quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Setembro
1. levei com a porta do carro no osso da anca e se não ficar pisado vai ser uma sorte. Bem, sempre é mais uma para juntar à colecção de pisaduras e arranhões deste *Verão*.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
See you next week
Depois de uns dias de Viagem Medieval, de praia a norte, de muita praia e diversão no Sul de Espanha, vou descansar esta cabeça cheia de pessoas, pontos de interrogação, ses, coisas e coisas estúpidas e coisas ainda mais estúpidas para o sossego do Algarve.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Na minha agenda, a abrir a semana, diz:
Ficávamos no quarto, onde por vezes
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior
paixão que pelo coração se chega à pele.
o mar vinha irromper. É sem dúvida em dias de maior
paixão que pelo coração se chega à pele.
Não há então entre eles nenhum desnível.
Luís Miguel Nava in Poesia Completa
sexta-feira, 29 de julho de 2011
É a silly season!
De tanto Verão que já passei, não me lembro de nenhum tão incerto como este. Quando me perguntam "então e vais pra onde de férias?" eu já tremo. Se me perguntassem ontem eu diria que ia ali pros lados do centro apanhar um solzinho, mas hoje, a quem me fizer essa pergunta vou dar uma resposta diferente. Não, ainda não estou louca; tenho é uma vida que muda e muda e muda e gosta muito de mudar. Pois que daqui a uns dias não rumarei ao centro, mas sim ao Sul, o sítio certo pra se estar e onde realmente é Verão. (E onde há bolinhas de berlim, nham nham nham)
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Desde a Idade da Pedra
Como diria uma amiga minha, os homens não aprendem. E acrescenta ela que não sabe como tal facto é possível, já que isto deve ser assim desde a Idade da Pedra. A saber: rapaz gosta de rapariga, rapariga gosta de rapaz. Até aqui tudo certinho. Rapaz começa com dúvidas e vai tudo pelo cano. Contudo, rapariga permanece no seu sítio. Rapaz começa a magoar rapariga. Uma, duas, três, quatro, cinco, as vezes que forem precisas. E ela, magoada e a sofrer, continua ao pé dele. E rapaz continua a magoar: mais uma, duas, três, as vezes que forem precisas, até que um dia rapariga vira um bloco de gelo. Está irreconhecível: fria, egoísta, indiferente. E aí rapaz dá valor, corre atrás, chora à porta do prédio com a cadela ao colo e até é bem capaz de cair das escadas com tanta lágrima que lhe turva a visão. E ela na vidinha dela muito feliz e satisfeita. Sorte a dele se ela voltar pra ele depois de todas as vezes que a magoou e fez chorar. É,é assim desde a Idade da Pedra. E tantos anos volvidos, como é que os homens ainda não aprenderam o básico dos básicos?
terça-feira, 28 de junho de 2011
Às vezes o melhor é não saber
Sobre essa coisa do 'sente que sente', há uns 2 anos era eu jovem para querer deslindar todas as sensações e emoções que passavam por mim. Então se me sentia confusa, as noites sem dormir e os momentos em que me punha fora do mundo eram um fartote. Tanto tempo volvido, e a propósito de uma conversa a más horas com a M. e com a J., cheguei à conclusão - e neste último mês e meio chegar a conclusões é a minha melhor qualidade - que também isso está vazio. Simplesmente opto por encerrar essa parte, de deixar tudo condensadinho, arrumadinho, quietinho, sem destrinçar, sem saber o que é, o que não é. No fundo essa parte está vazia, na parte do 'sente que sente, sente que não sente', se eu própria me questiono, fujo da resposta como o diabo da cruz. Portanto o melhor é fazer de conta que não existe, não saber, não pensar. Dói menos; é uma mão em cima da ferida a pressionar e não uma mão que mexe e remexe para fazer doer. E isto porque como diz Alberto Caeiro, "Pensar é estar doente dos olhos" (e do coração que não se tem - acrescento eu).
segunda-feira, 20 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
A (nossa) palavra
- para tudo - foi, é e será
estranho.
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domingo, 12 de junho de 2011
odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
4 dias depois de começar o trabalho mais horroroso de sempre
apareceu o raio da enxaqueca. Mas está quase. Mais 5 páginas e esta m*e*r*d*a acaba.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
É por coisas como estas que eu ainda me rio
Estava eu muito sossegada da vida a fazer o trabalho horroroso que ainda me falta quando toca o telemóvel a atrapalhar a minha concentração. Atendi e nada. Nova chamada. Nada. Isto repete-se mais 3 vezes. Pergunto à M., ja chateada com tanta insistência, se ela conhecia o número e digo que recebi uma mensagem em branco. Ah! E depois outra a dizer "Liga-me". Pergunto eu: "Quem és?", a pensar que era alguém cujo número eu não tinha gravado no telemóvel já que o Cookie foi para arranjar há duas semanas e números que é bom não há. Pois bem, ao "Quem és?" recebo a resposta "o teu pai".
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terça-feira, 7 de junho de 2011
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