio está feita. Tão bom regressar. (Pior coisinha: avaliação física na segunda feira. Ah ah!)
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Um iogurte = felicidade
Estava aqui a pensar no que raio havia de comer porque a dieta não permite coisinhas boas e que sabem bem no inverno tipo uma torradinha com manteiga e estava a rever mentalmente tudo o que comi hoje e a passar a pente fino a lista dos alimentos que posso ingerir, "ah..nem tive tempo pra lanchar...devo ter um...IOGURTE!! na carteira!". E assim foi, um iogurte magro de pêssego fez a minha felicidade hoje para não ir dormir com o estômago a roncar. Bahhhh! E por falar em felicidade, hoje já decidi em que ginásio me vou inscrever. Que saudades das aulas de localizada! Yupiii!!
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
Das dietas
Caraças pá, só me apetece comer um raio de uma bolacha, mas não posso. Nada de hidratos. Espera-me um chá bem desconsolado. c@49&&("T&#&)=Bwhd
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Ah! E no meio de tanta coisa, diz que já defendi a tese e me saí bem. Foi um dia de nervos, mas já está e agora *só* tenho de ir pedir papéis... Ah...maravilha! A versão definitiva está entregue, já está tudo despachadinho, já houve um convite bem bom e surpreendente (e aceite, claro!) e diz que no próximo ano letivo vamos ver o que acontece.
(e presentinhos que eu também mereço!)
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É pros apanhados, não é?
É que só pode ser. Estou à espera que ainda me apareçam um senhor com uma câmara de filmar e um apresentador qualquer e que me digam "respire, menina, que isto é pros apanhados". É que não sendo...eu é que já nem sei.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
E depois a vida dá cada chapada...
E uma pessoa ri-se, pois, não há mais nada a fazer. Tanto trabalho com pontos finais e de exclamação e afinal está tudo no mesmo barco. Ou parecido, vá. E na mesma vida, em modo ciclo, em modo coincidências-isto-tem-graça-porque-não-tem-graça-nenhuma, é demasiada coisa irónica e curiosa. Este mundo é bué cenas, como diria o outro.
sábado, 9 de novembro de 2013
Dos amigos
Depois de um dia cheio de trabalho - por causa da greve, tive a sala com 20 miúdos hoje de manhã e mais 20 e tal de tarde - de "Senta-te, Vasco", "Diogo, fala baixo", "Sim, podes ir à casa de banho", "Já vou corrigir", "Vasco, faz os trabalhos", "Diogo, deixa o teu irmão", "Bernardo, já corrijo as contas" (e etc etc), cheguei a casa e passou-me tudo. E isto porque os meus amigos são seguramente os mais divertidos (e não aborrecidos, ok, Hugo?). A conversa de hoje era esta:
A- É mais uma das pessoas da minha vida que desaparece sem explicação.
B - É a vida, gente. As pessoas vão e vêm.A - Pois, que esta vida é uma filha da p*t*!
B - É como um rio que não para de correr.
Uma maré inconstante xD
C - Ahahahahah!
B-Uma montanha russa de altos e baixos...com bilhete grátis e vómitos no fim.
São tão loucos. Adoro-os.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
I'm back #4 - ou as saudades e o coração
Já foi há mais de um mês e a verdade é que hoje foi o dia pior. Não fiquei destroçada na altura, fiquei dececionada e triste com aquela atitude tão infantil e tão idiota, com o ultimato e a agressividade; fiquei enervada com o que ouvi há 15 dias, o tom descontraído como se não tivesse acontecido nada. Hoje foi um dia diferente. É verdade que os últimos dois meses têm sido vividos sempre a correr, há sempre coisas a fazer e pouco descanso e o tempo passou depressa e absorveu-me de tal forma que não tive um minuto sem nada que exigisse atenção. Só hoje é que parei para pensar, na meia hora do seca-estica-penteia o cabelo e tive saudades dele. Apesar de tudo. Depois senti-me culpada e estúpida por ter saudades, por saber que ele não merecia que eu as sentisse. Não podia admitir que ele continuasse a destratar-me, era ponto assente; mas hoje tive todas as saudades que cabem num ano de beijos e beijinhos, de xi-corações, de abraços, festinhas e colo, de risos e sorrisos. E elas doeram e fizeram-me chorar - eu que achava que se tivesse de chorar já tinha sido tempo. Vai passar, claro, mas até tive saudades de o ouvir dizer que estava cansado, de o ver transformar-se quando falava na profissão (que exige disciplina, dedicação e paciência) que o faz feliz., de reclamar por eu estar acelerada, de encostar a cabeça no meu ombro. Podia ter corrido tão bem, mas correu mal. Amanhã é um novo dia e há que levantar a cabeça.
I'm back #3 - o emprego
Começar a trabalhar custa, principalmente quando há três manhãs em que tenho de me levantar às 7h. Não estou biologicamente preparada para isso (ahahah) e o mês de adaptação custou um bocado, mas tudo se arranja. Não é um emprego de sonho, é dentro da minha área (o que não é nada mau) e servirá para não começar a bater com a cabeça nas paredes enquanto faço uma pausa - a bem dizer, isto passa num instante e já estamos em novembro e é bom que eu volte a trabalhar na investigação - para o projeto maior do próximo ano letivo. Um dia de cada vez é o lema de agora. Mas estou a gostar, os miúdos são uns queridos - principalmente os mais pequenitos. Até me trazem prendinhas tipo rebuçados, desenhos e um cromo do Garay (ao menos escolheu-me um jogador giro, porém do SLB) e não custa nada preparar-lhes fichas e explicar-lhes com uma infinita paciência (que juro que não sei onde vou buscar) os verbos em francês, em português e inglês, os nomes comuns, as funções sintáticas, os sons do francês ou até como surgiu o universo e coisas giras da físico-química que eu ainda vou dominando com a ajuda daquele objeto indispensável que é o manual. Balanço positivo para já.
Paralelamente continuo com as outras coisas: o grupo de investigação e as atividades, estudar para a defesa da dissertação (é quarta!!! Nem sei como é que ainda não entrei em pânico), ler para preparar os próximos artigos (em stand-by ainda, como seria de esperar). Mas isto é das poucas coisas em que acredito: trabalhar para conseguir atingir os objetivos. E o futuro...é esperar e ver.
Só fiquei mesmo mesmo revoltada com o resultado de uma bolsa. Mal vi o resultado percebi que era um concurso feito. O que me enerva mesmo é depois receber emails e ver por aí tomadas de posição públicas contra "o sistema" quando, na verdade, são os primeiros a contribuir para que esteja tudo viciado. Uma palhaçada, portanto.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
I'm back #2
Do que houve desde dia 5 até agora em fotos:
1 colóquio de literatura
1 colóquio de literatura
Uma ida ao Zenith
O aniversário da Rita
A despedida de solteira da Tânia
O casamento da Tânia
O Portugal Fashion
Carlos Couto SS14
O aniversário do André
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I like to party
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
I'm back #1
A coisa mais importante de outubro e do início de novembro: defesa da tese. Diz que na quarta feira lá vou estar eu com um camadão de nervos a dizer de minha justiça. E para isso...de volta aos livros. Let's go.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Ah finalmente!!! 1,2, 3, experiência
A minha ausência nas lides blogueiras tem exclusivamente a ver com o facto de ter o dashboard cheio de publicidade e não conseguir sequer editar uma mensagem. Ora desde o último post até agora, já me aconteceu tanta coisa que nem sei por onde começar. Mas aqui vai tudo daqui a nada. Ou amanhã.
sábado, 5 de outubro de 2013
Do que se tem que resolver
Eu sabia que quando arrumasse o assunto tese e voltasse a ter tempo para pensar no que queria, o assunto-relação-vamos-definir-isto ia voltar. No fundo não esperava grande coisa a não ser o respeito que um ano merece. Mas não: só agressividade só "porque apetece", ultimatos e a revelação de alguém que decididamente não quero ter ao lado. Tenho memórias de bons momentos, mas não era mais o que eu queria e se assim é, há que colocar um ponto final e seguir em frente. E neste momento há tantas coisas boas e tão melhores na minha vida que isto é só uma pequenina coisa má que o tempo vai tratar.
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