Não, não vamos falar desse filme, mas sim do filme que é quando eu me enervo. Podendo não parecer, eu sou uma pessoa nervosa e quando os nervos chegam ao ponto de saturação nem sei se diga venham cá ajudar ou saiam daqui. Então isto é assim: durante muitos anos foi o estômago. Vomitava que me fartava, tinha dores de madrugada e não dormia. Depois isto acalmou e o esquema mudou. Ataques de ansiedade. Ela treme, ela chora, ela fica com falta de ar. Ela mal consegue pensar. É terrível. Não se controla. Há dias em que acho que se alguém me visse me chamava doida. Pobre Miss Bright Side que ontem aturou uma coisa dessas.Mas este não foi grave, não cheguei a ficar com as mãos paralisadas (true story) nem a tremer por todos os lados. Só a dificuldade em respirar. E o choro. Se não me chateassem tanto o juizo...eu não me enervava tanto.
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Dietas
Agora sim posso falar no assunto: dietas. Começou a 9 de Maio. No início de Junho já tinham ido 6 à vida. Em Julho outros 4. Balanço: menos 10 kg no corpinho, menos centímetros de cintura e anca, mantém-se o resto (obrigada, Altíssimo!!!). Não se passou fome, mas fechou-se a boca. Era lindo sair pelas ruas do Porto e ir parar ao Tropical às 5 da manhã e ouvi-los dizer
-Uma francesinha especial!
-Uma cola tropical e um pão de alho com queijo e bacon!
-Um crepe não-sei-quantas!
-Uma tosta mista com molho de francesinha e uma dose de batatas!
e eu era a única que dizia:
-Uma água sem gás fresca e uma salada de fruta tropical.
Fora isso, adeus chocolatinho (nham nham), cookies, fritos (já não sei o que são panados, juro!) e toda a panóplia de coisas que se alojam nas ancas. Olá iogurtes magros, gelatina 10 calorias, queijo fresco, pão integral,saladas, etc. etc.
Confesso que não custou! Aliás, a Dra. Fernanda dava-me sempre na cabeça pra eu fazer as refeições livres! Coma uma fatia de bolo, chocolate, o que quiser, dizia ela. Uma fofa! Dava-me sempre os parabéns de cada vez que eu lá ia e ainda me deu dicas pra saber o que comer. Vá, o único senão é começar a ver os rótulos das coisas no supermercado, mas, graças a isso, descobri umas bolachinhas da ProAlimentar bem boas e só com 29calorias. Mais as Marie Lu (que enganam a vontade de comer bolachas de chocolate) de 99calorias. E as barrinhas da Alpen! Mais o Compal Light e a água tónica da Frize.
(Só pela publicidade era já mandarem-me umas quantas caixas, pá!)
Não foi pelo Verão. Foi mesmo por mim.
terça-feira, 27 de julho de 2010
João Miguel,
mal vi o teu pedido de amizade no facebook soube que a coisa ia correr mal. Para começar tens a fotografia de um rato, coisa que eu detesto. E um homem com uma foto de um rato não deve ser boa peça. Pois bem, contrariando estes pré-conceitos instalados na minha mente lá te adicionei. Depois reparei que nasceste em 1991. Outro mau indício. Ainda assim relevei. 10 minutos depois falaste comigo no chat. Olá! Tudo bem? - até aí não estavas a ir mal, filhote. Mas depois escorregaste na casca da banana. QUE FAXEX?, perguntaste tu. Como se não bastasse este erro crasso ainda te enterraste mais. Perguntaste Donde teclas?. E um gajo que me pergunta essas coisas e dessa maneira não serve para amigo do facebook. Então, com dois cliques - um na tua página e outro no 'remover da lista de amigos' - acabou a nossa amizade. Rápido e indolor. Felicidades com os teus X e K e o diabo a quatro.
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Nós, as gajas - parte II
Nós, as gajas, temos sempre a tendência para escolher mal. É certo que nós, as gajas, temos uma grande parte de culpa no que toca o correr mal. E isto porque, ainda que não gostemos de banho-maria, tentamos armar-nos em gajos e tentar fazer o mesmo, só que não dá resultado. Isto é mulherio e já se sabe que não há cá controlo de temperatura. Se o caldo tiver de entornar entorna e alguém há-de limpar. Diz que há esfregonas e panos pra isso mesmo. Ora, tudo entornado, é coisa pra nunca mais ficar em ponto rebuçado... que de doce, meus queridos, já não tem nada.
Pois bem, lá escolhemos nós, as gajas, mal e porcamente. E tal e coisa corre mal e coisa e tal não há volta a dar. Enquanto nada é tal nem coisa, há o outro que ronda. O bonzinho. Aquele que saca do lenço para nos dar, gajas, quando nos lamentamos infinitamente Ai que eu gosto tanto do X. Ai que não entendo o X! O X não veio ter comigo porque queria que o canário fizesse malabarismo! Ai tu vê lá, coitadinho! Tanta paciência que ele tem pro bicho! E lá está o bonzinho, de manhoso! Ah grande sacana! Lá vem o bonzinho com o discurso (idioto-)platónico do Por quem sois, minha senhora, estarei sempre por perto para vos amparar! Lá vem o bonzinho avançar no terreno. E ataca. E vai na volta nós, as gajas, estamos vulneráveis e sensíveis e toldadas pela paixão impossível ou apenas simplesmente fodida por circunstâncias várias da vida, e quando damos conta quase temos o bonzinho em cima de nós. (Não literalmente...mas a tender para!) Bonzinho confortavelmente instalado no sofá que era do X, quiçá nós, as gajas, ainda lhe mudamos o canal da televisão lá do cantinho pra Sport TV que vai começar o Benfica e o importante é agradar. Só que, de repente, todo um bonzinho se transforma em cafajeste. E depois o que acontece connosco, as gajas? É simples, pá! Voltem ao início do texto que não vou escrever o mesmo outra vez!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Nós, as gajas
Nós, as gajas, gostamos é dos gajos complicados. Dos que têm mil e um problemas. Então se for um que inventa mil e um problemas, é fazer o favor de mandar que a gente aceita. E quase a agradecer aos céus por tal dádiva. Nós, as gajas, não queremos saber do todo querido e fofo que nos pede uma oportunidade, que é carinhoso tempos infinitos e que não desiste de nós. Não! Nós gostamos mesmo daqueles que já ligaram e que não ligam, dos que fazem gato-sapato. Nós, as gajas, gostamos é de dar voltas à cabeça a tentar perceber esses seres acometidos de ataques de pânico porque reparam que afinal até gostam de nós, as gajas. Ou então porque já não gostam e se armam em idiotas com teorias ainda mais absurdas de afastamento. E nós, as gajas, começamos a reparar nestas coisas. Menos uma hora a conversar, ai-que-estou-atrasado-pra-sair, ai-hoje-não-posso-estar-contigo, ai-que-o-meu-gato-está-a-falar, ai-que-o-Bobby-acabou de-parir-um-cisne; ou se antes era Vais pra casa sozinha a esta hora a conduzir? Quando chegares liga para saber que está tudo bem! isso passa a Vais pra casa sozinha a esta hora a conduzir? E então?Qual é o problema? Até parece que não está habituada, a besta!. E isto se não for estou-me a lixar pra ti, grande lapa que já foi a mqt! Ainda não percebeste que me quero livrar de ti?Se fosses contar os paralelos do Porto é que era! Já não pode um gajo estar aqui a beber umas Mines e a comer uns tremoços à vontade que lá vem ela perguntar se está tudo bem comigo. Claro que está, parva! Se me acontecer alguma coisa alguém há-de saber.
Nós, as gajas, gostamos de coisas arrumadas no sítio. Não nos venham cá com as merdas do vamos ver. E isto porque nós, as tais gajas, não gostamos de vamos ver. É mais vemos e vamos, percebem? Isto tem de implicar movimentação que isto é gente frenética nestas coisas das relações e não gosta nada de banho-maria.
domingo, 18 de julho de 2010
Ontem chegaram os 20
e, se forem como os 19, no mínimo, serão inesquecíveis.
Parabéns a mim.
Caxias 68
Luz recortada nesta manhã fria
Muros e portões chave após chave
O meu amor por ti é fundo e grave
Confirmado nas grades deste dia
Sophia de Mello Breyner Andresen in Dual
Parabéns a mim.
Caxias 68
Luz recortada nesta manhã fria
Muros e portões chave após chave
O meu amor por ti é fundo e grave
Confirmado nas grades deste dia
Sophia de Mello Breyner Andresen in Dual
sábado, 10 de julho de 2010
Mudou (tanto) tudo (tudo) tanto.
Mas afinal andamos a enganar quem?! Só se for a nós próprios. É um que anda com todas porque no fundo, no fundo tem medo de ficar sozinho. Ou que quer uma e que, mesmo querendo que ela seja feliz, está a torcer para que tudo corra mal com o outro porque a quer para ele. É o outro que gosta das duas, que não sabe de qual gosta mais, de qual gosta menos. É o mesmo que se faz de desentendido quando ela decide pôr um ponto final naquilo mesmo não querendo. É o mesmo que continua a perguntar-lhe religiosamente todos os dias como ela está. É esse mesmo, o que não a está a ajudar, que a elogia constantemente, que tem presentes pra ela. É ainda outro que já gostou dela, mas que já não gosta e, na verdade, sabem os dois do mesmo,mas disfarçam. Ou se calhar gostam do disfarce e um do outro, mas tudo (tanto) mudou (tudo) tanto. São os 2+2 que sabem o que querem e só de se olhar sabem que vão ficar juntos. É a outra que vai embora e não quer começar nada. São os outros que disputam a mesma pessoa. É um de tantos que está acomodado e que não acaba porque afinal mais vale ter um pássaro na mão que dois a voar. É a outra que morde o lábio quando desconfia. É a amiga da outra que ergue a sobrancelha quando percebe que o outro não a larga e que não a deixa esquecê-lo. É outra ainda que está na zona de conforto, como ela diz. E é a amiga que a puxa para o jogo constante que ela não quer jogar. E afinal aparece logo um que acha que 3 ou 4 palavras são ataques. Mas não. É uma questão de interpretação. É a outra que foi traída, mas continua apaixonada. A outra que está sozinha e deseja ardentemente apaixonar-se. A outra que quer esquecer o grande amor e não quer começar nada com ninguém. E é o outro que a pressiona sem se aperceber que já a perdeu. A outra que se reconciliou com o outro. A outra que está feliz com um há um ano. O outro que diz que não tem animação na vida.
É a outra que se lembra dos meses a passar, dos dias a correr. E que se lembra de fazer contas. As horas são sempre a somar,mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais meio ano. E, afinal, vai sempre mudando (tanto) tudo (tudo) tanto.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Closer
Alice: I would have loved you… forever. Now, please go.
Dan: Don’t do this, Alice. Please, talk to me.
Alice: I am talking. Fuck off.
Dan: I’m sorry. You misunderstand! I didn’t mean to.
Alice: Yes you did.
Dan: I love you!
Alice: Show me! Where is this love? I can’t see it, I can’t touch it. I can’t feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can’t do anything with your easy words. Whatever you say is too late.
Dan: Don’t do this, Alice. Please, talk to me.
Alice: I am talking. Fuck off.
Dan: I’m sorry. You misunderstand! I didn’t mean to.
Alice: Yes you did.
Dan: I love you!
Alice: Show me! Where is this love? I can’t see it, I can’t touch it. I can’t feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can’t do anything with your easy words. Whatever you say is too late.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Shall we dance?*
Quem me conhece sabe que eu agulhas somos arqui-inimigas desde a minha existência. Eu fazia os meus pais passar vergonhas porque queria sempre fugir, até ao dia em que eles perceberam que o melhor era agarrar-me e manter-me quietinha pra tortura.
Os anos passam e isto não melhora. É ver-me a ficar de todas as cores, suores frios, tensão baixa, olhos arregalados e aquela sensação de vá-vou-só-embora-e-ninguém-dá-por-mim.
Ora hoje foi dia de tirar sangue para fazer análises que isto de uma pessoa emagrecer muito num mês e meio tem que se lhe diga. Eu, que nem gosto de acordar cedo, fui tão boa menina que segui o conselho da mamã:
Os anos passam e isto não melhora. É ver-me a ficar de todas as cores, suores frios, tensão baixa, olhos arregalados e aquela sensação de vá-vou-só-embora-e-ninguém-dá-por-mim.
Ora hoje foi dia de tirar sangue para fazer análises que isto de uma pessoa emagrecer muito num mês e meio tem que se lhe diga. Eu, que nem gosto de acordar cedo, fui tão boa menina que segui o conselho da mamã:
Vai cedinho pra cama pra não ficares cansada. Estás fraquinha, é melhor dormires.
Acordei cheia de vontade, mas não me queriam deixar ir. Vai daí vi dois episódios de Flashpoint. Toda eu cheia de fome, de sede e sem poder fazer nada. Finalmente lá chegou a hora. A menina, uma simpatia, lá me agarrou o esquerdo (já eu pálida de ver a agulha), espetou, agulha pra cima, agulha pra baixo e eu branca como os calções que tinha vestidos. Nada. Agulha pra esquerda, agulha pra direita. Nada. As suas veias estão a castigá-la. Esta era melhorzinha e fugiu. Muda de braço. Espeta a agulha outra vez (continuei branca). Fiquei muito contente quando finalmente vi que ela me tinha apanhado a veia. Naquele momento pensei que ser toxicodependente não era pra mim.
Conclusão: tenho veias bailarinas, duas picadas de agulha e um braço a oscilar entre o roxo e o verde. Ah...e pegar na carteira foi tarefa para esquecer. Logo eu que só consigo pegar nela com a esquerda.
*E não, o título não tem (quase) nada a ver com o post.
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sábado, 26 de junho de 2010
I know I'll be fine
[Yeah, I'm fine. And that's not a lie.]
Sempre soube. Sempre.
Há dias falávamos de histórias. Uma recusava-se a admitir que tinha uma relação, por mais que já fosse evidente. Casmurra. E sempre a levar com a minha dose de realidade em cima. E também com a minha dose de 'vai lá pra isso, vais-te lixar à grande, mas anda lá que ainda só tens (quase) 20 anos e se te estampares, paciência. E nós estamos aqui pra ti'. Outra dizia que recusava terminantemente apaixonar-se, mas que gostava de acordar de manhã e começar logo a sorrir ou de se ir deitar e saber que ia ter um beijinho de boa noite [dele]. Uma outra dizia que gostava de se apaixonar, porque é bom, porque queria ter uma cena fixe, estabilidade. Tanto queria que acabou a atirar uma flor ao ar a ver se a sorte lhe sorria. Uma delas está e estará feliz. Deve ser a amiga mais feliz nesse campo. Ou uma das. Outra ainda sofria com os problemas com o prince charming, com os obstáculos, com a injustiça e infantilidade dele. E dizia que não ia deitar tudo fora, que já era muito tempo a dois, que não queria saber do que o mundo pensava. Mas que tinha medo de o perder.
Todas nós sabemos quando o perdemos. Eu sempre soube; o momento sabe ao mesmo - a consciência terrível, a percepção drástica da ruptura que se sente na dinâmica do par, uma sensação de abstracção do mundo e uma espiral que vai dos pés à cabeça, de cima pra baixo. Corte feito, bisturi em punho: a partir daí é pôr remendos nas ligações, sempre com o risco elevado de, a qualquer momento, aquilo rebentar. Ou ir rebentando. Primeiro aqui, depois ali. Traduzindo: a chamada que não vem, a mensagem que não chega; o beijinho de bom dia que demora, a secura das palavras. E isto até se ouvir o som contínuo de um motor que já não dá impulso a nada. Mas há as tentativas. As tentativas manhosas de pôr tudo a funcionar, mas já não fica nada como era antes. Lembro-me de dizer a uma delas que se ia voltar para aquilo não se devia esquecer que eles os dois iam carregar o passado deles com eles e que, à menor fragilidade da corda, corriam o risco de cair. Eu disse e esqueci-me disso para mim. É por estas e por outras que sou espectacular a resolver a vida dos outros. Pois. Voltando às tentativas, a hipótese de voltar a dar certo é pouca, mas está lá. Só que implica esforço, dedicação e uma vontade enorme de make it work - um bocadinho hoje, outro amanhã, so on and on and on. E isso é raro de encontrar hoje em dia. É por isso que me lembro sempre do texto do MEC ou então do poema "É urgente o amor", de António Ramos Rosa. É tudo tão confortável, é tudo tão fácil, cómodo, à mão. E quando não é desiste-se ou, depois de tanta tentativa de conquista, deixa-se desvanecer, como se fosse tudo um cubo de gelo ao sol.
Falei delas. E eu? Eu continuo a injectar-me diariamente com doses de realidade e crueza com uma pequena percentagem de crença honesta no amor. Também atirei uma flor ao ar, mas não para me apaixonar. Não tenho mensagens de bom dia nem de boa noite, não estou tão feliz nesse campo como a minha amiga mais feliz (ou uma das), não tenho nenhuma relação e não sou casmurra como a outra. Não estou vazia, não estou infeliz. Nem conformada nem inconformada. Não estou deprimida nem depressiva. Só com um olhar diferente sobre as coisas - My name is Pearl and I love[d] you the best way I know how.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
FÉRIAS
Para já tudo feito (só esperar que o mail esteja cheio de classificações finais e notas lançadas!). Tenho 15 dias para aproveitar.
Ontem foi noite de S. João e, para ser honesta, nunca tinha passado uma noite destas com um sentido tão popular, num local emblemático do Porto. Sardinhas, caldo verde, pimentos, broa, bifanas, fogo de artifício, música. Por outro lado, o concerto dos Buraka na Foz e o amanhecer na praia. Só faltou mesmo a fogueira.
Começaram agora e são até Setembro. Pra já há que organizar estes livros, estes apontamentos e estes sapatos (sim, tenho de da uma arrumação urgente a isto!). Depois cinema (Sex and the City II - shame on me que ainda não fui ver!!!!) e séries (acabar de ver Grey's Anatomy e começar uma das outras todas que para aqui andam!). E seguem-se os livros. Pelo menos 12 que eu queria ter lido e não li. E nos entretantos o trabalho. E a praia. Claro, a praia e os bikinis. E o bronze!
E pausa para trabalho. O Marés Vivas, o concerto da Adriana, talvez o concerto do Caetano.
E o Jardim Botânico, a Quinta das Lágrimas, Lisboa, o Algarve, o fim-de-semana do S. Paio.
Diz que vai ser um Verão em grande!
Começaram agora e são até Setembro. Pra já há que organizar estes livros, estes apontamentos e estes sapatos (sim, tenho de da uma arrumação urgente a isto!). Depois cinema (Sex and the City II - shame on me que ainda não fui ver!!!!) e séries (acabar de ver Grey's Anatomy e começar uma das outras todas que para aqui andam!). E seguem-se os livros. Pelo menos 12 que eu queria ter lido e não li. E nos entretantos o trabalho. E a praia. Claro, a praia e os bikinis. E o bronze!
E pausa para trabalho. O Marés Vivas, o concerto da Adriana, talvez o concerto do Caetano.
E o Jardim Botânico, a Quinta das Lágrimas, Lisboa, o Algarve, o fim-de-semana do S. Paio.
Diz que vai ser um Verão em grande!
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Então é assim:
como é que uma pessoa que está morta de dores de cabeça* vai estudar Fonética, Fonologia e Morfologia?
Não sei, mas não me adianta de nada ripostar. Adeus, mundo! Daqui a umas horas espero continuar a ter sanidade mental.
*As dores de cabeça vêm do sonho estúpido, estúpido, estúpido que eu tive. Já não bastava a vida real...agora até nos sonhos as questões e as pessoas são as mesmas! Não há pachorra!
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WTF?
Cada coisa no seu lugar
Há uma parte de mim que gosta de se convencer que tem jeito para trabalhos manuais. Sendo eu uma das pessoas mais desastradas que conheço, geralmente há sempre quem tenha medo de me delegar estas tarefas. Para a semana vou perder uma tardezinha a ouvir MPB (música popular brasileira: tanta musiquinha nova de Maria Rita, Chico Buarque, Djavan, Caetano e companhia!) e a forrar caixas. Tem dias em que funciona como um exercício anti-stress, noutros é apenas o gosto por arrumação e por ter as coisinhas bonitinhas. (A juntar à minha mais recente panca por decoração, mas adiante.)
Outra das tarefas será organizar os apontamentos dos 2 anos de Faculdade. Percebi que tentar meter tudo dentro de uma capa não funciona, que já não tenho espaço onde pôr tanto livro, tanta capa, tanto papel e que o melhor é começar a colocar tudo em ordem para saber onde está o quê, se mais tarde precisar.
Fora isso, espera-se o S.João, o maldito exame de Estruturas Fonológicas e Morfológicas do Português. Estudei a parte da Fonologia e já me senti menos burra do que há 5 horas atrás. Espera-se também a Antologia do Fado de Coimbra, o Marés Vivas em pleno aniversário da menina, Lisboa, o Algarve e sabe-se lá que mais.
Outra das tarefas será organizar os apontamentos dos 2 anos de Faculdade. Percebi que tentar meter tudo dentro de uma capa não funciona, que já não tenho espaço onde pôr tanto livro, tanta capa, tanto papel e que o melhor é começar a colocar tudo em ordem para saber onde está o quê, se mais tarde precisar.
Fora isso, espera-se o S.João, o maldito exame de Estruturas Fonológicas e Morfológicas do Português. Estudei a parte da Fonologia e já me senti menos burra do que há 5 horas atrás. Espera-se também a Antologia do Fado de Coimbra, o Marés Vivas em pleno aniversário da menina, Lisboa, o Algarve e sabe-se lá que mais.
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domingo, 20 de junho de 2010
Sextas à noite, neste blog, são noites de poesia #6
O que desejei às vezes
O que desejei às vezes
Diante do teu olhar,
Diante da tua boca!
Quase que choro de pena
Medindo aquela ansiedade
Pela de hoje - que é tão pouca!
Tão pouca que nem existe!
De tudo quanto nós fomos,
Apenas sei que sou triste.
António Botto
Aves de Um Parque Real
As Canções de António Botto
Editorial Presença
1999
O que desejei às vezes
Diante do teu olhar,
Diante da tua boca!
Quase que choro de pena
Medindo aquela ansiedade
Pela de hoje - que é tão pouca!
Tão pouca que nem existe!
De tudo quanto nós fomos,
Apenas sei que sou triste.
António Botto
Aves de Um Parque Real
As Canções de António Botto
Editorial Presença
1999
Estou a uma escassa meia hora de terminar um dos trabalhos mais horrorosos que já fiz na Faculdade e de entrar no modo só-me-falta-um-exame e estou de férias. Férias que é como quem diz! Entre reuniões, aulas para preparar, actividades para preparar e Novas Cartas Portuguesas para trabalhar não vai sobrar muito tempo.
Eu já cá venho actualizar as Sextas de Poesia...
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Ainda estou pra saber como é que finalmente apago a luz às 2.48h e acordo às 6 da manhã sem sono. Ia ter de me levantar uma hora depois. Ficar a olhar pro tecto não era solução. Dar voltas à cabeça também não. Então vi as televendas e fiquei maravilhada com um aparelho muito engraçado que cozinha tudo o que se quiser, é só temperar e meter tudo lá dentro. Até podem ser coisas congeladas. E tinha um livro de receitas a acompanhar. E custava 99euros. E dava pra levar pra mesa.
Depois de sete horas numa faculdade não espelunca como a FLUP (ai que instalações...até o tecto cai, os azulejos quase dão pra fazer puzzles e as cadeiras do bar devem ter vindo do fim do mundo), ainda que labiríntica - a FPCEUP é enorme e eu juro que se não fosse a MJ não sabia sair de lá, estava mais que cansada. Mal pus o pezinho em casa dormi em tudo o que era sítio, não jantei; entretanto acordei e achei por bem comer alguma coisa. Enviei o último trabalho obrigatório, respondi a emails e a notificações do facebook. E fui ficando enjoada e maldisposta depois de tanta hora sem comer. E já li duas peças de teatro pro exame de sexta. Sono claro que não há. Pelo menos estou melhor. Mas há uma música hoje e faz todo o sentido.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Então é assim...
7 horas e 2997 palavras depois, decidi que é melhor ir dormir um bocado. Estou com uma p*** de uma enxaqueca? Estou. Mas ainda tenho 3 páginas para enquadrar em frases bonitas, uma conclusão e mais um trabalho para fazer. E estudar para 2 exames medonhos. Por agora cama que daqui a umas horas também é dia. Bom dia!
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