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sábado, 21 de junho de 2014

Fazer das tripas coração

Hoje foi o dia.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Das palavras

Isto anda parado. Ando sem paciência para palavras, a verdade é essa. Quando eu digo que realmente não sei como raio ainda estou de pé, é a mais pura das verdades. O que aconteceu foi só a pior experiência que alguma vez tive com um ser humano (se é que a expressão se pode aplicar...) e há dias em que me custa acreditar que haja gente capaz de ser tão reles. Dizia o poeta que "já gastámos as palavras", mas o que eu sei é que as pessoas abusam das palavras, do significado e do impacto que elas podem ter. O que aconteceu podia ter sido coisa para me arrastar para uma cama durante dias, para me deixar infeliz, para me roubar o pouco que eu ainda vou acreditando nas pessoas. Serviu para isso tudo, para eu perceber que afinal ainda sei chorar como uma criança pequena. Serviu para me incutir uma dose extra de medo de me dar aos outros, serviu para me abrir os olhos. Serviu para ter colo dos amigos - dos poucos que souberam - e para me mostrar que cresci e que afinal sei lidar com coisas. Não vou mentir: tenho um pedaço de coração arrancado e há coisas que já não posso mais ser e não consigo nem posso mais acreditar. Mas tenho um sorriso que não sabia que tinha pra me levantar todos os dias, para deitar a cabeça na almofada e dormir de consciência tranquila, de estar em paz. Tenho um pedaço de coração a menos e uma ferida feia ainda por cicatrizar, mas tenho a certeza que sei cuidar de mim. E tudo vai ficar bem.

Das definições que se encontram sem querer


"Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa." 

(No quartinho dos fundos, na caixa mais escondida para não se ver, mas sem expulsar de casa.)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Ultimamente ando a raciocinar com base em letras de músicas. Não umas quaisquer, obviamente, mas músicas que me lembram de coisas e de pessoas como se tivessem lá definições, coisas guardadas. Tenho pensado muito - já deu pra ver que eu penso demasiado na vida - mas de maneira diferente. Se há um mês me dissessem que ia estar neste ponto agora, eu não tinha acreditado. Não é que tenha mudado muita coisa. Eu é que me apercebi de como mudaram as coisas. Não é mau, aliás, não é nada mau. Sinto-me desprendida, sem receio de magoar X ao fazer alguma coisa. Sinto-me endurecida de tantas semanas de vulnerabilidade. 
Tenho pensado muito numa metáfora em concreto, de cacos espalhados. Meia dúzia de palavras quebraram o encantamento e espalharam-se os vidrinhos, mil vidrinhos estraçalhados. Como não gosto de deitar fora, varri tudo - o que sobrou... - e arrumei num canto sem mexer e sem a preocupação de colar, de reconstruir, de dar uma forma ao conjunto de cacos desencantados que sobrou. E foi isso que me trouxe essa sensação agridoce de desprendimento, como se fosse uma vida nova a começar - de tantas que já recomecei este ano. 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Ok, respira. Acho que é o que me tenho dito nos últimos tempos e 'por últimos tempos' leia-se meses. Olhando pra trás, a verdade é que não tenho ideia de como sobrevivi a esta catrefada de coisas que me aconteceu. Antes era fácil: chorava que nem uma Madalena e passava. Agora não consigo; é como se tivesse perdido essa capacidade. Era natural chorar 3 ou 4 vezes por semana e bem longe vão os tempos em que todas as noites chorava (tal como longe já vai essa pessoa e ainda não sei se tenho saudades de quem eu era), mas o motivo era o de sempre, era uma "dor localizada". Agora parece que alguma coisa em mim se transformou, que endureceu, como se tivesse passado por uma espécie de filtro, de cabine transformadora. Se antes fazia questão de dizer que X me incomodava, agora estou numa de 'faz o que quiseres, deixa andar'; não é que não me importe, mas não mostro que me importo. À conta dessa dureza de carapaça, mal me sinto atingida contra-ataco. Normal, normalíssimo; não vou voltar a passar pelo mesmo over and over again. Não é bom, não. Tem sido dia a dia, sem grandes planos, sem grandes esperanças, sem grande rumo; poucas coisas definidas. Pelo menos as semanas estão a correr melhor porque não me sinto tão down e consegui fazer das tripas coração e ser genuinamente a pessoa mais bem disposta do mundo depois de levar mais uma patada que doeu. Com o tempo aprende-se a saber quando as coisas são ditas de propósito para magoar. O problema é quando se acha que o propósito de magoar não justifica o que se disse e não se mostra que se quer saber.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

I'm back #4 - ou as saudades e o coração

Já foi há mais de um mês e a verdade é que hoje foi o dia pior. Não fiquei destroçada na altura, fiquei dececionada e triste com aquela atitude tão infantil e tão idiota, com o ultimato e a agressividade; fiquei enervada com o que ouvi há 15 dias, o tom descontraído como se não tivesse acontecido nada. Hoje foi um dia diferente. É verdade que os últimos dois meses têm sido vividos sempre a correr, há sempre coisas a fazer e pouco descanso e o tempo passou depressa e absorveu-me de tal forma que não tive um minuto sem nada que exigisse atenção. Só hoje é que parei para pensar, na meia hora do seca-estica-penteia o cabelo e tive saudades dele. Apesar de tudo. Depois senti-me culpada e estúpida por ter saudades, por saber que ele não merecia que eu as sentisse. Não podia admitir que ele continuasse a destratar-me, era ponto assente; mas hoje tive todas as saudades que cabem num ano de beijos e beijinhos, de xi-corações, de abraços, festinhas e colo, de risos e sorrisos. E elas doeram e fizeram-me chorar - eu que achava que se tivesse de chorar já tinha sido tempo. Vai passar, claro, mas até tive saudades de o ouvir dizer que estava cansado, de o ver transformar-se quando falava na profissão (que exige disciplina, dedicação e paciência) que o faz feliz., de reclamar por eu estar acelerada, de encostar a cabeça no meu ombro. Podia ter corrido tão bem, mas correu mal. Amanhã é um novo dia e há que levantar a cabeça.


sábado, 5 de outubro de 2013

Do que se tem que resolver

Eu sabia que quando arrumasse o assunto tese e voltasse a ter tempo para pensar no que queria, o assunto-relação-vamos-definir-isto ia voltar. No fundo não esperava grande coisa a não ser o respeito que um ano merece. Mas não: só agressividade só "porque apetece", ultimatos e a revelação de alguém que decididamente não quero ter ao lado. Tenho memórias de bons momentos, mas não era mais o que eu queria e se assim é, há que colocar um ponto final e seguir em frente. E neste momento há tantas coisas boas e tão melhores na minha vida que isto é só uma pequenina coisa má que o tempo vai tratar. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Depois do stress e da tensão de hoje, ainda bem que o meu já tão longo dia acabou com ele, no meio de beijinhos, de abraços fortes e seguros, de olhares, sorrisos e brincadeiras. Está longe de ser tudo perfeito, muito longe e há dias em que questiono tudo e mais alguma coisa, mas por momentos como o de hoje vale tanto a pena.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O tempo não dá tréguas

Na verdade, o que deveria estar na minha cabeça dá-se pelo nome de tese. E está: todos os dias, mais do que 10 vezes por dia, fora quando sonho com ela, quando tenho medo que fique uma merda, quando acordo sobressaltada porque devia estar a trabalhar, mas o cansaço vence-me porque ninguém aguenta tardes de praia sem chegar à noite a gritar pela cama. Adiante. Tinha então decidido que até à entrega, este seria o único assunto a povoar-me a mente e a roubar-me energias; a verdade é que não deu. O tempo não para, não dá um descanso e vai daí que uma decisão que eu só deveria tomar no final de setembro - porque o meu plano era ir andando, ir vendo, não ligar muito e foi por água abaixo - se precipitou. E agora pr'além do néon gigantesco que se acende frequentemente com as letras T-E-S-E, ainda tenho mais outro formado por cinco letras que precisa de solução quase imediata. Podia descer o deus da sabedoria, da eloquência e da tranquilidade em mim a ver se a coisa vai lá. E isto pra não falar de outro néon que já estava apagado mas que achou boa ideia vir piscar pros meus lados só pra apalpar terreno. A sério...eu mereço?!?!?!? 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Das amigas #2

As minhas são as melhores, as mais engraçadas e giras e com o melhor sentido de humor:


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vacaciones

Assim muito de repente, malas feitas com vestidos fresquinhos, bikinis, óculos de sol e saltos altos. Diz que vou descansar, que vou a banhos em água quente, termómetro a mais de 30º e bolas de berlim. Levo comigo o computador que a tese tem de ser concluída e quando voltar, pra próxima semana, quero ter o capítulo pronto. E vai ser mesmo um lusco-fusco de Porto que um dia e meio depois de voltar já vou outra vez, agora com os loucos e lançados dos meus amigos pra mojitos, piadas, muitas fotos e praia. Hasta, chicos!





[E continuar a pôr a cabeça no sítio. Quanto mais tempo, mais distância - felizmente; quanto mais tempo mais vontade de distância. E que assim seja daqui para a frente. Cada vez mais.]

quinta-feira, 18 de julho de 2013

All I know since yesterday is everything has changed

Sempre pensei que o post de aniversário que ia fazer neste espaço que já tem tanto tempo fosse uma espécie de update da lista que fiz há um mês. Eu bem que já andava a sentir que alguma coisa ia acontecer e que me ia alterar os planos; andava já desde segunda com aquela sensaçãozinha de que uma coisa qualquer com a qual não contasse me ia aterrar no colo. Não estava enganada. Por isso, das poucas coisas que me apetece dizer este ano é que é incrível como de um momento para o outro tudo mudou e como a pessoa que sempre quisemos por perto agora é aquela de quem mais queremos distância, mas distância a sério, do tipo não querer saber de nada de nada, nem que seja pra dizer "está sol" ou "está chuva". 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dos ciclos, dos recomeços, das mudanças

Sempre disse que julho, setembro e a passagem de ano eram, para mim, alturas de balanços e mudanças. Eu bem que andava com a sensação que este aniversário me ia trazer alguma coisa, que ia provocar uma mudança e não estava errada. Não foram precisas muitas horas depois da meia noite para confirmar o que eu já suspeitava, o que já me tinha entrado na cabeça, o que eu andava há meses a meter na cabeça porque, mais cedo ou mais tarde, se eu tinha seguido em frente, ele ia ter de seguir também. Pensei que o ano passado tinha sido o último ano de lágrimas, mas enganei-me. Estas doeram quando não as consegui controlar, não as queria, mas não as consegui engolir. Mas também sei que, pela primeira vez em anos, são as mais saudáveis, porque marcam um fim definitivo e um recomeço. Mas arde, arde-me o coração. Já não dói porque já não batia da mesma maneira há muito tempo. Mas arde daquela maneira aguda, está em ferida. Mas desta vez eu sei que é pele que vai voltar a nascer e não vai romper mais. São só e serão sempre daqui em diante memórias. Só não me peçam que veja, que assista, que fique feliz, porque não fico.Não me peçam para estar por perto porque não quero, não consigo, ia doer ver o meu fracasso diante de mim todos os dias. Acho que tenho o direito de não querer isso para mim. Fico contente por ele, por ver que superou, que finalmente também superou. Eu já tinha 99% de superação, só tinha a dúvida de 1% que agora já não existe. Foi como se me desligasse um interruptor, como se já não ligasse - na verdade já há dias que eu não sentia nada, nem quando pensava e me perguntava "mas como é que foi tudo embora?". mas materializar a coisa é diferente. Torna-se real, como está agora. Se antes era como se fosse um velório sem corpo, sem nada, agora tem tudo. É um luto breve - porque já tem sido de anos - e é uma libertação. Finalmente, de tudo. As coisas más conseguem tornar-se boas e ainda bem. Apesar das lágrimas, da última dor aguda, de um coração que precisou de ajuda pra continuar a bater de noite, já está tudo sereno. E agora vamos a uma nova vida que eu não tenho feitio nem tempo para moer mais isto. Ao verão, a mim e aos momentos felizes (aos do passado e aos que virão). E uns 23 de deixar qualquer um de boca aberta. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mixed twisted feelings

Isto de se estar sozinho faz com que se tenha muito tempo para pensar. E geralmente é no que não se deve. É o que me tem acontecido nas últimas semanas e não tem ajudado porque a verdade é que eu não sei de nada. Sempre tive medo de uma coisa: histórias mal resolvidas que voltassem para me atormentar. E tenho uma - pelo menos para mim. Sempre tive medo de não conseguir fechar o capítulo. E parece que às vezes lá caio na tentação de ir atrás ler, reler, ver se dá pra mudar o final. Não dá, não dá, não dá. Foi isto que eu andei a meter na cabeça 24/7. Mas foi um encaixe forçado, há sempre um espacinho de sobra e é disso que eu tenho mesmo medo. E se eu nunca mais avanço a sério? (Porque às vezes parece que não saí do sítio e só me fui distraindo. Como se quisesse uns Louboutin, mas pra já só dá pra comprar sapatos da Zara. Não é o mesmo, mas dá pro gasto. A questão aqui é que não é suposto "dar para". Tem é de ser, alterar as preferências de marcas dos sapatos. Tive azar, é certo. O que parecia uma bóia de salvação estava mais furado que um passador. Ou quase. Ou se calhar porque eu também não quis saber, não estava para aturar. Se bem que contas feitas e eu não merecia. Adiante, os sapatos, os Louboutin são para esquecer (e porquê que eu às vezes tenho a certeza convicta que há ali qualquer coisa por trás do que é suposto dizer-se, que há muito mais nas (entre)linhas?!), mas no fundo sempre foram esses que eu quis. Pelo conforto, pela estabilidade, pela confiança, porque ao vê-los de cada vez seria sempre como se fosse a primeira, porque subir no salto seria sentir-me a mais tudo, como só os Loubis sabem fazer uma gaja sentir-se.
Preciso de não pensar. Pareceu-me que estar sozinha fosse boa opção, mas lá está, sinto-me...sozinha. Acho que estou a ficar sem opções: com os sapatos da Zara não demora muito até cair, com os Louboutin...infelizmente já é mais uma memória que outra coisa. E não era suposto ser isto. 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Das coisas mais acertadas que eu algum dia disse:

"É, varrer o lixo para debaixo do tapete não quer dizer que ele não existe; só que não se vê."



Acho que finalmente chegou o dia de limpezas e arrumações. 

domingo, 26 de maio de 2013

Do (querer) estar sozinho

Acho que finalmente está feito, concluído com sucesso. Isto de mandar pedras às pessoas tem o seu quê de complicado, mas às vezes tem de ser. Não por mim, mas por elas. E agora sim, está tudo a zeros. Já era tempo. A ver se é desta que eu finalmente começo a respirar. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

maio

Este coiso anda parado, é certo. Aconteceu tanta coisa desde o início deste mês que eu nem sei bem como processar as coisas. No fundo maio foi e está a ser um mês de avanços e retrocessos. Ora eu sei uma coisa, ora já não sei mais nada, ora é uma coisa, ora já é outra totalmente diferente. Já não me sentia assim tão instável há muito tempo. Quer dizer, balançar as estruturas é bom, é positivo...mas não ter sítio onde meter o pé já não. E valha-me o Santo António que eu não faço ideia de onde meter o meu pé, onde me segurar. Adiante.
 Parece que em maio toda a gente se lembrou de mim e eu queria era que me deixassem sossegada, que não me metessem coisas na cabeça. Parece que maio foi o mês de fechar um ciclo com uma cartola, uma bengala e uma roseta. Parece que maio foi altura de receber um pedido de desculpas e apaziguar, mas isso também trouxe desconfiança e muros cá pra cima outra vez. Parece que maio foi altura de um encontro inesperado e de em menos de 24 horas se me mudar a perspetiva toda outra vez.
Tenho-me perguntado o que é que eu quero quase todos os dias - a bem dizer, quase todas as noites, para ser mais sincera. E o que eu quero (quis) não pode ser, por isso é que, há uns longos meses, redefini um novo querer e o tentei encaixar na vidinha de todos os dias. E consegui. A 99%. O que quer dizer que há ainda o 1% que sobra. Adiante, 99 é melhor que nada.
Parece que em maio o meu querer quase imposto começou a mudar. Esse ângulo novo que apareceu à minha vista está-me a fazer pôr tudo - que por si só não é muito - em causa. Maio está a ser um mês de pensar em mim, de resistir não sei a quê, a quem e como. Mas a resistir. (E um dos meus grandes defeitos é ser demasiado resistente. Adiante.)
E de escrever. A tese está-me a sair do lombo e custa imenso, ah se custa. Ainda para mais este primeiro capítulo que é muito cansativo - porque teórico. Mas já faltou mais. Escrevo com regularidade, não me permito deixar o texto para segundo plano, o que já é uma grande coisa.
E maio também está a ser um mês de afastamentos, cada vez mais. Talvez seja do trabalho, da tese, das coisas que todos temos para fazer, dos horários incompatíveis... Mas de afastamentos. E porque bater no ceguinho cansa - neste caso, na ceguinha. Não ando com a mínima pachorra para os .(pseudo) "arrasos" do costume. É deixá-los pensar que eu não acompanho quando, na verdade, eu já estou é noutra frequência. Não há pachorra mesmo. É preciso saber parar senão qualquer dia vai-se a ver e.. Maio, não me quero distrair.
Maio trouxe um trabalho novo e que foge àquilo que eu faço. Mas é na minha segunda área de eleição e é bom, é giro, tem a ver comigo.
Acho que é o primeiro ano que não gosto nada de maio - e sempre foi um dos meus meses preferidos. Talvez seja pelo calor que falta, pela chuva que aparece, pelos acontecimentos maus, pela instabilidade... Que junho venha é depressa que melhor que este há-de ser com certeza. 

sábado, 4 de maio de 2013

Sábados

Sábados são sempre dias de exfoliação, de arranjar sobrancelhas, as unhas, depilação. Sábados são sempre dias de rituais de beleza, de poder ficar com a cara vermelha à vontade.

Sábados de manhã são dias de trabalho, de português e de francês. Já não são sinónimo de dormir.

Sábados à noite são dias de sair, de dançar, de beber um copo, de rir desgraçadamente com a família que se escolhe. E hoje vai ser um sábado daqueles. 

Vai haver trabalho de manhã, rituais de beleza de tarde. E vai haver jantar de Serenata. E beijinhos, abraços, tecido preto a rasgar e fado nos Aliados. E fitas a abanar, agora escritas. E, só de me lembrar do que me escreveram nelas, já me caem lágrimas. E amanhã vai ser pior. E domingo outra vez. Já se passaram 5 anos e isto está a chegar ao fim. 

Aquela faculdade é uma espelunca, mas trouxe-me as melhores coisas que já me aconteceram na vida. 

domingo, 27 de janeiro de 2013

26 dias. Pela primeira vez aconteceu isto e é positivo: significa não voltar atrás. Finalmente somos agora só estranhos que partilham memórias.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O impacto pode ter custado, mas agora sei que finalmente as coisas estão como devem estar.