terça-feira, 7 de junho de 2011

It

hurts.

yeah, it's true

I miss u.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

3.6.2011

Amanhã é o meu último dia de aulas da licenciatura.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

E isto é só uma amostra

Pois bem, o meu dia começou numa bomba de gasolina com o funcionário a cantar a música "Falésia do Amor", dos Santamaria, como se fosse a melhor música do mundo. Se eu tivesse ficado lá mais 5 minutos ainda ouvia a parte do 'nananana'. O senhor sabia a letra, ria-se com todos os dentes que tinha, muito bem disposto.
A tarde não melhorou. Uma das senhoras que tem aula comigo diz que "se tirarmos os sonhos aos gatos eles morrem". Como diria o P., eu fiquei sem cara a ouvir isto.
E de quem não tinha nenhum compromisso para as noites que se seguem na semana, passei a ter a agenda cheia. Toca a reprogramar a semaninha pra ler o máximo de coisas possível e fazer o trabalho que falta...!

sábado, 21 de maio de 2011

Querido corpo,

(respira de alívio que não vou reclamar!)
podes dizer-me o que raio se passa contigo pra eu me encher de porcarias calóricas - sem me preocupar se ingiro uma gelatina royal de 10kcal ou um croissant de 300 - e perder centímetros, volume e peso? :D

sexta-feira, 20 de maio de 2011

La bella Italia I - il gusto


(Não sei o nome disto, mas tinha queijo e uma espécie de chourição)



(Anti pastti)



(Tagliatelle com carne de vaca)


(pão de alho)


(prosciutto)


Capricciosa


Regina


(desconheço o nome, mas tinha rúcula, queijo e presunto)



(Risotto ai funghi)


(Era uma erva qualquer com farinha de milho e era uma delícia!)



(Fettuccine de espargos)


(Cappuccino)


(gin tónico, what else?)


(macarrão 'maravilhoso e delicioso' à cubana)

domingo, 15 de maio de 2011

Vou só ali e venho já

Depois de 2kg perdidos nas últimas 36horas, vou só ali a Itália espairecer as ideias e voltar com a casinha arrumada.



[Que timing!]

sábado, 14 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ele há coisas!

A propósito das chuvadas dos dois sábados anteriores e das consequentes dores de garganta horríveis, dei por mim a pensar que não tenho tempo de ficar doente. Isto porque quinta é dia de *Queima*, sábado de teatro, domingo de apanhar um avião, de voltar e perder-me na imensidão de papéis que nasce nas paredes do quarto. Diz que os exames estão à porta e mais as candidaturas para o mestrado.
Pelo menos já me decidi a ficar no Porto. E ter essa decisão tomada é a melhor coisa do mundo. Saiu-me uma tonelada dos ombros.




[Entretanto já arranjei outra, mas pesa-me mais noutro sítio do que propriamente nos ombros.]

domingo, 8 de maio de 2011

Aos pedacinhos. Pequeninos, pequeninos.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O mais difícil é escrever a primeira frase. Eu sei que quero falar do Surrealismo como movimento com início em França, falar de um Surrealismo tardio em Portugal e inserir o poema na obra. Oh vida que temos aqui outra tarefa difícil...!
Não sei se está a chover,mas estou a fazer um trabalho sobre o amor.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ontem é que foi

Fiz uma limpeza ao facebook e ao telemóvel. Apaguei alguns perfis da lista de amigos e 35 contactos da lista do telemóvel. O *burro/chato/criatura horrorosa e desinteressante que não me larga não sei por que carga d'água* levou com os pés uma vez e não chegou, teve de levar a segunda (a bem dizer esta já é a terceira - a primeira foi demasiado leve) - e até fui muito simpática que isto de dizer "mas quê, começou o drama e ninguém me avisou?" ainda requer uma certa contenção - temos pena, mas isto não é casa da mãe Joana e muito menos a Santa Casa da Misericórdia. E agora, pqp a internet que eu tenho dois trabalhos pra fazer - que odeio de morte porque o Carlos de Oliveira não me seduz e o Cesariny seduz-me tanto que me deixa sem saber o que fazer.

Constatações # (não sei em que número isto vai)

Pior do que uma mulher que faz drama é um homem que faz drama.





[Haja paciência!]

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Party people in the box









Os dias de verão

Os dias de verão vastos como um reino
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo

Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo

O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem

Como se em tudo aflorasse eternidade

Justa é a forma do nosso corpo


Sophia de Mello Breyner Andresen in Dual

[Party People @ Jardim Botânico - Exposição A Evolução de Darwin]

domingo, 10 de abril de 2011

Ter 20 anos é...

sair de casa para ir a um mini-concerto seguido de um cineminha com os amigos.
sair do cinema e ir ter com o amigo que está a trabalhar e ficar 5 horas na conversa.
ir tomar o pequeno-almoço, continuar a rir e chegar a casa às 9.30h.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tá bonito!

Ando com uma camada de nervos que parece mentira e que me dá pra desmaios. Isto vai bem, vai!

domingo, 3 de abril de 2011

Glória ou como Penélope morreu de tédio

O texto é fabuloso. E dizer que é fabuloso não chega. O texto começa a corroer qualquer um mal o Albano Jerónimo diz as primeiras palavras. Riso e choro, esperança e desejo são as dicotomias que se desenvolvem no decorrer da espera que baseia a peça. A afinidade com a Odisseia, de Homero, está extremamente bem aplicada aos dias de hoje. E tendo em conta este meu momento, este texto mexeu muito comigo. Da interpretação nem sequer sei o que dizer. Se o João Reis era o meu actor de teatro favorito (ai o Hamlet...!), a partir de hoje, o Albano Jerónimo está no número um! E fica aqui um bocadinho do texto (e peço já desculpa porque não é fiel ao original, já que gostei tanto tanto e de tudo que não consegui decorar enquanto ele o dizia. Quando e se isto for editado, um exemplar é meu!)

«-Amaste?
-Amei.
-Quando?
-Não me lembro.
(...)
-Juntar as feromonas não é a mesma coisa que juntar os trapinhos. Oh menina, quer juntar as suas feromonas com as minhas? (...)
Quando é que te apaixonaste?
Não sei.
Cada pessoa sabe o momento em que se apaixonou.
(...)
Aquele homem que correu atrás de mim para não perder a corrida, ele tinha de ganhar.»

sábado, 2 de abril de 2011

'Il faut toucher les choses"