terça-feira, 20 de setembro de 2011

13. Começam hoje as aulas de mestrado.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

12. Hoje foi um dia de nervos, muitos nervos. Mas correu tudo bem - acho.
E nada melhor do que chegar a casa e beber um suminho delicioso de goiaba. Nhamy
11. E hoje sim começa a vida de faculdade e mais um ano letivo. (Altura de começar a escrever conforme  as novas regras do acordo ortográfico. bah.)

sábado, 17 de setembro de 2011

10. Receita para sexta-feira à noite

1 Nimed
1 chazinho preto com laranja e canela com 3 colheres de açúcar
1 email para responder
1 tese de mestrado
5 artigos científicos
1 folha de papel + 1 lápis (ainda sou uma pessoa antiga e não me organizo no documento do word)

Preparação:
chá + comprimido + rezar aos santinhos para não adormecer de moleza (constipação de um raio!) + ler tese + ler artigos + organizar bibliografia na folha + organizar tópicos

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

9. Dói-me o corpo todo e quero-me enrolar no sofá sem fazer nada. Posso? Não. Ainda há muito que escrever e ler por hoje.
8. Uma constipação com este calor. O olho esquerdo não pára de chorar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

7. Sapatinhos (ando a ver móveis no IKEA para alguma coisa)




6. Nunca disse nada tão acertado sobre 'mim': é horrível viver numa mansão e depois enfiarem-nos -a nós e a toda a tralha que carregamos - num t0 apertado. E em poucas palavras se resumem meses.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

5. Dormi 4 horas, são 13.20h e já estou cansada. Falta levar o carro para arranjar (obrigadinha ao senhor que quase me levou o espelho), telefonar a não sei quantas pessoas, responder a não sei quantos emails, desencantar um livro que está mais que esgotado, escrever uns quantos textos, arrumar os sapatos e o armário. O dia promete ser longo.
4. Olhos mortiços e vazios.

domingo, 11 de setembro de 2011

Setembro

3. Headache and lots of work.

sábado, 10 de setembro de 2011

2. Setembro= insónias e horários trocados.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Setembro

1. levei com a porta do carro no osso da anca e se não ficar pisado vai ser uma sorte. Bem, sempre é mais uma para juntar à colecção de pisaduras e arranhões deste *Verão*.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Para acabar o dia*


*dia esse que já vai demasiado longo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E uma semana depois...

...continua tudo igual.



[ou pior.]

domingo, 21 de agosto de 2011

See you next week

Depois de uns dias de Viagem Medieval, de praia a norte, de muita praia e diversão no Sul de Espanha, vou descansar esta cabeça cheia de pessoas, pontos de interrogação, ses, coisas e coisas estúpidas e coisas ainda mais estúpidas para o sossego do Algarve.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Na minha agenda, a abrir a semana, diz:

Ficávamos no quarto, onde por vezes
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior
paixão que pelo coração se chega à pele.
Não há então entre eles nenhum desnível.

Luís Miguel Nava in Poesia Completa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

É a silly season!

De tanto Verão que já passei, não me lembro de nenhum tão incerto como este. Quando me perguntam "então e vais pra onde de férias?" eu já tremo. Se me perguntassem ontem eu diria que ia ali pros lados do centro apanhar um solzinho, mas hoje, a quem me fizer essa pergunta vou dar uma resposta diferente. Não, ainda não estou louca; tenho é uma vida que muda e muda e muda e gosta muito de mudar. Pois que daqui a uns dias não rumarei ao centro, mas sim ao Sul, o sítio certo pra se estar e onde realmente é Verão. (E onde há bolinhas de berlim, nham nham nham)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Desde a Idade da Pedra

Como diria uma amiga minha, os homens não aprendem. E acrescenta ela que não sabe como tal facto é possível, já que isto deve ser assim desde a Idade da Pedra. A saber: rapaz gosta de rapariga, rapariga gosta de rapaz. Até aqui tudo certinho. Rapaz começa com dúvidas e vai tudo pelo cano. Contudo, rapariga permanece no seu sítio. Rapaz começa a magoar rapariga. Uma, duas, três, quatro, cinco, as vezes que forem precisas. E ela, magoada e a sofrer, continua ao pé dele. E rapaz continua a magoar: mais uma, duas, três, as vezes que forem precisas, até que um dia rapariga vira um bloco de gelo. Está irreconhecível: fria, egoísta, indiferente. E aí rapaz dá valor, corre atrás, chora à porta do prédio com a cadela ao colo e até é bem capaz de cair das escadas com tanta lágrima que lhe turva a visão. E ela na vidinha dela muito feliz e satisfeita. Sorte a dele se ela voltar pra ele depois de todas as vezes que a magoou e fez chorar. É,é assim desde a Idade da Pedra. E tantos anos volvidos, como é que os homens ainda não aprenderam o básico dos básicos?

domingo, 10 de julho de 2011

Não era nem nunca foi pra ser assim.





Gosh, é frustrante.