terça-feira, 10 de janeiro de 2012

É engraçado como nos comportamos perante as mesmas coisas, sendo o factor de diferenciação a pessoa. Eu tenho de escrever 5 trabalhos este semestre. Já escrevi o primeiro - tendo de o entregar daqui a uma semana - e parece que me saiu um peso incalculável de cima dos ombros. É certo que me faltam 4 ainda. Estou já a fazer o segundo e conto tê-lo pronto na próxima segunda-feira no máximo - o que me dá mais uma semana adiantada - e partir para outro e outro e outro. Mas estou relaxadinha da vida. Ou melhor: não estou insegura. Não por não saber, não por não ter bibliografia suficiente para o fazer. Enfim. O primeiro já foi. Primeiro tinha medo de não me saber organizar dentro dele. Done. Depois tinha medo de não me conseguir expressar em 8 páginas abordando todos os tópicos. Done (depois de 2 páginas cortadas). Agora tenho medo de não ter sido suficientemente profunda e, finalmente, tenho medo da nota. Aiiiiiiiiiiiiiiii.

sábado, 7 de janeiro de 2012

E eis que só falta o paragrafozinho final...para amanhã começar o segundo. Como diria o meu querido Mário, "não pára nem deixa morrer!"

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Trabalhos: 1 de 5

Está quase!!!!! Amanhã escrevo mais duas páginas - o que falta para este realmente acabar -, faço os retoques finais (que são uma lista de 2 páginas!) e começo a planear o próximo! Go giiiiirl!!!!!!
Então e agora...o que é que eu preciso de ver mais? Pois, desculpas esgotadas. Bem me pareceu. Damn you! Posso ficar onde não me sinto confortável, posso?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O melhor texto de 2011

Está escrito, ali ao lado. Mas não está publicado. E é só pra mim. Até me veio uma lagrimazinha aos olhos. Fod*-se!
Depois há as coisas estranhas. Ontem já me deitei tarde. E andei 2 ou 3 horas às voltas na cama. A pensar. Qualquer dia vou rebentar de tanto que penso. Nos momentos que tive contigo. Coisa estranha para pensar agora. Agora que está tudo tão,mas tão longe. É estranho pensar nisso. E em tanta coisa que gostava de te ter dito. E no que já não faz sentido dizer há muito tempo.
Depois pensei em mim. E no tempo todo que passou por mim. Nos cacos em que me partiste o coração. Esses mesmos com que te deixei continuar a brincar. E ainda te dei alguns como se dissesse "toma, parte mais". 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Universo, universo...

vamos lá parar de conspirar, sim? Quando eu finalmente decido alguma coisa e estou com disposição pra cumprir tudo até ao fim custe o que custar então tu queres-me mandar lá pr'aquele sítio de que eu gosto tanto e do qual ando a fugir? Vamos lá a deixar aqui a menina sossegadinha na Invicta com as francesinhas e o More e o Douro, 'tá?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

(...)
Sobre a pele que há em mim
Tu (já) não sabes nada.


Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…

domingo, 1 de janeiro de 2012

Então foi assim:

Corriam as primeiras horas de 2011 quando o Mário me mandou da cozinha para a varanda e acabei no chão com um escadote em cima. Corriam as últimas horas de 2011 quando eu, depois de um bacalhau com natas posto no forno, e na pressa de ir tomar banho e arranjar-me me magoo de uma maneira absurda na porta da cozinha! Resultado: ferida, mão inchada e a roçar o pisado. Pois bem, tinha de acabar como começou.

Depois da saga "não compro lingerie, não como passas, não peço desejos, não faço resoluções nem balanço, não subo para cadeiras com notas, não compro vestido, só bebo", eis que subi pro sofá de notas e cartão multibanco na mão, comprei vestido, não comi passas, mas pedi os desejos a comer uma banana (WTF?) e vi quem pedisse desejos a comer chocolate, fiz um balanço e pedi 2 ou 3 desejos (que neste preciso momento não tenho ideia quais sejam). 
A festa no Rivoli foi óptima (apesar das dores nos pés!), deu pra dançar, tirar o pé do chão! E chegar a casa às 11 da manhã!


Feliz 2012! Nuuuuuuuuncaaaaa meeeeeeeenooooos!!!

Ah!E estou com uma ressaca brutaaaaaaaal!

sábado, 31 de dezembro de 2011

Adeus, 2011

Quando foi bom, foi muito bom; quando foi mau...foi péssimo! Está quase a acabar e ainda bem. Despedir-me de 2011 é despedir-me dele e de 2010, deixar para trás aquilo em que acreditei mais e sempre. E por isso custa tanto. A decisão já estava tomada: mais umas horinhas e a minha zona de conforto não vai ser mais a minha zona de conforto, por mais bagunçada e estranha que sempre tenha sido. E sabe Deus o medo que eu tenho de coisas novas, de dar um passo para uma coisa diferente e de deixar o que é seguro para trás. 
2011 foi sobretudo um ano de aprendizagem. Que gostar não chega, que é preciso sempre mais, que uma pessoa sozinha não segura duas, que muitas vezes os outros escolhem e tomam decisões por nós (you know,sempre foste a minha escolha no matter what) e alteram a nossa vida de uma maneira que não devia ser possível. 2011 trouxe Itália e Alemanha, um verão quente na Isla Canela, na Manta Rota e em Vilamoura. Trouxe Coimbra, os The Gift, os Party People; até a merda dos papéis este filho da mãe trouxe. E por mais que todo um circo se tenha armado, ficou quem realmente interessa. 2011 trouxe-me o S. (por pouco tempo, é certo) e o conforto de um sorriso e de um abraço. Trouxe-me os Party People, o *C, os amigos, o final da licenciatura e o início do mestrado. Também trouxe muitas lágrimas e noites sem dormir,um aniversário à chuva no Marés Vivas. Já falei do concerto dos The Gift e do CD deste ano? E a música da Florence e dos Coldplay. 2011 trouxe um dezembro de preocupação e ansiedade com muitas, muitas lágrimas quando a doença nos vence. 

2011 trouxe mais definição, apesar de tudo. Foi mauzinho, muito mauzinho. E tu...tive de te deixar ir. Não quero, continuo a dizer. Neste caso não me resta grande escolha. Uma (grande) parte de mim está contigo. Sempre. (O sempre é relativo, dizia eu ontem.) Neste caso é sempre mesmo, porque me mudaste irremediavelmente. Com o bom e o mau, o muito bom e o muito mau. Porque gosto muito de ti mas isso não chega. 
Adeus, 2011. 
Espero por ti, 2012, sem pedir nada. Não quero pedir nem desejar nem esperar qualquer tipo de coisa. O que vier...que seja surpresa.





Nota: E eu  no início de Dezembro disse:
-Não como passas, não compro lingerie nova, não faço listas nem balanços, não compro vestido novo, não subo pra cima de cadeiras com notas. Só bebo.

Estado actual: comprei lingerie nova, vestido novo e acabei de fazer um balanço.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Zumba

A escassos 3 dias do final do ano, eis que fui a uma aula de zumba.
Resultado: não mexo um músculo que isto dói que se farta!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Não haja dúvida que depois de um dia como o de hoje aquilo que me apetecia mesmo era estar com febre e dores de cabeça e etc, etc. E com o final do ano à porta e apenas 3 dias e pouco para me mentalizar da mudança e dizer adeus a 2010 e a 2011. Vou só ali encharcar-me de comprimidos a ver se isto passa.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mad world (god?!)

Sempre a levar os bons e a deixar cá quem não presta.

O prazo está quase a acabar...

31.12.2011 - 23.59h. 
Às 00h já vai ser tudo diferente. 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Um assunto está mais que arrumado. O outro...bastaram 48horas para perceber que não vale a pena o esforço. Não compensa. Mais vale deixar quietinho, no canto. No fundo, também ele arrumado. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Azares informáticos em dezembro

No espaço de 20 dias:
-chat do facebook deixa de funcionar;
-tecla do espaços avaria;
-deixo cair o portátil e lá se vai a placa do wireless.

Isto anda bonito, anda!

Natal - de mim para mim





(Não foram estes mesmo, mas parecidos. Imagens da net.)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Pela primeira vez em muito tempo estou a cumprir o que prometo a mim própria. Demasiado tarde, eu sei. Não pelo melhor motivo, eu sei. E neste momento é tudo tão pequeno e tão relativo. E no fundo...não há tempo a perder. Não mais.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ela não tem tempo. É impossível não derramar uma lágrima de que cada vez que penso nela. E hoje já pensei nela umas 5 ou 6 vezes. Foi a primeira pessoa em quem pensei quando acordei. Ela não tem tempo. E ela de certeza que tinha tantos planos, queria ver tanta coisa, os filhos casados, os futuros netos. De certeza que queria continuar a passear com os amigos aos domingos, nas almoçaradas regadas a petiscos e boas conversas, a fazer compras e marmelada e geleia em outubro - ela mandava sempre um frasquinho pra mim e este ano já não mandou - a regar as plantas de que tanto gosta. Ela não tem tempo. Não tem. E é só isso que me ecoa na cabeça. Todas as coisas que ela ainda tencionava fazer, todas as gargalhadas que ainda ia dar, todos os momentos felizes. Maldita, maldita doença. Sempre a levar mais um, a roubar tempo, constantemente a roubar tempo, em contagem decrescente repetidamente adiada. Ela não tem tempo.  
Mas não. Afastaste-me o mais que conseguiste pensando que eu voltaria. Contigo aprendi a ser cão que não conhece o dono, cão sem casa para dormir, cão sem pratinho de água e de comida, cão sem cobertor na cama para passar o Inverno.Vadio, vagabundo de si próprio, que reage com os dentes afiados a uma festa. Infelizmente a tua mão não tem um só arranhão.