"quem tem sentimentos acerca das coisas fica prisioneiro do tempo."
Coldplay - Swallowed in the sea
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sábado, 31 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Odeio...
estar na defensiva. Mas é inevitável, necessário, estupidamente natural (neste caso em específico), como se muita coisa encaixasse mal. E mais do que odiar estar na defensiva...odeio sentir-me a mais. Sempre tive pânico disso, pavor autêntico. E estranhamente...é assim que eu me sinto. E mais: presa numa teia sem conseguir desenvencilhar-me.
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domingo, 11 de março de 2012
A life to remember
Isto lembra-me sempre o regresso do meu pai de Itália. Trazia-me sempre estes chocolates, nestas caixinhas, neste formato. E os meus preferidos são o do invólucro cinza (chocolate preto) e o do azul e branco (chocolate de leite).
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Memories from the past
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Ainda falta acabar de escrever um trabalho, estou pedrada por causa da dose dupla de medicação para a constipação, dói-me tudo como se tivesse levado com 3 comboios, o meu nariz parece o do Rudolfo, a rena, e ardem-me os olhos. E depois a outra coisinha (incomodativa) completamente cordial. E já não sei se é o meu mal-estar que não me deixa avaliar isto bem ou se é o que faz sempre que há crises. De qualquer das formas...nem sequer tenho paciência para pensar nisso. Só quero chá quentinho e conseguir respirar em condições, se não for pedir muito.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Das coisas mal resolvidas
Começo a rejeitar. Não totalmente, óbvio. Mas... antes nunca havia nem um só mas.
No mínimo...inusitado. E ao mesmo tempo quase nada parece ter mudado.
É tudo tão estranho - ainda, novamente. Tenho a sensação que no fundo há coisas que não foram perdoadas. É mesmo essa a palavra. Perdoar.Devia ter mexido nas coisas na altura certa, não deixar passar. Inevitavelmente um dia elas são mais fortes do que nós e vêm cá pra cima fazer estragos. Ninguém perdoa um amor que ficou na sugestão, que não irrompeu do peito, mas que parece continuar meio escondido, sem se distanciar por um só momento. Não perdoamos quando tomam decisões por nós, ainda para mais quando a escolha estava feita, mais que feita. Não perdoamos quando desistem de nós por medo. Não perdoamos quando se afastam de nós por pensarem que é melhor assim - e nem sequer nos consultam. Ninguém perdoa quando se desperta um amor para o ver reprimido, para o partir em pedaços e continuar a carregá-lo.
Porque agora passou o tempo - queiramos ou não - e ele nunca deixa de trazer consequências. Talvez esteja a passar aquele momento em que me estou a libertar - e ao mesmo tempo sinto tudo de todas as maneiras, principalmente ciúmes - e não quero. É outra vontade independente de mim. Tão, tão estranho. Tudo me soa a falso. Tudo me soa a tempo que passa e torna as coisas normais. Tudo me soa a frete, a cordialidade. E eu odeio sensações de coisas porque sim. Tudo me soa a nada. E a mais pequena coisa...nem sei.
Help, please. Agora já não é só a minha cabeça que está uma confusão total. O idiota que mora ali no lado esquerdo também já não sabe o que quer. E é a primeira vez desde há muito tempo que ele está assim. E no fundo eu não sei lidar com isto e parece que estou a ser obrigada. Merda.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Running in circles
Eu guardo tudo. Desde bilhetes de concertos, cinema, teatro, exposições a pulseiras de discoteca, a postais, guardanapos com desenhos passando ainda por coisinhas que me deram, bonequinhos, dedicatórias do secundário (as famosas!), cartas, folhas secas, cartões, conversas em aula, fotos...enfim. 3 caixas não me chegam pra tudo e ao longo do tempo já fui deitando algumas coisas fora - porque já não tinham importância. Entretanto veio a internet e há muita coisa que nos escrevem e que nos dizem todos os dias. E há coisas que se guardam. E hoje foi um daqueles dias de abrir ficheiros. E foi muito estranho voltar a rir-me daquelas coisas. É sempre disto que eu falo quando me perguntam de que é que mais gosto. Ri-me como se nem sequer me lembrasse daquelas palavras. E entretanto apareceram as outras sem eu contar - porque na minha cabeça elas estão em fragmentos dispersos - e, da mesma maneira que me ri, com aquele choque inesperado acabei por chorar. Sem sequer contar. Sem sequer pensar que isso ainda era possível. E no fundo ando a mastigar o tempo sem o digerir. A enrolá-lo, e tentar trapaceá-lo - sem sucesso. No fundo estou a andar aos círculos. Sempre aos círculos. Not fair. Not funny. Ou então a fugir. E isto é zona de conforto. Sempre a adiar a fuga desta trajetória.
"Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.
Só depois de amanhã...
Tenho sono como o frio de um cão vadio.
Tenho muito sono.
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...
Sim, talvez só depois de amanhã..."
Álvaro de Campos (excerto)
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Something is wrong
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Eu disse:
"Quando eu finalmente decido alguma coisa e estou com disposição pra cumprir tudo até ao fim custe o que custar" - 3 de Janeiro.
15 dias volvidos...a zona de conforto é a mesma, o medo já é antigo. Não era para ser assim. E custa imenso. Nem radical eu consigo ser. Era difícil nas primeiras horas, no primeiro dia,na primeira semana e depois deixava de ser. Mas nem radical - leia-se "eu" - eu consigo ser. Sinto-me presa, de asas cortadas...por mim própria. Lucidez não me falta, mas chega a altura e este músculo idiota ganha. Ganha sempre. E eu estou tão farta dele, mas tão farta! Porque não o percebo. É estúpido todos os dias, acredita no que não deve, em quem não deve...mesmo depois de ouvir as piores coisas que se podem ouvir. Parece que esquece. E não pode esquecer. Quando a lucidez o lembra das coisas...foge, todo contraído que até dá a sensação que vai explodir. God...porquê que eu não consigo tomar uma atitude? Sou a melhor pessoa do mundo para lidar com tudo o resto: pressão de tempo em relação a trabalho, gerir a agenda para poder fazer tudo o que quero, estar presente naquilo que é importante, mas isto...isto eu não consigo resolver e não é por falta de esforço. Já me tentei habituar à ideia de pôr coisas em caixas e arrumar. Quase deu certo. Arrumei a caixa, virei-me para uma novinha em folha, cheia de coisas para eu aproveitar. Quase. Lá se foi essa e o que é que esta inteligência rara fez? Foi mexer no que estava quieto. Resultou? Óbvio que não. Não quero viver com uma caixa sem lugar fixo, não me quero habituar a que seja uma caixa paralela, uma zona de conforto e, ao mesmo tempo, de retrocesso.Não é bom, não é saudável.As caixas são para guardar coisas; não são para tirarmos tudo e deixarmos cá fora.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
(...)
Sobre a pele que há em mimTu (já) não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Às vezes o melhor é não saber
Sobre essa coisa do 'sente que sente', há uns 2 anos era eu jovem para querer deslindar todas as sensações e emoções que passavam por mim. Então se me sentia confusa, as noites sem dormir e os momentos em que me punha fora do mundo eram um fartote. Tanto tempo volvido, e a propósito de uma conversa a más horas com a M. e com a J., cheguei à conclusão - e neste último mês e meio chegar a conclusões é a minha melhor qualidade - que também isso está vazio. Simplesmente opto por encerrar essa parte, de deixar tudo condensadinho, arrumadinho, quietinho, sem destrinçar, sem saber o que é, o que não é. No fundo essa parte está vazia, na parte do 'sente que sente, sente que não sente', se eu própria me questiono, fujo da resposta como o diabo da cruz. Portanto o melhor é fazer de conta que não existe, não saber, não pensar. Dói menos; é uma mão em cima da ferida a pressionar e não uma mão que mexe e remexe para fazer doer. E isto porque como diz Alberto Caeiro, "Pensar é estar doente dos olhos" (e do coração que não se tem - acrescento eu).
domingo, 12 de junho de 2011
odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te odeio-te
terça-feira, 7 de junho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Vou só ali e venho já
Depois de 2kg perdidos nas últimas 36horas, vou só ali a Itália espairecer as ideias e voltar com a casinha arrumada.
[Que timing!]
[Que timing!]
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domingo, 10 de abril de 2011
Ter 20 anos é...
sair de casa para ir a um mini-concerto seguido de um cineminha com os amigos.
sair do cinema e ir ter com o amigo que está a trabalhar e ficar 5 horas na conversa.
ir tomar o pequeno-almoço, continuar a rir e chegar a casa às 9.30h.
sair do cinema e ir ter com o amigo que está a trabalhar e ficar 5 horas na conversa.
ir tomar o pequeno-almoço, continuar a rir e chegar a casa às 9.30h.
domingo, 3 de abril de 2011
Glória ou como Penélope morreu de tédio
O texto é fabuloso. E dizer que é fabuloso não chega. O texto começa a corroer qualquer um mal o Albano Jerónimo diz as primeiras palavras. Riso e choro, esperança e desejo são as dicotomias que se desenvolvem no decorrer da espera que baseia a peça. A afinidade com a Odisseia, de Homero, está extremamente bem aplicada aos dias de hoje. E tendo em conta este meu momento, este texto mexeu muito comigo. Da interpretação nem sequer sei o que dizer. Se o João Reis era o meu actor de teatro favorito (ai o Hamlet...!), a partir de hoje, o Albano Jerónimo está no número um! E fica aqui um bocadinho do texto (e peço já desculpa porque não é fiel ao original, já que gostei tanto tanto e de tudo que não consegui decorar enquanto ele o dizia. Quando e se isto for editado, um exemplar é meu!)
«-Amaste?
-Amei.
-Quando?
-Não me lembro.
(...)
-Juntar as feromonas não é a mesma coisa que juntar os trapinhos. Oh menina, quer juntar as suas feromonas com as minhas? (...)
Quando é que te apaixonaste?
Não sei.
Cada pessoa sabe o momento em que se apaixonou.
(...)
Aquele homem que correu atrás de mim para não perder a corrida, ele tinha de ganhar.»
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