quarta-feira, 20 de abril de 2011

O mais difícil é escrever a primeira frase. Eu sei que quero falar do Surrealismo como movimento com início em França, falar de um Surrealismo tardio em Portugal e inserir o poema na obra. Oh vida que temos aqui outra tarefa difícil...!
Não sei se está a chover,mas estou a fazer um trabalho sobre o amor.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Ontem é que foi

Fiz uma limpeza ao facebook e ao telemóvel. Apaguei alguns perfis da lista de amigos e 35 contactos da lista do telemóvel. O *burro/chato/criatura horrorosa e desinteressante que não me larga não sei por que carga d'água* levou com os pés uma vez e não chegou, teve de levar a segunda (a bem dizer esta já é a terceira - a primeira foi demasiado leve) - e até fui muito simpática que isto de dizer "mas quê, começou o drama e ninguém me avisou?" ainda requer uma certa contenção - temos pena, mas isto não é casa da mãe Joana e muito menos a Santa Casa da Misericórdia. E agora, pqp a internet que eu tenho dois trabalhos pra fazer - que odeio de morte porque o Carlos de Oliveira não me seduz e o Cesariny seduz-me tanto que me deixa sem saber o que fazer.

Constatações # (não sei em que número isto vai)

Pior do que uma mulher que faz drama é um homem que faz drama.





[Haja paciência!]

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Party people in the box









Os dias de verão

Os dias de verão vastos como um reino
Cintilantes de areia e maré lisa
Os quartos apuram seu fresco de penumbra
Irmão do lírio e da concha é nosso corpo

Tempo é de repouso e festa
O instante é completo como um fruto
Irmão do universo é nosso corpo

O destino torna-se próximo e legível
Enquanto no terraço fitamos o alto enigma familiar dos astros
Que em sua imóvel mobilidade nos conduzem

Como se em tudo aflorasse eternidade

Justa é a forma do nosso corpo


Sophia de Mello Breyner Andresen in Dual

[Party People @ Jardim Botânico - Exposição A Evolução de Darwin]

domingo, 10 de abril de 2011

Ter 20 anos é...

sair de casa para ir a um mini-concerto seguido de um cineminha com os amigos.
sair do cinema e ir ter com o amigo que está a trabalhar e ficar 5 horas na conversa.
ir tomar o pequeno-almoço, continuar a rir e chegar a casa às 9.30h.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tá bonito!

Ando com uma camada de nervos que parece mentira e que me dá pra desmaios. Isto vai bem, vai!

domingo, 3 de abril de 2011

Glória ou como Penélope morreu de tédio

O texto é fabuloso. E dizer que é fabuloso não chega. O texto começa a corroer qualquer um mal o Albano Jerónimo diz as primeiras palavras. Riso e choro, esperança e desejo são as dicotomias que se desenvolvem no decorrer da espera que baseia a peça. A afinidade com a Odisseia, de Homero, está extremamente bem aplicada aos dias de hoje. E tendo em conta este meu momento, este texto mexeu muito comigo. Da interpretação nem sequer sei o que dizer. Se o João Reis era o meu actor de teatro favorito (ai o Hamlet...!), a partir de hoje, o Albano Jerónimo está no número um! E fica aqui um bocadinho do texto (e peço já desculpa porque não é fiel ao original, já que gostei tanto tanto e de tudo que não consegui decorar enquanto ele o dizia. Quando e se isto for editado, um exemplar é meu!)

«-Amaste?
-Amei.
-Quando?
-Não me lembro.
(...)
-Juntar as feromonas não é a mesma coisa que juntar os trapinhos. Oh menina, quer juntar as suas feromonas com as minhas? (...)
Quando é que te apaixonaste?
Não sei.
Cada pessoa sabe o momento em que se apaixonou.
(...)
Aquele homem que correu atrás de mim para não perder a corrida, ele tinha de ganhar.»

sábado, 2 de abril de 2011

'Il faut toucher les choses"

quinta-feira, 31 de março de 2011

Na cabeça desta pessoa que vos escreve já não há mais espaço para tanta dúvida em relação ao mestrado que vai escolher.

domingo, 27 de março de 2011

Hoje disseram-me uma coisa:

"Vai à luta. Quando perderes sais, enquanto der...batalha."

sábado, 26 de março de 2011

Hoje aprendi uma coisa:

Há os homens. E depois há os homens que fazem de conta que não percebem que estão a levar com os pés. É que nem adianta dizer tudo com todas as letrinhas. Oh raaaaça!

domingo, 20 de março de 2011

Grrrr

Detesto aqueles sonhos que parecem reais. E só porque acordo e afinal não é nada daquilo. *suspiro*

quinta-feira, 17 de março de 2011

16.3.2011:

tive a conversa menos conversa de sempre.

segunda-feira, 14 de março de 2011

O que vai

volta.





[2011 está a ser um escândalo e ainda só estamos em Março.]

domingo, 13 de março de 2011

Sobre o Filme do Desassossego

Eu gostei muito. Saí de lá realmente desassossegada.
(Imagem daqui.)


"Se o meu coração pudesse pensar parava." - e a data, sem ano, ao lado da secretária de Bernardo Soares. Foi nessa altura que o meu - se é que ainda o tenho - parou.

sábado, 12 de março de 2011

Do Desassossego

Hoje é noite de cinema no TeCa - Filme do Desassossego. O P. diz que não é assim tão maravilhoso quanto dizem...Será? A ver vamos!

Sobre outro desassossego - o meu -, há a dizer que quando nos livramos daquilo de que não gostamos, fica tudo mais leve! O meu 'desassossego' sossegou e agora só falta eliminar o que resta. E não vai ser fácil...Este sim é um verdadeiro delight. Tão ou mais desassossegado do que eu; em medidas diferentes, sim; em experiências diferentes. E aqueles olhos, aqueles olhos com sombras a vaguear. Aqueles olhos.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Hasta la vista, baby!

Não há nada que me irrite mais num homem do que usar o discurso do pobre coitado, fazer-se de engraçado e achar que tem uma piada daqui até à China, falar sempre das mesmas coisas.










Ah! E já me esquecia! Não há nada pior do que um homem que faz drama. É o passaporte directo para um 'hasta la vista, baby'.

Carnavau II

O Carnaval só me trouxe uma coisinha má: um joelho destroçado. E dói que não é brincadeira. Voltamos ao forrobodó dos cremes e dos joelhos elásticos. Bonito.